<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029</id><updated>2011-12-02T11:40:55.713Z</updated><category term='Conflitos Sociais'/><category term='Fogos Florestais'/><category term='Índia'/><category term='China'/><category term='Limites do Crescimento'/><category term='George Monbiot'/><category term='Crise Ambiental'/><category term='América Latina'/><category term='Alterações Climáticas'/><category term='Segurança'/><category term='Vídeos'/><category term='Suécia'/><category term='Livros'/><category term='James Lovelock'/><category term='Globalização'/><category term='Política'/><category term='Energia'/><category term='Venezuela'/><category term='Pico Petrolífero'/><category term='Ciência'/><category term='Direitos Humanos'/><category term='Alimentação'/><category term='Regulação'/><category term='Saúde'/><category term='Transportes'/><category term='País'/><category term='Tecnologia'/><category term='Citações'/><category term='Médio Oriente'/><category term='Ética'/><category term='Nuclear'/><category term='Crise Energética'/><category term='Guerra'/><category term='Comércio Justo'/><category term='James Hansen'/><category term='Jared Diamond'/><category term='Biocombustíveis'/><category term='EUA'/><category term='piadas'/><category term='Economia'/><category term='Biodiversidade'/><title type='text'>FUTURO COMPROMETIDO</title><subtitle type='html'>One of the penalties for refusing to participate in Politics is that you end up being governed by your inferiors." 


"A penalização por não participares na política, é acabares a ser governado pelos teus inferiores"

PLATÃO</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>237</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-8170898703088960809</id><published>2011-11-04T21:41:00.002Z</published><updated>2011-11-06T09:57:35.119Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Alterações Climáticas e Austeridade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último Eurobarómetro sobre a percepção pública das alterações climáticas(1), os portugueses são os que menos revelam preocupação com este problema - apenas 7% consideram-no o problema mais grave que o mundo enfrenta. Em contrapartida, a situação económica é apontada por 25% dos respondentes como o problema mais sério - um aumento em relação aos 10% do inquérito de 2009.&lt;br /&gt;É natural que assim seja. No entanto, esta crise económica tem subjacentes raízes bem mais profundas do que as frequentemente citadas e boa parte delas cruzam-se com a problemática das alterações climáticas. Aliás, vários dos problemas citados pelo Eurobarómetro: situação económica; pobreza, fome e disponibilidade de água potável; disponibilidade de energia; etc. estão subjacentes às razões pelas quais as Alterações Climáticas são consideradas como um problema muito sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dirigentes políticos europeus têm a noção, mais ou menos consciente, de que a recuperação económica não pode passar por um estímulo económico keynesiano tradicional. Este estímulo, nas actuais condições limite dos mercados energéticos e de recursos naturais em geral, conduziriam, nomeadamente, ao disparo dos preços do petróleo, e a nova recessão. Estes caíram drasticamente com a recessão de 2008, mas apesar dos actuais dados económicos negativos, os preços continuam elevados (2) . Isto não nos deveria surpreender. Afinal, embora tenha passado largamente ignorado, a Agência Internacional de Energia reconheceu – ainda que subtilmente - no World Energy Outlook de 2010 que o pico de produção mundial de petróleo convencional terá ocorrido em 2006(3) . Infelizmente, as políticas seguidas não têm sido no sentido da sustentabilidade, mas sim de uma fuga para a frente. São exemplo disso o incentivo aos agrocombustíveis, a exploração de areias betuminosas (petróleo embebido), a expansão do carvão como fonte de energia, etc. Qualquer destas “soluções” agrava o problema das alterações climáticas cuja evolução se afigura preocupante num contexto de “business as usual”(4) , e não resolve o problema económico: energia e alimentos mais caros.&lt;br /&gt;É neste contexto que Kevin Anderson, ex-director do Centro Tyndall para as Alterações Climáticas, num artigo publicado na Philosophical Transactions of the Royal Society(5) , sugere a necessidade de uma austeridade planeada, incompatível com o crescimento económico nos países desenvolvidos(6), enquanto se implementa a transição para uma economia “descarbonizada” (pouco dependente de combustíveis fósseis).&lt;br /&gt;As consequências das alterações climáticas são já bem vísiveis e com repercussões bem claras sobre a economia (por exemplo, pela via da dispersão do risco associado a catástrofes naturais via resseguradoras). Existem portanto razões prementes para a implementação de uma “austeridade”. No entanto, a austeridade actual está a ser implementada pelas razões erradas, porque é injusta e porque não enfrenta uma das raízes do problema: uma economia desregulamentada onde o sector financeiro é claramente parasitário e desproporcionado. A austeridade necessária tem de ser sobretudo equitativa e não deve incutir medo – de perder o emprego, do direito a serviços essenciais (saúde, educação, etc.), caso contrário será um fracasso, a todos os níveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;a href="http://"&gt;(1) &lt;a href="http://ec.europa.eu/public_opinion/archives/ebs/ebs_372_en.pdf"&gt;http://ec.europa.eu/public_opinion/archives/ebs/ebs_372_en.pdf&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) &lt;a href="http://www.telegraph.co.uk/finance/newsbysector/energy/oilandgas/8844260/Why-is-the-oil-price-still-so-high.html"&gt;http://www.telegraph.co.uk/finance/newsbysector/energy/oilandgas/8844260/Why-is-the-oil-price-still-so-high.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(3) &lt;a href="http://www.iea.org/weo/docs/weo2010/WEO2010_ES_English.pdf "&gt;WEO 2010 pág. 6 do Sumário Executivo&lt;/a&gt; : "Crude oil output reaches an undulating plateau of around 68-69 mb/d by 2020 but never regains its all-time peak of 70 mb/d reached in 2006"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(4) &lt;a href="http://www.copenhagendiagnosis.org/press.html"&gt;The Copenhagen Diagnosis &lt;/a&gt;- updating the world in the latest climate science «The report also notes that global warming continues to track early IPCC projections based on greenhouse gas increases. Without significant mitigation, the report says global mean warming could reach as high as 7 degrees Celsius by 2100.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(5) &lt;br /&gt;&lt;a href="http://rsta.royalsocietypublishing.org/content/369/1934/20.short"&gt;http://rsta.royalsocietypublishing.org/content/369/1934/20.short&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(6) &lt;br /&gt;&lt;a href="http://environmentalresearchweb.org/cws/article/news/45239"&gt;http://environmentalresearchweb.org/cws/article/news/45239&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-8170898703088960809?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/8170898703088960809/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=8170898703088960809' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8170898703088960809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8170898703088960809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2011/11/alteracoes-climaticas-e-austeridade.html' title='Alterações Climáticas e Austeridade'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-394696910467267321</id><published>2011-07-17T10:04:00.003Z</published><updated>2011-07-17T10:13:30.612Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Globalização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Concentração da riqueza e a austeridade.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ao mesmo tempo que nos impõem a "austeridade", através de um relatório da consultora Capgemini e do banco de investimentos Merrill Lynch - World Wealth Report - ficamos a saber que 103.000 indivíduos pelo mundo fora dispõem de riqueza líquida (sem contar património) para pagar as dívidas públicas dos EUA e da Grécia - num total de cerca de 10 biliões (10^12)- e ainda lhes sobrava, em média, 50 milhões de dólares, caso fossem obrigados a fazê-lo!&lt;span class="fullpost"&gt; Os dados são relativos a 2007 e é provável que a concentração se tenha agravado ainda mais. Ler &lt;a href="http://climateandcapitalism.com/?p=4810&amp;amp;cpage=1#comment-15389"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://toomuchonline.org/a-new-tally-of-the-worlds-wealthy/"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-394696910467267321?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/394696910467267321/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=394696910467267321' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/394696910467267321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/394696910467267321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2011/07/concentracao-da-riqueza-e-austeridade.html' title='Concentração da riqueza e a austeridade.'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-7631235021588884908</id><published>2011-06-13T10:24:00.004Z</published><updated>2011-06-13T10:32:16.694Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><title type='text'>O movimento anti-regulação. O caso de Björn Lomborg e as alterações climáticas.</title><content type='html'>Na sequência &lt;a href="http://futureatrisk.blogspot.com/2009/01/blog-post.html"&gt;deste&lt;/a&gt; "post" sobre Bjorn Lomborg, sugiro este &lt;a href="https://docs.google.com/document/d/1V3nkyeC1ry4WWacrvbXHYiKxBozUaFIvY_lC521H9fA/edit?hl=en_US"&gt;artigo&lt;/a&gt; escrito no âmbito de uma cadeira de mestrado em Ciência Política e Relacões Internacionais (FCSH).&lt;span class="fullpost"&gt;Type rest of the post here.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-7631235021588884908?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/7631235021588884908/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=7631235021588884908' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7631235021588884908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7631235021588884908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2011/06/o-movimento-anti-regulacao-o-caso-de.html' title='O movimento anti-regulação. O caso de Björn Lomborg e as alterações climáticas.'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-1477176749731277276</id><published>2011-03-15T21:18:00.004Z</published><updated>2011-03-15T21:31:08.617Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>"A Globalização económica e a insustentabilidade da zona euro no actual enquadramento institucional da UE"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O pós-guerra, até ao início da década de 70, caracterizou-se por um crescimento económico e níveis de bem-estar sem precedentes. O planeamento e regulação da economia pelo Estado, resultante dos ensinamentos retirados da análise da Grande Depressão dos anos 30 e da gestão da economia de guerra, contribuíram para o equilíbrio e a estabilidade financeira deste período.&lt;br /&gt;Os choques petrolíferos da década de 70 e o fim da convertibilidade do dólar romperam este equilíbrio. A liberalização teve novo impulso com Reagan e Thatcher, através da desregulamentação do sector financeiro, das privatizações, e do esmagamento da capacidade negocial dos sindicatos.&lt;br /&gt;Na década de 90, a queda do Muro de Berlim e a ascensão da China consolidaram a globalização económica.&lt;br /&gt;A crise económica actual, a pior desde a Grande Depressão, revela, no entanto, os desequilíbrios sobre os quais assentou a globalização.&lt;br /&gt;A repartição do rendimento prejudicou o trabalho em benefício do capital. O resultado foi o sobreinvestimento na capacidade produtiva e crises financeiras recorrentes.&lt;br /&gt;Para suprir a reduzida capacidade aquisitiva e manter os níveis de crescimento económico, foi estimulado o recurso ao crédito. Altos níveis de consumo associados a uma forte desindustrialização, sobretudo nos EUA e na Grã-Bretanha, geraram desequilíbrios comerciais e orçamentais. A crise imobiliária do “subprime” foi o clímax das sucessivas bolhas especulativas, com repercussão mundial e origem no centro da economia-mundo, os EUA.&lt;br /&gt;A implosão dos mercados financeiros e, sobretudo do crédito, secou o financiamento à economia.&lt;br /&gt;Neste contexto, as fragilidades da Zona Euro tornam-se evidentes. Num espaço económico desigual, onde Alemanha e a Holanda produzem bens de equipamento e de alto valor acrescentado, enquanto países periféricos como Portugal e Grécia apresentam atrasos estruturais, as crises têm um efeito assimétrico que tornam uma política monetária única insustentável. Os interesses dos “clusters” exportadores dos primeiros nos mercados emergentes, acentuam ainda mais a tensão e a divergência de interesses dentro da Zona Euro.&lt;br /&gt;Por outro lado, os estatutos do Banco Central Europeu apresentam dificuldades, quando a ameaça é a deflação, com a correspondente “armadilha da dívida”, e a depressão, e não a inflação. O recurso ao financiamento directo das dívidas públicas é uma opção possível, à semelhança da Reserva Federal Americana.&lt;br /&gt;Perante estas pressões, a Zona Euro corre o risco de implodir se não forem introduzidos mecanismos de reequilíbrio. As dívidas públicas serão estruturais sem crescimento económico. Não se trata apenas de erros na condução da política económica. As políticas pró-ciclicas de austeridade seguidas em simultâneo conduzem ao agravamento da crise.&lt;br /&gt;As lições da Grande Depressão parecem ter sido esquecidas. A estabilidade e o crescimento sustentado dependem do equilíbrio de forças e da coordenção das políticas económicas. O capitalismo necessita da redistribuição para funcionar, seja à escala da Zona Euro, seja à escala mundial.&lt;br /&gt;Sem uma resposta global, o ajustamento poderá ser feito pelo proteccionismo, revertendo a globalização económica. No entanto, a crise ambiental e energética coloca restrições ao estímulo às economias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;O objectivo deste trabalho é analisar as principais dinâmicas que estão a pressionar a coesão da Zona Euro. A crise financeira internacional e a heterogeneidade dos países que compõem a Zona Euro estão a testar o actual enquadramento institucional da União Europeia, revelando as suas fragilidades.&lt;br /&gt;1. Enquadramento histórico&lt;br /&gt;Os anos do pós-guerra na Europa Ocidental, até ao início da década de 70, caracterizaram-se por um crescimento económico e níveis de bem-estar sem precedentes. Ficaram conhecidos como “Os Gloriosos Trinta” .&lt;br /&gt;O planeamento e regulação da economia pelo Estado, resultante dos ensinamentos retirados da análise das causas da Grande Depressão dos anos 30 e da gestão da economia de guerra, contribuíram para o equilíbrio e a estabilidade financeira deste período. John Maynard Keynes foi a personagem decisiva no desenvolvimento de um novo quadro analítico de compreensão da natureza das crises e da gestão da economia. Até aí, basicamente, vigorava a Lei de Say: toda a oferta cria a sua própria procura . Ou seja, não poderia haver crises de superprodução, a economia estaria sempre em equilíbrio. No entanto, o rápido desenvolvimento da revolução industrial permitiu acréscimos substanciais da oferta de bens, sem a correspondente transformação social e institucional paralela que permitisse absorver essa oferta. Sucederam-se as crises da procura até à Grande Depressão dos anos 30.&lt;br /&gt;Keynes veio demonstrar que a economia não tende necessariamente para o equilíbrio. O Estado teria um papel fundamental na gestão da economia, para repor esse equilíbrio, através, quer das políticas orçamental e fiscal, quer na condução da política monetária. Com o seu “paradoxo da poupança”, revelou também que a lógica associada a determinados comportamentos individuais não pode ser generalizada para o resultado agregado desses comportamentos. A maior poupança de um indivíduo, quando generalizada a um conjunto de indivíduos pode levar a uma poupança agregada menor à que existia antes da decisão de poupar mais.&lt;br /&gt;A nível internacional, as instituições conhecidas como sistema Bretton Woods foram criadas “para evitar que as forças depressivas fossem transmitidas através do sistema de pagamentos internacionais e de transacções” . O sistema monetário internacional estava assente num regime de taxas de câmbio fixas, baseado no padrão ouro-dólar. Todas as outras moedas estavam indexadas ao dólar, podendo ser trocadas por ouro. Os EUA, com as suas reservas de ouro, constituíam o garante deste sistema.&lt;br /&gt;No entanto, no início dos anos 70, com a ascensão económica da Europa e do Japão, e a Guerra do Vietname, os EUA da era Nixon acabaram com a convertibilidade do dólar, passando a vigorar um sistema de câmbios flutuantes.&lt;br /&gt;No início dos anos 80, com Reagan e Margaret Thatcher, “os mercados foram desregulamentados, os impostos desceram, os sindicatos foram arrasados e as instituições internacionais enfraquecidas. A filosofia de Bretton Woods de um capitalismo global administrado foi substituída pelo Consenso de Washington (…): comércio livre, privatizações, desregulamentação, equilíbrio orçamental, estabelecimento de objectivos para inflação, taxas de câmbio flutuantes” . Durante este período, houve cinco recessões mundiais – sendo a última, a maior e mais profunda desde a Grande Depressão” .&lt;br /&gt;Deste modo, a figura de Keynes volta a assumir destaque na tentativa de compreender a crise actual.&lt;br /&gt;2. Globalização Económica&lt;br /&gt;2.1 A liberalização do comércio.&lt;br /&gt;A liberalização do comércio internacional trouxe muitas vantagens, desde logo com o objectivo de evitar novos conflitos bélicos entre os europeus. No entanto, sobretudo a partir dos anos 90, com a queda do Muro de Berlim e a ascensão da China na economia mundial, a liberalização do comércio e dos investimentos opôs países muito desiguais, em termos de rendimentos. O resultado foi uma progressiva deslocalização da produção. Países como o Reino Unido e os EUA passaram por um processo de desindustrialização acentuado.&lt;br /&gt;Como refere Graham Turner em “The Credit Crunch”, “But free trade today is no longer driven by comparative advantage, rather the ability to maximize profits by cutting costs” .&lt;br /&gt;“High-value manufacturing is disappearing from Britain. Every single category of manufacturing employment has fallen since 1997, with many industries shedding a fifth of their workforce and more” .&lt;br /&gt;2.2 Desequilíbrios financeiros e comerciais: crises recorrentes&lt;br /&gt;A liberalização internacional dos capitais, imposta pelo FMI à generalidade dos países em desenvolvimento (a China e a Índia, mantiveram sempre controlos de capitais), conjugada com a desregulação financeira, de que a revogação, em 1999, da Lei Glass-Steagall de 1933 – esta lei impedia os bancos a retalho de se envolverem directamente em operações de investimento como a subscrição e a venda de títulos - é um marco, acentuaram a chamada “financeirização” da economia, ou seja, uma economia assente nos serviços financeiros e na especulação:&lt;br /&gt;“Above all, there is a gulf opening up between the productive and unproductive sectors of the global economy; a growing disconnect between the real economy – where food is grown, goods are made and exchanged, value is added through knowledge and skill – and the virtual economy of bank money, gambling, tax evasion, speculation, credit cards and debt”&lt;br /&gt;A globalização económica e financeira ficou marcada por um profundo desequilíbrio . A disponibilidade de uma enorme reserva de mão-de-obra barata nos países em desenvolvimento, rompeu o equilíbrio existente no mundo ocidental na distribuição do rendimento entre capital e trabalho. A deslocalização das indústrias enfraqueceu a capacidade negocial dos sindicatos. Esta situação, por sua vez, gerou um excesso de investimento e de capacidade produtiva, resultante da abundância de capital para investir. A bolha das “dot.com” é um exemplo desse sobreinvestimento.&lt;br /&gt;“The systematic dismantling of the protection previously enjoyed by workers saw the balance of power swing decisively in favour of corporations. Globalisation and the removal of trade barriers accelerated the shift. Overinvestment and overproduction became the key threats, not inflation.”&lt;br /&gt;As primeiras recessões dos anos 80 foram causadas devido ao combate à inflação, mas a partir da crise asiática de 1997, a natureza da crise era deflacionária, ou seja, fruto de défice da procura.&lt;br /&gt;A forma encontrada para absorver este excesso de oferta foi estimular o crédito. Esta foi uma característica quer dos países desenvolvidos, quer dos países em desenvolvimento. Os EUA e o Reino Unido, por exemplo, geraram gigantescas dívidas, públicas e privadas, bem como enormes défices comerciais .&lt;br /&gt;3. A Grande Crise Financeira – O regresso da Depressão Económica?&lt;br /&gt;A actual crise financeira, ao contrário das anteriores, teve o seu epicentro no chamado Primeiro Mundo , no caso, os EUA. A progressiva perda de competitividade da economia americana, reflectiu-se no enorme endividamento externo:&lt;br /&gt;“The US was also the world´s largest external debtor, owing a mammoth $2.5 trillion to creditors overseas, equal to 19.2 per cent of GDP”.&lt;br /&gt;Esta situação foi compensada com a “financeirização” da economia, baseada no aumento do peso dos serviços financeiros no PIB. O culminar desta onda especulativa, que confundiu a economia real com a especulação financeira, ocorreu com a crise imobiliária do “subprime”. A explosão da titularização de hipotecas ocorrida a partir de 2000, em simultâneo com a referida revogação da Lei Glass-Steagall, a decisão da Administração Clinton de não regular os Credit Default Swaps (CDS, instrumento financeiro ) e a decisão do regulador do mercado de capitais americano – a SEC (Securities and Exchange Commission) – de permitir aos bancos aumentarem os seus rácios de alavancagem (passivo total /situação líquida) de 10:1 para 30:1, conduziu a uma política de crédito imobiliário totalmente descontrolada. A titularização permitiu transferir o risco para os investidores, confiantes nas notações de risco atribuídas pelas empresas de “rating” e nos ganhos apreciáveis da fase do “boom”. Em 2007-2008, a crise manifestou-se revelando a fraude dos títulos sem qualquer valor, designados “activos tóxicos”, na posse de todo o sistema financeiro internacional: “Mesmo no momento actual não é possível determinar com exactidão quantos biliões destes activos tóxicos permanecem nas folhas de balanço das instituições financeiras ou o seu valor real”.&lt;br /&gt;3.1 As lições do passado foram esquecidas?&lt;br /&gt;Keynes havia chamado a atenção para a dimensão da incerteza, distinta do conceito de risco (mensurável), na vida económica. Os mercados financeiros, assentes na Teoria dos Mercados Financeiros Eficientes, julgaram poder controlar todos os riscos inerentes a todos os novos instrumentos financeiros, esquecendo aquela diferença fundamental entre risco e incerteza.&lt;br /&gt;A desconfiança no sistema levou ao colapso do mercado do crédito, empurrando a economia norte-americana para o abismo. Pela primeira vez desde os anos 30, a depressão económica surgiu no horizonte , levando as autoridades americanas a fazer tábua rasa de preceitos monetaristas, com a Reserva Federal (Banco Central dos EUA) a injectar directamente, milhares de milhões de dólares para aquisição de activos públicos e privados, o chamado “quantitative easing” .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.2 EUA vs China – o proteccionismo será inevitável?&lt;br /&gt;Contudo, o “quantitative easing” gerou desconforto da parte dos detentores de dívida pública americana, nomeadamente da República Popular da China, o maior credor do Tesouro Americano , em cerca de 895 mil milhões de dólares (dados de Novembro de 2010).&lt;br /&gt;A relação comercial entre a China e os EUA é o exemplo mais importante dos desequilíbrios criados pela globalização. Esta gerou uma dependência mútua entre a maior potência militar e económica, os EUA, e aquela que é sua a maior rival a prazo, a China. A queda de um, implica a queda do outro, é a repetição, em versão económica, do “MAD (Mutual Assured Destruction)”.&lt;br /&gt;A China desenvolveu uma dependência – que procura agora equilibrar – em relação ao mercado de exportação americano e ao investimento vindo deste, e os EUA, por sua vez, financiaram o seu crescimento com reduzida inflação, com as aplicações das poupanças chinesas.&lt;br /&gt;O “quantitative easing” motivou desconforto dos chineses , uma vez que põe em causa a credibilidade do dólar e o valor dos investimentos chineses. Por sua vez, os EUA insistem na revalorização do yuan, no sentido de reequilibrar a relação comercial entre os dois países. No entanto, o problema é estrutural, e radica na desindustrialização operada nas últimas décadas nos EUA. O proteccionismo vai assim ganhando adeptos:&lt;br /&gt;“A backlash against free trade is now gathering momentum in the US, and protectionism has become a key battleground for the US 2008 presidential election.”&lt;br /&gt;4. A Zona Euro: estabilidade à escala europeia?&lt;br /&gt;A Zona Euro é hoje constituída por 17 dos 27 países da União Europeia. O último país a aderir foi a Estónia, em Janeiro de 2011.&lt;br /&gt;O euro, aquando da sua criação, pretendia conferir maior estabilidade às economias europeias, protegendo-as da instabilidade e especulação cambiais que se vivia no mercado internacional.&lt;br /&gt;4.1 Assimetrias de desenvolvimento não resistem ao choque da crise mundial.&lt;br /&gt;Contudo, os dezassete países que compõem hoje a Zona Euro caracterizam-se pela sua grande heterogeneidade. Os países do centro, geográfico e económico, como a Alemanha, a França e a Holanda não têm os mesmos problemas e interesses estratégicos que os países da periferia, como Portugal ou a Grécia.&lt;br /&gt;A Globalização favorece o “cluster” dos sectores de exportação intensiva alemão. A Alemanha beneficia da abertura dos mercados dos BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). A recuperação das exportações alemãs na segunda metade de 2009 baseou-se, sobretudo, no grande aumento das exportações para estes países . Ao mesmo tempo, os países da periferia da Zona Euro, e da periferia da União Europeia em geral, são os mais afectados pela concorrência internacional em sectores mais tradicionais, de países como a China.&lt;br /&gt;A crise financeira internacional obrigou à intervenção dos Estados para recapitalizar o sistema financeiro, abalando os chamados critérios de convergência nominal, nomeadamente do défice e da dívida públicos. O resultado é a crise da dívida soberana que alastra pela Europa. Num cenário de fraco crescimento económico, os países da periferia vêem-se envolvidos num colete de forças: têm de reduzir os seus défices e aplicam medidas de austeridade que comprometem ainda mais o crescimento, sendo penalizados pelos mercados no acesso ao crédito, precisamente pelas fracas perspectivas de crescimento.&lt;br /&gt;Esta crise veio revelar a fragilidade das bases da união monetária. A Zona Euro não corresponde a uma zona monetária óptima. Uma zona monetária óptima caracteriza-se por ter plena liberdade de circulação do capital e do trabalho (e/ou total flexibilidade dos salários), por ter um mecanismo fiscal automático de redistribuição do rendimento e por incluir países ou regiões cujo ciclo económico é semelhante .&lt;br /&gt;4.1.1 Alemanha vs PIGS&lt;br /&gt;Segundo o “The World Factbook” da CIA, as estimativas para 2010 para os maiores exportadores mundiais colocam a Alemanha em 2º lugar, apenas ultrapassada pela China, com 1.337 mil milhões de dólares. Ainda de acordo com a fonte indicada, 68,4% das exportações da União Europeia são alemãs! É um registo notável. No entanto, este desequilíbrio não é sustentável, por natureza. Pela simples razão de que um excedente comercial de um país, ou grupo de países, reflecte-se necessariamente num défice de um conjunto de outros.&lt;br /&gt;Como refere o estudo “The Eurozone Betwwen Austerity and Default” , a União Económica e Monetária(UEM) criou as condições para o enorme endividamento dos Estrutura das exportações alemãs por região&lt;br /&gt;Destino Europa União Europeia Ásia América África Oceânia&lt;br /&gt;% 75% 62% 14% 10% 2% 1%&lt;br /&gt;países da periferia, depreciativamente designados por PIGS (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha) pela imprensa internacional. Os Planos Estabilidade e Crescimento limitaram o endividamento público, mas a dívida privada foi a que mais aumentou. A dívida total destes países aumentou duas a três vezes no decurso da União Monetária Europeia. A debilidade estrutural das economias da periferia, pouco competitivas em relação às economias do centro, aliada à significativa redução das taxas de juro, que adesão ao euro proporcionou, criaram as condições para esta situação.&lt;br /&gt;Países Espanha Portugal Grécia&lt;br /&gt;Dívida Total (pública e privada) em % do PIB 506% 479% 296%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Países Espanha Portugal Grécia&lt;br /&gt;Rácio Div. Privada/Div Pública 87:13 85:15 58:42&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram os bancos do centro que aceitaram financiar estas dívidas. A crise internacional e os problemas de financiamento do sistema bancário, tornaram o endividamento dos países da periferia numa ameaça aos grandes bancos europeus, nomeadamente alemães.&lt;br /&gt;4.2 Colapso do Euro ou novas regras?&lt;br /&gt;Como diz Dani Rodrik, a Europa teve o azar de enfrentar a pior crise desde os anos 30, a meio do seu processo de integração. Como refere também o centro de reflexão Bruegel, faltou à UEM desde o início uma cláusula de “bail-out” (resgate).&lt;br /&gt;Num panorama económico que ameaça transformar-se numa crise económica deflacionária, o peso real das dívidas aumenta, envolvendo os países na chamada “armadilha da dívida” . O incumprimento das dívidas de países como a Grécia ou a Irlanda torna-se quase inevitável:&lt;br /&gt;“Infelizmente, pode ser já demasiado tarde para a zona euro. A Irlanda e os países do Sul da Europa têm de reduzir a dívida e melhorar muito significativamente a competitividade das suas economias. É difícil imaginar como poderão alcançar estas duas metas enquanto permanecerem na zona euro. (…) Pertencer à mesma zona monetária que a Alemanha vai condenar estes países a anos de deflação, elevado desemprego, e a agitação política nacional. Sair da zona euro poderá ser, no ponto em que as coisas estão, a única opção realista para a recuperação” .&lt;br /&gt;O perigo de contágio a economias de maior dimensão como a Espanha, levanta questões sobre a capacidade do Fundo Europeu de Estabilização Financeira para “salvar” estas economias, também devido à morosidade dos processos para o dotar dos meios necessários. Este perigo de contágio ameaça o próprio centro do sistema. A Alemanha, como vimos, tem também muito a perder. Quer porque o seu excedente é, em larga medida, o espelho dos défices dos restantes países, quer porque beneficia de uma Zona Euro alargada .&lt;br /&gt;O centro Bruegel propõe a criação de um Mecanismo Europeu de Resolução de Crises (European Crisis Resolution Mechanism), assente no estabelecimento de um tribunal especial para resolução de falências soberanas. Esta solução exigirá, provavelmente, um novo tratado e levanta a questão de quem pagará as falências soberanas. Este é um problema que não se resolve administrativamente. Os estabilizadores automáticos (impostos e subsídio de desemprego, p. ex.), em situação de profunda recessão, podem anular completamente todas as medidas discricionárias de um governo para reduzir o défice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.2.1 Estatuto do BCE&lt;br /&gt;O Tratado de Maastricht limitou o âmbito de actuação do Banco Central Europeu (BCE) . Este e os bancos centrais nacionais, ficaram impedidos de financiar directamente os défices públicos, com o fim declarado de garantir a estabilidade dos preços. A União Europeia está também proibida pelos Tratados de emitir dívida pública, através da emissão de obrigações. Estas limitações confrontaram o Banco Central Europeu com o dilema colocado pelo risco de implosão das dívidas soberanas e do sistema financeiro. O BCE tem vindo a intervir ocasionalmente nos mercados de dívida pública, comprando dívida através do mercado secundário (dívida já emitida, contornando, assim, críticas que o acusavam de violar os Tratados), com o intuito de aliviar a pressão dos mercados sobre a dívida. O sucesso tem sido escasso, revelando a necessidade de soluções mais duradouras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.2.2 Federalismo Fiscal&lt;br /&gt;Citando mais uma vez Dani Rodrik, professor da Universidade de Harvard:&lt;br /&gt;“(…), o verdadeiro problema está em que a Europa não criou as instituições a nível da União que um mercado financeiro integrado exige.(…) entre democracias, a união monetária é impossível sem união política.” .&lt;br /&gt;Para o Euro, e o projecto europeu, ser viável, provavelmente a Europa terá que aprofundar o federalismo fiscal, aumentando significativamente o orçamento comunitário dos actuais 1% do PIB da União e dotando-se de mecanismos automáticos de transferência de fundos para as regiões em dificuldade, à semelhança do que sucede com os EUA.&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;A Europa no seu conjunto está confrontada com a hipótese de uma crise económica sem precedentes, se não tomar medidas rápidas e decisivas. O Japão vive há cerca de duas décadas uma situação de estagnação económica que teve na origem uma crise imobiliária seguida de falências em série no sistema bancário.&lt;br /&gt;As políticas de austeridade que têm sido seguidas poderão agudizar ainda mais o problema, porque tendem a agravar o peso da dívida em relação ao PIB, quer por efeito da diminuição do crescimento, quer pela ameaça da deflação.&lt;br /&gt;A Europa precisa de rever as suas instituições, mas a prioridade do momento deveria ser o estímulo ao crescimento económico. No entanto, as medidas para o promover devem ser selectivas, tendo em conta novos factores limitativos como a emergente crise energética e ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;ADAM, Shamin e ITO, Aki - G-20 Spat Risk Eases as U.S. Eschews Pushing Targets Nov 8, 2010 http://www.bloomberg.com/news/2010-11-07/g-20-conflict-risk-eases-as-u-s-says-current-account-targets-unrealistic.html&lt;br /&gt;CIA The World Factbook - Country Comparison Exports - https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/rankorder/2078rank.html&lt;br /&gt;JUDT, Tony – Pós-Guerra: História da Europa desde 1945, Edições 70, Lisboa, 2006 KRUGMAN, Paul - O Regresso da Economia da Depressão e a Crise Actual, Editorial Presença, 2009&lt;br /&gt;LANMAN, Scott - Fed to Buy Extra $600 Billion of Treasuries to Boost Growth Nov 3, 2010 Disponível em : http://www.bloomberg.com/news/2010-11-03/federal-reserve-to-buy-additional-600-billion-of-securities-to-aid-growth.html&lt;br /&gt;LAPAVITSAS, Costas et al., "THE EUROZONE BETWEEN AUSTERITY AND DEFAULT " Research on Money and Finance, SOAS - School of Oriental and African Studies - Universidade de Londres, Setembro 2010&lt;br /&gt;MITCHELL, Bill – “The Euro bosses ignore all the lessons” November 2010 http://bilbo.economicoutlook.net/blog/?p=12176&lt;br /&gt;NEW YORK TIMES, Europe´s Web of Debt, Maio 2010&lt;br /&gt;http://www.nytimes.com/interactive/2010/05/02/weekinreview/02marsh.html&lt;br /&gt;PETTIFOR, Ann, "The Coming First World Debt Crisis", Palgrave Macmillan 2006&lt;br /&gt;PISANY-FERRY, Jean et al., - “A European Mechanism for Sovereign Debt Crisis Resolution: A Proposal”, Bruegel, 2010&lt;br /&gt;POSEN, Adam S., “Having a Large Euro Area Is an Advantage for Germany”, Peterson Institute for International Economics February 19, 2010 disponível em: http://www.iie.com/publications/opeds/oped.cfm?ResearchID=1497&lt;br /&gt;RODRIK, Dani – “Europa: pensar o impensável” Jornal Público 26/12/2010&lt;br /&gt;http://economia.publico.pt/Noticia/europa-pensar-o-impensavel_1472621;&lt;br /&gt;original em Project Syndicate:&lt;br /&gt;http://www.project-syndicate.org/commentary/rodrik51/English&lt;br /&gt;SKIDELSKY, Robert, "Keynes, o regresso do mestre" Texto Editores 1ª edição 2010&lt;br /&gt;TURNER, Graham, "The Credit Crunch, Housing Bubbles, Globalisation and the Worldwide Economic Crisis", Pluto Press, 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://docs.google.com/document/d/1X9JzN3zoU8zWc4lmRUrUARHmt85e6-uQfL_2mHXJ9qw/edit?hl=en"&gt;artigo original&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-1477176749731277276?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/1477176749731277276/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=1477176749731277276' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1477176749731277276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1477176749731277276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2011/03/globalizacao-economica-e.html' title='&quot;A Globalização económica e a insustentabilidade da zona euro no actual enquadramento institucional da UE&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-766211373119240058</id><published>2011-03-09T21:44:00.000Z</published><updated>2011-03-09T21:44:24.760Z</updated><title type='text'>Joel E. Cohen - How Many People Can the Earth Support?</title><content type='html'>&lt;iframe height="295" src="http://www.youtube.com/embed/gmALGtDTQWo?fs=1" frameborder="0" width="480" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-766211373119240058?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/766211373119240058/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=766211373119240058' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/766211373119240058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/766211373119240058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2011/03/joel-e-cohen-how-many-people-can-earth.html' title='Joel E. Cohen - How Many People Can the Earth Support?'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/gmALGtDTQWo/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-7183113769274123722</id><published>2011-02-28T21:29:00.004Z</published><updated>2011-02-28T21:58:55.000Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Energia'/><title type='text'>Racionamento de energia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Por altura da Cimeira do Clima em Cancun, surgiu uma &lt;a href="http://www.telegraph.co.uk/earth/copenhagen-climate-change-confe/8165769/Cancun-climate-change-summit-scientists-call-for-rationing-in-developed-world.html"&gt;notícia&lt;/a&gt; de que alguns cientistas defenderam a necessidade de promover o racionamento da energia à semelhança do ocorrido na Segunda Grande Guerra. Afirmava-se que, para reduzir as emissões de CO2 e permitir algum crescimento económico nos países pobres, os países desenvolvidos teriam que suspender o seu crescimento para os próximos 20 anos. &lt;span class="fullpost"&gt;Agora, num &lt;a href="http://rsta.royalsocietypublishing.org/content/369/1934/20"&gt;artigo publicado na "Philosophical Transactions of the Royal Society", Kevin Anderson, ex-director do &lt;a href="http://www.tyndall.ac.uk/"&gt;Tyndall Centre for Climate Change &lt;/a&gt;da Universidade de Manchester,&lt;/a&gt; e Alice Bows, afirmam que as metas que têm vindo a ser fixadas nas últimas cimeiras são incoerentes com os resultados que vêm sendo fornecidos pela ciência, nomeadamente o objectivo de limitar o aquecimento global a 2ºC. Mais importante ainda, para travarmos as emissões de CO2, não é possível manter o crescimento económico o que exigirá uma "austeridade planeada". Excerto da conclusão do artigo:&lt;br /&gt;«In relation to the first two issues, the Copenhagen Accord and many other highlevel policy statements are unequivocal in both their recognition of 2ºC as the appropriate delineator between acceptable and dangerous climate change and the need to remain at or below 2ºC. Despite such clarity, those providing policy advice frequently take a much less categorical position, although the implications of their more nuanced analyses are rarely communicated adequately to policy makers.&lt;br /&gt;Moreover, given that it is a ‘political’ interpretation of the severity of impacts that informs where the threshold between acceptable and dangerous climate change resides, the recent reassessment of these impacts upwards suggests current analyses of mitigation significantly underestimate what is necessary to avoid dangerous climate change. Nevertheless, and despite the evident logic for revising the 2ºC threshold, there is little political appetite and limited academic support for such a revision. In stark contrast, many academics and wider policy advisers undertake their analyses of mitigation with relatively high probabilities of exceeding 2ºC and consequently risk entering a prolonged period of what can now reasonably be described as extremely dangerous climate change.&lt;br /&gt;Put bluntly, while the rhetoric of policy is to reduce emissions in line with avoiding dangerous climate change, most policy advice is to accept a high probability of extremely dangerous climate change rather than propose radical and immediate emission reductions.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...] However, given the CCC acknowledge ‘it is not now possible to ensure with high likelihood that a temperature rise of more than 2ºC is avoided’ and given the view that reductions in emissions in excess of 3–4% per year are not compatible with economic growth, the CCC are, in effect, conceding that avoiding dangerous (and even extremely dangerous) climate change is no longer compatible with economic prosperity. [...]&lt;br /&gt;By contrast, the logic of such studies suggests (extremely) dangerous climate change can only be avoided if economic growth is exchanged, at least temporarily, for a period of planned austerity within Annex 1 nations and a rapid transition away from fossil-fuelled development within non-Annex 1 nations.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;However, this paper is not intended as a message of futility, but rather a bare and perhaps brutal assessment of where our ‘rose-tinted’ and well intentioned (though ultimately ineffective) approach to climate change has brought us.&lt;br /&gt;Real hope and opportunity, if it is to arise at all, will do so from a raw and dispassionate assessment of the scale of the challenge faced by the global community. This paper is intended as a small contribution to such a vision and future of hope.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-7183113769274123722?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/7183113769274123722/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=7183113769274123722' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7183113769274123722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7183113769274123722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2011/02/racionamento-de-energia.html' title='Racionamento de energia'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-5050460187208393152</id><published>2011-02-04T21:31:00.006Z</published><updated>2011-02-05T00:39:43.069Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Limites do Crescimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>"O terrorismo dos juros compostos"</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/9znsuCphHUU?fs=1" frameborder="0" allowFullScreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta expressão foi retirada do livro "&lt;a href="href="http://www.almedina.net/catalog/product_info.php?products_id=12985"&gt;Pequeno Tratado do Decrescimento Sereno&lt;/a&gt;", de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Serge_Latouche"&gt;Serge Latouche&lt;/a&gt;. De facto, se pensarmos nas consequências do crescimento exponencial, poderemos ficar assustados com as conclusões. Por isso talvez se perceba melhor a frase de &lt;a href="http://www.albartlett.org/index.html"&gt;Al Bartlett&lt;/a&gt; de que: "The greatest shortcoming of the human race is our inability to understand the exponential function." &lt;br /&gt;Bastam umas contas simples, referidas no mencionado livro (pág. 36):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para obtermos o período de duplicação de uma determinada grandeza, basta dividirmos 70 pela taxa de crescimento por unidade de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto significa que, por exemplo, se o PIB crescer 3% ao ano, ele duplicará aproximadamente de 23 em 23 anos, e ao fim de 1 século terá crescido cerca de 31 vezes! Mas se crescer 10% ao ano (como na China) duplicará de 7 em 7 anos, e ao fim de um século terá crescido cerca de 16384 vezes! O livro indica 736, mas julgo que está errado, por defeito. 16384 obtém-se do seguinte modo: como a duplicação ocorre de 7 em 7 anos, existem cerca de 14 períodos de 7 anos num século, 2^14=16384!&lt;br /&gt;Se me enganei nas contas, corrijam-me. De qualquer modo, isto ilustra a escala do crescimento, manifestamente insustentável. De modo mais directo,evitando as aproximações, a 10%,ao fim de um século, a grandeza cresceria 13780 vezes (1.10^100).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-5050460187208393152?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/5050460187208393152/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=5050460187208393152' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5050460187208393152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5050460187208393152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2011/02/arithmetic-population-and-energy-1-talk.html' title='&quot;O terrorismo dos juros compostos&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/9znsuCphHUU/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-803929237895617406</id><published>2011-02-03T20:57:00.004Z</published><updated>2011-02-03T21:06:03.150Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><title type='text'>AIE: Pico do Petróleo em 2006!</title><content type='html'>A Agência Internacional de Energia veio afirmar, no seu &lt;a href="http://www.iea.org/weo/docs/weo2010/weo2010_es_portuguese.pdf"&gt;World Energy Outlook de 2010(em português)&lt;/a&gt;, que o pico mundial de produção de petróleo convencional já ocorreu. E já passaram mais de 4 anos! Foi em 2006! Afinal, eram organizações como a ASPO que tinham razão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Crude oil output reaches an undulating plateau of around 68-69 mb/d by 2020 but never regains its all-time peak of 70 mb/d reached in 2006" &lt;a href="http://www.iea.org/weo/docs/weo2010/WEO2010_ES_English.pdf"&gt;pág. 6 Sumário Executivo (em inglês)&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-803929237895617406?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/803929237895617406/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=803929237895617406' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/803929237895617406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/803929237895617406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2011/02/aie-pico-do-petroleo-em-2006.html' title='AIE: Pico do Petróleo em 2006!'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-1196071043410538540</id><published>2011-01-04T18:27:00.000Z</published><updated>2011-01-04T18:27:16.642Z</updated><title type='text'>The 8 Minute Epoch: 65 million Years with James Hansen</title><content type='html'>&lt;iframe height="295" src="http://www.youtube.com/embed/ZGFAWzjO378?fs=1" frameborder="0" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-1196071043410538540?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/1196071043410538540/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=1196071043410538540' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1196071043410538540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1196071043410538540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2011/01/8-minute-epoch-65-million-years-with.html' title='The 8 Minute Epoch: 65 million Years with James Hansen'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/ZGFAWzjO378/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-1787672234486596445</id><published>2011-01-03T10:31:00.000Z</published><updated>2011-01-03T10:31:59.142Z</updated><title type='text'>Hans Rosling's 200 Countries, 200 Years, 4 Minutes - The Joy of Stats - ...</title><content type='html'>&lt;iframe height="295" src="http://www.youtube.com/embed/jbkSRLYSojo?fs=1" frameborder="0" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-1787672234486596445?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/1787672234486596445/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=1787672234486596445' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1787672234486596445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1787672234486596445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2011/01/hans-roslings-200-countries-200-years-4.html' title='Hans Rosling&apos;s 200 Countries, 200 Years, 4 Minutes - The Joy of Stats - ...'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/jbkSRLYSojo/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-1360399265393615680</id><published>2010-09-13T18:25:00.001Z</published><updated>2010-09-13T18:26:40.865Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>The Happy Planet Index</title><content type='html'>&lt;object width="446" height="326"&gt;&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/NicMarks_2010G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/NicMarks-2010G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=944&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=nic_marks_the_happy_planet_index;year=2010;theme=what_makes_us_happy;theme=new_on_ted_com;theme=a_taste_of_tedglobal_2010;event=TEDGlobal+2010;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/NicMarks_2010G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/NicMarks-2010G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=944&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=nic_marks_the_happy_planet_index;year=2010;theme=what_makes_us_happy;theme=new_on_ted_com;theme=a_taste_of_tedglobal_2010;event=TEDGlobal+2010;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-1360399265393615680?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/1360399265393615680/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=1360399265393615680' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1360399265393615680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1360399265393615680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2010/09/blog-post.html' title='The Happy Planet Index'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-31235742282101879</id><published>2010-09-09T18:23:00.006Z</published><updated>2010-09-09T18:44:18.740Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><title type='text'>O movimento anti-ciência e anti-regulação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A revista Nature, em editorial intitulado &lt;a href="http://www.nature.com/nature/journal/v467/n7312/full/467133a.html"&gt;"Science Scorned"&lt;/a&gt; - "Desdém pela Ciência" - alerta para a gravidade de se ignorar a ciência na tomada de decisões políticas. Refere o caso dos EUA, onde movimentos ultra-conservadores estão a conseguir bloquear a tomada de decisões, prejudicando seriamente o futuro da economia americana e muito mais do que isso. &lt;span class="fullpost"&gt;«Last month’s recall of hundreds of millions of US eggs because of the risk of salmonella poisoning, and the Deepwater Horizon oil spill, are timely reminders of why the US government needs to serve the people better by developing and enforcing improved sciencebased regulations. Yet the public often buys into anti-science, antiregulation agendas that are orchestrated by business interests and their sponsored think tanks and front groups.» Há quem pareça pensar que nada disto existe, que acontece tudo por acaso, quando - como refere o próprio artigo - muitas destas posições são orquestradas por grupos e "think tanks" ligados a interesses comerciais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-31235742282101879?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/31235742282101879/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=31235742282101879' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/31235742282101879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/31235742282101879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2010/09/o-movimento-anti-ciencia-e-anti.html' title='O movimento anti-ciência e anti-regulação'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-7778820140618298072</id><published>2010-08-06T20:24:00.009Z</published><updated>2010-08-12T15:33:18.248Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><title type='text'>Os Fogos na Rússia</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/TFxxwR5FZWI/AAAAAAAAAeU/W7dcM_9gtsg/s1600/Fogos+Russia.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502397918990394722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 308px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/TFxxwR5FZWI/AAAAAAAAAeU/W7dcM_9gtsg/s320/Fogos+Russia.gif" border="0" /&gt;&lt;a href="http://earthobservatory.nasa.gov/IOTD/view.php?id=45046"&gt;A dimensão dos fogos&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A extensão dos fogos na Rússia e na Ásia Central é impressionante. Segundo a ligação da NASA, indicada acima, estendem-se por cerca de 3.000 kms. Nem o metro de &lt;a href="http://www.mefeedia.com/news/32305649"&gt;Moscovo&lt;/a&gt; escapa ao fumo. Os puristas dirão sempre que não se devem tirar conclusões sobre este tipo de acontecimentos e a sua ligação com as alterações climáticas. Mas a verdade é que as alterações climáticas estão a ocorrer, e estão a ocorrer neste planeta, e não num mundo abstracto, e portanto é natural que se reflictam em fenómenos extremos como este, ou como nas &lt;a href="http://www.foreignpolicy.com/articles/2010/08/04/zardaris_katrina"&gt;cheias do Paquistão&lt;/a&gt;. &lt;span class="fullpost"&gt;O próprio presidente russo - país que tem até agora desprezado o problema - fez &lt;a href="http://climateprogress.org/2010/08/05/russia-medvedev-global-climate-change-drought-heat-wave-grain-harvest/"&gt; declarações no sentido de que não podemos continuar como até aqui.&lt;/a&gt; Actualização: vale a pena ler &lt;a href="http://www.wmo.int/pages/mediacentre/news/extremeweathersequence_en.html"&gt;este comunicado &lt;/a&gt; da Organização Meteorológica Mundial a propósito da série de eventos extremos que se têm registado um pouco por todo o mundo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-7778820140618298072?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/7778820140618298072/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=7778820140618298072' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7778820140618298072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7778820140618298072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2010/08/os-fogos-na-russia.html' title='Os Fogos na Rússia'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/TFxxwR5FZWI/AAAAAAAAAeU/W7dcM_9gtsg/s72-c/Fogos+Russia.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-8734560834105359290</id><published>2010-08-03T19:53:00.000Z</published><updated>2010-08-03T19:53:22.531Z</updated><title type='text'>2010 a caminho de ser o ano mais quente.</title><content type='html'>&lt;object style="background-image:url(http://i1.ytimg.com/vi/PLnJttkhDTM/hqdefault.jpg)"  width="480" height="295"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PLnJttkhDTM&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/PLnJttkhDTM&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" width="480" height="295" allowScriptAccess="never" allowFullScreen="true" wmode="transparent" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-8734560834105359290?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/8734560834105359290/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=8734560834105359290' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8734560834105359290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8734560834105359290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2010/08/2010-caminho-de-ser-o-ano-mais-quente.html' title='2010 a caminho de ser o ano mais quente.'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-7895842387844904082</id><published>2010-07-19T20:50:00.000Z</published><updated>2010-07-19T20:50:57.014Z</updated><title type='text'>Stephen Schneider: a morte de um grande cientista.</title><content type='html'>&lt;object style="background-image:url(http://i4.ytimg.com/vi/3IFGTBuT43w/hqdefault.jpg)"  width="480" height="295"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3IFGTBuT43w&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3IFGTBuT43w&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" width="480" height="295" allowScriptAccess="never" allowFullScreen="true" wmode="transparent" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-7895842387844904082?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/7895842387844904082/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=7895842387844904082' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7895842387844904082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7895842387844904082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2010/07/stephen-schneider-morte-de-um-grande.html' title='Stephen Schneider: a morte de um grande cientista.'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-4542209078154419213</id><published>2010-03-08T19:40:00.001Z</published><updated>2010-03-08T19:40:26.259Z</updated><title type='text'>Answering Climate Change Skeptics, Naomi Oreskes</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/XXyTpY0NCp0' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/XXyTpY0NCp0'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-4542209078154419213?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/4542209078154419213/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=4542209078154419213' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4542209078154419213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4542209078154419213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2010/03/answering-climate-change-skeptics-naomi.html' title='Answering Climate Change Skeptics, Naomi Oreskes'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-5166071923470521594</id><published>2010-02-04T20:02:00.002Z</published><updated>2010-02-04T20:06:34.431Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>“The Science of Climate Change”</title><content type='html'>&lt;object width="400" height="300" data="http://www.americanprogress.org/images/rd2/flash/flowplayer.commercial-3.0.5.swf" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.americanprogress.org/images/rd2/flash/flowplayer.commercial-3.0.5.swf"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;param name="flashvars" value="'config="{"&gt;&lt;/object&gt;&lt;a href="http://www.americanprogress.org/events/2010/02/climatescience.html/#presentations"&gt;“The Science of Climate Change”&lt;/a&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-5166071923470521594?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/5166071923470521594/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=5166071923470521594' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5166071923470521594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5166071923470521594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2010/02/science-of-climate-change.html' title='“The Science of Climate Change”'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-5334509604901717718</id><published>2010-01-25T20:10:00.003Z</published><updated>2010-01-25T20:17:24.395Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>The Business of Climate Change Conference 2009</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/wYuLjGQQ-jg" name="movie"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/wYuLjGQQ-jg" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.energybulletin.net/node/51306"&gt;Jeff Rubin&lt;/a&gt;, autor de "Why Your World Is About To Get A Whole Lot Smaller".&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-5334509604901717718?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/5334509604901717718/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=5334509604901717718' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5334509604901717718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5334509604901717718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2010/01/business-of-climate-change-conference.html' title='The Business of Climate Change Conference 2009'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-853074101018673725</id><published>2009-12-18T17:28:00.003Z</published><updated>2009-12-18T17:33:09.791Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>"Climategate"</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;object id="Main" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="481" align="middle" height="271"&gt;&lt;param name="_cx" value="12726"&gt;&lt;param name="_cy" value="7170"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://mitworld.mit.edu/flash/player/Main.swf?host=cp58255.edgefcs.net&amp;amp;flv=mitw-01233-school-of-science-climategate-jacobi-1-dec2009&amp;amp;preview=http://mitworld.mit.edu//uploads/mitwstill01233schoolofscienceclimategatejacobi10dec2009.jpg"&gt;&lt;param name="Src" value="http://mitworld.mit.edu/flash/player/Main.swf?host=cp58255.edgefcs.net&amp;amp;flv=mitw-01233-school-of-science-climategate-jacobi-1-dec2009&amp;amp;preview=http://mitworld.mit.edu//uploads/mitwstill01233schoolofscienceclimategatejacobi10dec2009.jpg"&gt;&lt;param name="WMode" value="Window"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="-1"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value="000000"&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://mitworld.mit.edu/flash/player/Main.swf?host=cp58255.edgefcs.net&amp;flv=mitw-01233-school-of-science-climategate-jacobi-1-dec2009&amp;preview=http://mitworld.mit.edu//uploads/mitwstill01233schoolofscienceclimategatejacobi10dec2009.jpg" quality="high" bgcolor="#000000" width="481" height="271" name="Main" align="middle" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ver dossier sobre este assunto &lt;a href="http://ambio.blogspot.com/search/label/climategate"&gt;aqui &lt;/a&gt;e &lt;a href="http://dererummundi.blogspot.com/2009/12/delgado-domingos-e-miguel-araujo.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-853074101018673725?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/853074101018673725/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=853074101018673725' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/853074101018673725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/853074101018673725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/12/climategate.html' title='&quot;Climategate&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-751705766473334401</id><published>2009-11-25T16:45:00.003Z</published><updated>2009-11-25T19:38:52.012Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conflitos Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Limites do Crescimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Salários máximos?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/Sw1mnHpBqrI/AAAAAAAAAeI/kfC_WeqTMoQ/s1600/spirit140.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408091549793888946" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 140px; height: 215px; text-align: center;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/Sw1mnHpBqrI/AAAAAAAAAeI/kfC_WeqTMoQ/s320/spirit140.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;"&lt;a href="http://www.guardian.co.uk/books/2009/mar/13/the-spirit-level"&gt;The Spirit Level&lt;br /&gt;: Why More Equal Societies Almost Always Do Better" &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um elemento fundamental para garantir a sustentabilidade é a existência de reduzidos níveis de desigualdade. Este é um aspecto pouco discutido quando se fala num mundo mais sustentável. Como diz &lt;a href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2009/aug/06/maximum-pay-inequlity-executives"&gt;Andrew Simms&lt;/a&gt;, da NEF, “a desigualdade está verdadeiramente na raíz da maior parte dos problemas sociais e, por implicação, dos problemas ambientais”. Isto é fácil de entender na medida em que, quando se exorta a generalidade das pessoas a uma contenção no consumo de recursos, a fazer “sacrifícios”, em nome da “defesa do Planeta” e do ambiente, dificilmente isso será aceite se essas pessoas conviverem com outras que não aparentam respeitar qualquer limite. Isto vem a propósito, por exemplo, dos altos salários e prémios auferidos por gestores (veja-se, entre outros, o caso dos &lt;a href="http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=13539&amp;amp;Itemid=1"&gt;administradores da Redes Energéticas Nacionais&lt;/a&gt;), nomeadamente no sector financeiro, e que estão em parte relacionados com a crise financeira que atravessamos. A perspectiva de salários e prémios cada vez maiores levou a uma crescente alavancagem e a uma tomada de riscos cada vez maior, com o resultado que se conhece. &lt;span class="fullpost"&gt;Como também afirma Simms, tectos salariais seriam bons para a economia, ao contrário do pretendido pelos defensores do "status quo". Crescem as vozes no sentido de impor limites à desigualdade: &lt;a href="http://www.neweconomics.org/projects/income-time-and-carbon"&gt;NEF&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://clients.squareeye.com/uploads/compass/documents/compass%20high%20pay%20B.pdf"&gt;Compass&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://extremeinequality.org/"&gt;Extreme Inequality&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tectos salariais não implicariam necessariamente modelos rígidos. Uma forma de limitar excessos, seria, por exemplo, indexar, ao nível das organizações, os salários máximos aos salários/remunerações mínimos aí praticados. Isto implicaria uma evolução a par, promovendo alguma contenção. &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-751705766473334401?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/751705766473334401/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=751705766473334401' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/751705766473334401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/751705766473334401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/09/salario-maximos.html' title='Salários máximos?'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/Sw1mnHpBqrI/AAAAAAAAAeI/kfC_WeqTMoQ/s72-c/spirit140.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-2739155859409398847</id><published>2009-09-26T10:25:00.003Z</published><updated>2009-09-26T10:41:11.774Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Citações'/><title type='text'>Desobediência Civil</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Civil disobedience is not our problem. Our problem is civil obedience. Our problem is that people all over the world have obeyed the dictates of leaders…and millions have been killed because of this obedience…Our problem is that people are obedient allover the world in the face of poverty and starvation and stupidity, and war, and cruelty. Our problem is that people are obedient while the jails are full of petty thieves… (and) the grand thieves are running the country. That’s our problem.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;«A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desobedi%C3%AAncia_civil"&gt;desobediência civil&lt;/a&gt; não é o nosso problema. O nosso problema é a obediência civil. O nosso problema é que pessoas por todo o mundo têm obedecido os ditames dos líderes ... e milhões têm sido mortos por causa desta obediência...O nosso problema é que as pessoas são obedientes por toda a parte em face da pobreza e da fome, e da estupidez, e da guerra, e da crueldade. O nosso problema é que as pessoas são obedientes enquanto as cadeias estão cheias de ladrões sem importância... (e) os grandes ladrões governam o país. Esse é o nosso problema"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;— &lt;a title="view all quotes by Howard Zinn" href="http://www.goodreads.com/author/quotes/1899.Howard_Zinn" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Howard &lt;span class="il"&gt;Zinn&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;  - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Howard_Zinn"&gt;Historiador norte-americano&lt;/a&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Howard_Zinn"&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-2739155859409398847?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/2739155859409398847/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=2739155859409398847' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/2739155859409398847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/2739155859409398847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/09/desobediencia-civil.html' title='Desobediência Civil'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-569815899402149857</id><published>2009-09-14T17:56:00.000Z</published><updated>2009-09-14T17:57:41.943Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>O Degelo</title><content type='html'>&lt;object width="446" height="326"&gt;&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/JamesBalog_2009G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JamesBalog-2009G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=628&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=james_balog_time_lapse_proof_of_extreme_ice_loss;year=2009;theme=to_boldly_go;theme=a_greener_future;theme=speaking_at_tedglobal2009;theme=new_on_ted_com;theme=media_that_matters;event=TEDGlobal+2009;" /&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/JamesBalog_2009G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JamesBalog-2009G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=628&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=james_balog_time_lapse_proof_of_extreme_ice_loss;year=2009;theme=to_boldly_go;theme=a_greener_future;theme=speaking_at_tedglobal2009;theme=new_on_ted_com;theme=media_that_matters;event=TEDGlobal+2009;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Type rest of the post here.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-569815899402149857?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/569815899402149857/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=569815899402149857' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/569815899402149857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/569815899402149857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/09/o-degelo.html' title='O Degelo'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-425144632661278326</id><published>2009-08-24T20:21:00.005Z</published><updated>2009-08-24T20:54:42.906Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Transportes'/><title type='text'>A reabilitação dos "Trolleybus"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SpL2rew3YWI/AAAAAAAAAeA/t_v8kYCtyVI/s1600-h/trolleys.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SpL2rew3YWI/AAAAAAAAAeA/t_v8kYCtyVI/s320/trolleys.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5373628532259250530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagem: exemplo de Mérida (Venezuela) - &lt;a href="http://www.trolmerida.gob.ve/Trolmerida.gob.ve/"&gt;Trolmérida&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este &lt;a href="http://www.lowtechmagazine.com/2009/07/trolleytrucks-trolleybuses-cargotrams.html"&gt;artigo&lt;/a&gt; da &lt;a href="http://www.lowtechmagazine.com/"&gt;Low-tech Magazine&lt;/a&gt; dá conta do ressurgimento dos trolleybus (ou Troleicarros). &lt;span class="fullpost"&gt;Estes têm inúmeras vantagens em relação aos eléctricos ou metros de superfície. São flexíveis (não ficam parados ao primeiro automóvel mal estacionado) e o investimento necessário é muito menor. A densidade de cabos eléctricos era um dos inconvenientes dos trolleys, sobretudo em cruzamentos. Actualmente, com a utilização de baterias ou de trolleybus híbridos com motores a diesel é possível minimizar esse problema. É uma opção que as autoridades deveriam repensar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-425144632661278326?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/425144632661278326/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=425144632661278326' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/425144632661278326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/425144632661278326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/08/reabilitacao-dos-trolleybus.html' title='A reabilitação dos &quot;Trolleybus&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SpL2rew3YWI/AAAAAAAAAeA/t_v8kYCtyVI/s72-c/trolleys.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-8959505799198891072</id><published>2009-08-10T18:35:00.009Z</published><updated>2009-08-15T17:54:41.472Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alimentação'/><title type='text'>A corrida às terras agrícolas: novo colonialismo?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SoBomiuvIWI/AAAAAAAAAd4/dHATa0Dl060/s1600-h/mapa+terras.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 189px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SoBomiuvIWI/AAAAAAAAAd4/dHATa0Dl060/s320/mapa+terras.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368405767192781154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O capitalismo não dorme. A falta de opções de investimento atractivas resultantes do estouro de várias bolhas especulativas, lançou os investidores numa nova corrida, desta vez em busca do controle de terras agrícolas. Vários governos participam também desta corrida, tentando garantir a sua &lt;a href="http://futureatrisk.blogspot.com/search?q=alimentar"&gt;segurança alimentar&lt;/a&gt;. O artigo seguinte, publicado pelo jornal alemão &lt;a href="http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,639224-2,00.html"&gt;"Der Spiegel"&lt;/a&gt; trata de forma clara o que está envolvido nesta questão. Para seguir esta temática, ver &lt;a href="http://farmlandgrab.org/"&gt;Food crisis and the global land grab &lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;«Investidores externos apropriam-se sem dificuldades de terras agrícolas em África&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Governos e fundos de investimento estão a comprar terrenos agrícolas em África e na  Ásia para produzir alimentos – um negócio lucrativo, dada a população global crescente e a ascensão rápida dos preços.&lt;br /&gt;O jogo de parada alta do Monopólio da vida real está a conduzir-nos a um colonialismo moderno ao qual muitos países pobres se submetem por uma questão de necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as crises têm os seus vencedores. Um grupo deles está sentado na Sala Stuyvesant do hotel Marriot de Nova Iorque. A sala de conferências, onde as sombras são desenhadas e as luzes são ofuscadas, está cheia de homens do Iowa, São Paulo e Sydney – plantadores de milho, grandes proprietários de terras e gestores de fundos. Cada um deles pagou 1.395€ para assistir ao Global AgInvesting 2009, a primeira conferência de investidores sobre o emergente mercado mundial de terras agrícolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um homem da Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento (OCDE) dá a primeira apresentação. Gráficos coloridos movem-se para cima e para baixo nos slides de PowerPoint. Alguns estão direccionados para baixo, à medida que se aproxima o ano de 2050. Representam as terras que estão a desaparecer como resultado das alterações climáticas, da degradação dos solos, da urbanização e da falta de água.&lt;br /&gt;As outras linhas, que apontam fortemente para cima, representam a procura de carne e biocombustíveis, os preços dos alimentos e o crescimento populacional. Existe um hiato crescente entre estes dois conjuntos de linhas. Representa a fome.&lt;br /&gt;De acordo com a maior parte dos prognósticos, poderá haver 9,1 mil milhões de pessoas a viver ma Terra em 2050, cerca de mais 2 mil milhões do que actualmente. Nos próximos 20 anos apenas, espera-se que a procura mundial de alimentos cresça cerca de 50%. “Estas são perspectivas pessimistas”, diz o homem da OCDE. Ele tem um aspecto sério e até um pouco triste, à medida que descreve o futuro do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para a audiência na Sala Stuyvesant, sobretudo homens e algmas mulheres, tudo isto são boas notícias e o ambiente é efusivo. Como poderia ser de outro modo? Afinal de contas, a fome é o seu negócio. A combinação de mais gente e menos terra torna a comida num investimento seguro, com retornos anuais de 20 a 30%, raros no actual clima económico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes não são peritos de Wall Street, nem são pessoas que façam girar dinheiro através dos continentes como bolas de bilhar. Pelo contrário, são investidores extremamente conservadores que compram ou arrendam terra para plantar trigo ou criar gado. Mas a terra é escassa e cara na Europa e nos EUA. Resolver o problema significa desenvolver novas terras, as quais estão apenas disponíveis em África, Ásia e América Latina. Esta combinação de factores desencadeou um jogo de Monopólio da vida real onde as paradas são altas, onde fundos de investimento, bancos e governos estão empenhados numa corrida para aceder às terras aráveis do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Fronteira  Final para encontar o Alfa”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Susan Payne, uma mulher britânica ruiva, é administradora do maior fundo fundiário na África austral, que engloba actualmente 150.000 hectares (370.000 acres), sobretudo na África do Sul, Zâmbia e Moçambique. Payne espera angariar de investidores 500 milhões de euros. Ela fala sobre combater a fome, mas os títulos nos seus slides de PowerPoint , embelezados com fotos de campos de soja ao pôr-do-sol, dizem uma história diferente. Um desses títulos refere-se à “África – a última fronteira para encontrar o alfa”. A palavra alfa significa um investimento para o qual o retorno é maior do que o risco. África é o continente alfa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto porque a terra, que é extremamente fértil em algumas regiões, é barata no continente empobrecido. O fundo de Payne paga 350 a 500 dólares por hectare na Zâmbia, cerca de um décimo do preço da terra na Argentina ou nos EUA. Para um pequeno agricultor em África, o rendimento médio por hectare manteve-se constante nos últimos 40 anos. Com um pouco de fertilizante e mais irrigação, os rendimentos poderão quadruplicar – bem como os lucros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas condições são perfeitas para os investidores. Susan Payne vê as coisas desta forma, bem como os seus investidores. Na realidade, tem havido tanta procura por este tipo de investimento que Payne teve recentemente que estabelecer um novo sub-fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma quantidade apreciável de capital está actualmente disponível. Estamos no segundo ano de crise económica global e os investidores estão à procura de investimentos sólidos e seguros, razão pela qual a audiência em Nova Iorque inclui não apenas gestores de “hedge funds”(fundos especulativos) e executivos da agro-indústria, mas também os representantes  de grandes fundos de pensões e os responsáveis financeiros de 5 universidades, incluindo Harvard.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milhares de fundos de investimento, de pequenos a grandes, começaram recentemente a aplicar a fórmula mais básica do mundo: o homem tem que comer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia norte-americana de gestão de investimentos BlackRock, por exemplo, estabeleceu um fundo de 200 milhões de dólares para a agricultura, e destinou 30 milhões para a aquisição de terras. Renaissance Capital, uma companhia de investimentos russa, adquiriu mais de 100.000 hectares na Ucrânia. O Deutsche Bank e o Goldman Sachs investiram o seu dinheiro em operações de criação de porcos e galinhas na China, investimentos que incluem direitos legais aos terrenos agrícolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comida está a tornar-se o novo petróleo. As reservas mundiais de cereais caíram para um nível mínimo histórico no início de 2008, e a explosão de preços que se seguiu marcou um ponto de viragem, tal como o fez a crise petrolífera dos anos 1970. Houve motins do pão pelo mundo fora, e 25 países, incluindo alguns dos maiores exportadores de cereais, impuseram restrições nas exportações de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois surgiu a segunda crise de 2008, a crise económica. Dois receios – o receio da fome e o receio da incerteza – convergiram, desencadeando o que alguns já estão a designar como uma segunda geração de colonialismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma situação em que todos ganham (win-win)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é distinto em relação a este colonialismo é que os países dispõem-se prontamente a permitir a sua conquista. O Primeiro-Ministro da Etiópia disse que o seu governo está “desejoso” de providenciar acesso a centenas de milhares de hectares de terras agrícolas.  O ministro da agricultura da Turquia anunciou: “escolham e tomem o que desejarem.” No meio de uma guerra contra os Talibãs, o governo paquistanês ensaiou um “périplo” pelo Dubai, procurando atrair os “sheikhs” com deduções fiscais e isenções em relação às leis laborais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos estes esforços têm duas esperanças em comum. Uma é a esperança das nações mais pobres em alcançar o desenvolvimento e a modernização dos seus sectores agrícolas em dificuldades. A outra é a esperança do mundo de que os investidores externos em África e na Ásia serão capazes de produzir comida suficiente para um planeta habitado brevemente por uma população de 9.1 mil milhões de pessoas; que trarão consigo todas as coisas de que os países pobres necessitaram até agora, incluindo tecnologia, capital e conhecimento, fertilizantes e sementes modernos; e que estes investidores serão capazes não apenas de duplicar os rendimentos das colheitas, mas, em muitas partes de África, aumentá-los dez vezes mais. Estimativas anteriores tinham na realidade previsto um declínio da capacidade produtiva de 3 a 4 porcento em 2080, quando comparada com a do ano 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os investidores tiverem sucesso, poderão alcançar o que as agências de desenvolvimento foram incapazes de fazer nas últimas décadas: reduzir a fome que hoje aflige mais pessoas do que nunca, nomeadamente mil milhões por todo o mundo. No melhor cenário possível esta poderia ser uma situação mutuamente vantajosa (win-win) com lucros para os investidores e desenvolvimento para os pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não são apenas banqueiros e especuladores, mas também governos que estão a adquirir terra em outros países, procurando reduzir a sua dependência do mercado mundial e das importações. A China alberga 20% da população mundial, mas tem apenas 9% da terra arável. O Japão é o maior importador mundial de milho, e a Coreia do Sul é o segundo maior.&lt;br /&gt;Os Estados do Golfo Pérsico importam 60% da sua comida, ao passo que as suas reservas naturais de água são suficientes para suportar apenas mais 30 anos de agricultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomada de terras dos tempos modernos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que acontece  num mundo globalizado quando surgem uma vez mais as colónias? E se, por exemplo, a Arábia Saudita adquire partes da região do Punjab paquistanês ou investidores Russos compram metade da Ucrânia? E o que acontecerá quando a fome atacar estes países? Será que os estrangeiros ricos instalarão cercas eléctricas em redor dos seus campos e guardas armados irão escoltar carregamentos de colheitas para fora do país? O Paquistão já anunciou planos para colocar 100.000 membros das suas forças de segurança a proteger os campos propriedade de estrangeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido à sensibilidade política das tomadas de terras dos tempos modernos, é frequente ser apenas o chefe de estado do país a ter conhecimento dos detalhes. Em alguns casos, contudo, os governadores provinciais já leiloaram terra ao mais alto licitador, como no caso do Laos e Camboja, onde até os governos já não sabem quanto do seu território ainda lhes pertence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém sabe ao certo quanta terra está em jogo. O número citado pelo Instituto Internacional de Pesquisa sobre Política Alimentar (IFPRI) é 30 milhões de hectares, mas esta estimativa é impossível de ser verificada. Mesmo organizações das Nações Unidas têm que recorrer a citações de reportagens jornalísticas, enquanto o Banco Mundial está a tentar convencer os países a prestarem mais atenção à letra miudinha dos acordos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Klaus Deininger, um economista especialista em política fundiária no Banco Mundial, estima que 10 a 30% da terra arável disponível estará à mercê deste tipo de aquisições, embora apenas uma fracção do número potencial de acordos de arrendamento e venda tenham sido assinados. “Houve um enorme salto em 2008, quando planos e candidaturas mais que duplicaram em muitos países, em alguns casos triplicaram.” Em Moçambique, diz Deininger, a procura externa é mais do dobro da terra agrícola actualmente cultivada, e o governo já atribuíu 4 milhões de hectares aos investidores, metade deles estrangeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os negócios mais espectaculares não estão a ser realizados por investidores privados, mas por governos e pelos fundos e conglomerados por eles promovidos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo sudanês arrendou 1.5 milhões de hectares de terras de primeira qualidade aos Estados do Golfo, Egipto e Coreia do Sul por 99 anos. Paradoxalmente, o Sudão  é também o maior beneficiário mundial de ajuda externa, com 5.6 milhões dos seus cidadãos dependentes de entregas de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Kuwait arrendou 130.000 heectares de campos de arroz no Camboja.&lt;br /&gt;O Egipto planeia cultivar trigo e milho em 840.000 hectares no Uganda.&lt;br /&gt;O presidente da República Democrática do Congo ofereceu-se para arrendar 10 milhões de hectares aos sul-africanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Arábia Saudita é um dos maiores e mais agressivos compradores de terra. Esta Primavera, o rei assistiu a uma cerimónia onde recebeu a primeira colheita de arroz para exportação, produzida exclusivamente para o reino na Etiópia devastada pela fome. A Arábia Saudita gasta 800 milhões de dólares por ano a promover companhias estrangeiras que cultivem “culturas estratégicas” como arroz, trigo, cevada e milho, as quais depois importa. Ironicamente, o país foi o sexto maior exportador mundial de trigo nos anos de 1990. Mas a água é escassa e a nação do deserto aspira a preservar as suas reservas. Exportar comida significa também exportar água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Investidor precisa de um Estado fraco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As nações ricas estão a trocar dinheiro, petróleo e infraestruturas por alimentos, água e rações para animais. À primeira vista, isto parece apresentar uma solução para vários problemas, diz Jean-Philippe Audinet do Fundo Internacional para o Desenvolvimento da Agricultura (IFAD).Em princípio, está satisfeito acerca dos investimentos agrícolas, e diz que lutou anos por eles.”O que foi mau foi o período quando os mercados eram inundados com produtos alimentares baratos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas muitos dos países onde a terra está a ser arrebatada – Cazaquistão e Paquistão, por exemplo -  sofrem de falta de água. A África Sub-Sahariana tem reservas de água naturais adequadas, mas o único país na região correntemente produtor de um excedente alimentar é a África do Sul. A maioria dos países, por outro lado, são importadores e, com populações em crescimento rápido, serão ainda mais dependentes das importações de alimentos no futuro. Poderão tais países tornar-se verdadeiramente importantes produtores de alimentos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Audinet, o perito do IFAD, conhece os riscos. “A forma como estes acordos estão estruturados pode prejudicar o país e os camponeses a longo prazo, privando-os do seu mais importante activo: a terra”.   Olivier De Schutter, o Relator Especial das NU sobre o direito à alimentação, avisa: “Porque os países em África estão a competir por investidores, estão a minar-se mutuamente”. Alguns contratos, diz De Schutter, mal têm três páginas de extensão – para centenas de milhares de hectares de terra. Este tipo de acordos estipulam que produtos serão cultivados, a localização e o preço de compra ou arrendamento, mas não incluem quaisquer padrões ambientais. Carecem igualmente das necessárias regulamentações do investimento e a estipulação de que devem ser criados empregos, diz De Schutter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns acordam em construir escolas e pavimentar estradas, mas mesmo quando os investidores cumprem com o prometido, os benefícios para os governos anfitriões e para os agricultores locais são frequentemente de curta duração. A longo prazo, no entanto, têm que sofrer as consequências da sobre-fertilização, desflorestação, sobre-consumo de água, redução da diversidade ecológica e perda de espécies locais. Para fazer disparar as colheitas e alcançar retornos anuais de 20% ou mais, os grandes proprietários de terras estrangeiros têm que operar as suas fazendas numa escala industrial. E quando o solo se esgota ao fim de alguns anos, muitos investidores simplesmente deslocam-se para outro lado. A terra é tão barata que eles não são forçados a valorizar práticas agrícolas sustentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rejeição do velho modelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa destes riscos Audinet e De Schutter, como a maioria dos especialistas, favorecem a “contratação da produção” em vez da aquisição de terras. Por outras palavras, os investidores estrangeiros providenciam a tecnologia e o capital, enquanto os agricultores locais detêm ou arrendam a terra e fornecem arroz ou trigo a preços fixos. Este é o modelo clássico, experimentado e testado, mas não é o que os novos investidores pretendem. Eles querem controlo, propriedade, retornos elevados e, acima de tudo, segurança – objectivos raramente compatíveis com os interesses de milhares de pequenos agricultores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senegal decidiu a favor dos “contratos de produção” e contra as vendas de terras em larga escala, mas acontece que se trata de uma democracia estável. Isto não pode ser dito de muitos países onde a aquisição de terras está a ter lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando a comida se torna escassa, o investidor precisa de um estado fraco que o não force a obedecer a quaisquer regras” diz Philippe Heilberg, um empresário americano. Um estado que permita a exportação de cereais apesar de fomes domésticas, que seja consumido pela corrupção ou afundado em dívidas, governado por uma ditadura, atormentado pela guerra civil, ou que envie milhões de trabalhadores para fora e esteja dependente da concessão de vistos e empregos para estes trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heilberg encontrou um tal país: o Sul do Sudão, que é na realidade uma pré-nação, autónoma mas não independente. O americano de 44 anos, filho de um comerciante de café e o fundador da firma de investimento Jarch Capital, é agora o maior detentor de terras arrendadas no Sul do Sudão, onde ele arrenda 400.000 hectares de terras agrícolas de primeira qualidade na Província de Mayom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mera menção das palavras Sul do Sudão conjura imagens de guerra civil, refugiados e fomes, não de um lugar onde se consideraria plantar tomates. Mas Heilberg exulta, que este projecto será mais benéfico para as pessoas que as NU (Nações Unidas), e que ele criará empregos e produzirá comida. E ele recusa-se a aceitar que Paulino Matip, do qual arrendou a terra por 50 anos, seja tratado como senhor da guerra, preferindo “antigo senhor da guerra” ou “vice-comandante do exército”. Heilberg prefere esquecer que os rebeldes comandados por Matip são suspeitos de terem cometido crimes de guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em lugar de comprar acções, o antigo banqueiro especula agora sobre o futuro político do Sudão do Sul, que, insiste ele, será um país independente dentro de 10 anos, altura em que a terra será bem mais cara do que é hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aquisição de terras vai mais adiantada ao longo do Quénia ocidental, região natal de Erastas Dildo, 33 anos, o tipo de pessoa que os investidores de Nova Iorque provavelmente caracterizariam como um factor de risco: um pequeno agricultor que detém 3 hectares de terra. É terra fértil, onde o milho assume um verde vivo e cresce até 2 metros de altura, onde o gado é tão gordo como os hipopótamos e os tomateiros vergam sob o peso dos seus tomates. O vizinho Rio Yala corre para o Lago Vitória. Há três pequenas casas de tijolo na propriedade. Erastas colhe o seu milho duas vezes por ano, e vegetais e tomates dão-se todo o ano. Um hectare produz o equivalente a 3.600€ de milho por ano, muito dinheiro para os padrões do Quénia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expulsaram 400 famílias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as coisas mudaram quando Erastas foi contactado pela Dominion Farms, um produtor agrícola dos EUA que estabeleceu uma colónia no delta do Rio Yala, onde arrendou 3600 hectares de terra por 45 anos, ao ridículo preço de 12.000€ por ano. A Dominion, que planeia produzir arroz, vegetais e milho naquela terra, quer incluir os três hectares de Erastas Dildo no seu empreendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O representantes da Dominion dispuseram-se a pagar-lhe cerca de 10 cêntimos por metro quadrado. Erastas recusou e agora estão a dificultar a sua vida de agricultor. A sua arma mais eficaz é uma barragem que construíram. Quando Erastas tentou colher o seu milho o ano passado, estava inundado. “Eles estão a jogar com o nível das águas para se livrarem de nós”, diz ele. E quando isso não resulta, afirma Erastas, a Dominion envia escavadoras, capangas e por vezes até a polícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o contrato, a Dominion concordou em renovar “pelo menos uma escola e uma instalação médica” em cada um dos dois concelhos locais. “Em vez disso, expulsaram 400 famílias”, diz Gondi Olima da organização Amigos do Pântano de Yala. De acordo com Olima, a princípio o empreendimento da Dominion criou novos empregos, com a contratação de trabalhadores ao dia para limparem a zona com machetes, mas depois a companhia trouxe mais e mais equipamento. “Agora têm tantas máquinas que os trabalhadores já não são necessários”, diz Olima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Dominion Farms nega as acusações dos agricultores e salienta que já construíu oito salas de aulas, doou portões e concedeu bolsas de estudo para 16 crianças, bem como ter providenciado camas e electricidade para uma ala de um hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez Erastas e a sua família sejam forçados em breve a dar lugar ao desenvolvimento, como está já a acontecer em muitos outros lugares. O Banco Mundial estima que apenas 2 a 10% da terra em África é formalmente detida ou arrendada, sobretudo aquelas que se situam nas cidades. Uma família pode ter vivido ou ocupado uma parcela de terra há décadas , mas frequentemente não tem qualquer prova ou título de propriedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Corrida às Terras Continua&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, a terra quase nunca é deixada sem uso. Os pobres, em particular, vivem da terra, onde colhem frutos, ervas ou lenha e pastam o seu gado. De acordo com um estudo conjunto de várias organizações das NU, a tomada de terras é frequentemente justificada através da definição das terras como estando “em pousio”. Como resultado, segundo o relatório, a tomada das terras tem o potencial de desapossar  agricultores em larga escala. Em muitos países, poderá haver suficiente terra arável disponível para todos, mas a qualidade não é uniforme – e os investidores querem a melhor terra. Acontece que essa é a terra onde, habitualmente, vivem os agricultores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque mais de 50% dos africanos são pequenos agricultores, a aquisição de terras em larga escala pode ser desastrosa para a população. Aqueles que perdem os seus campos perdem tudo. O facto de os grandes investidores poderem aumentar substancialmente as colheitas com a sua moderna tecnologia agrícola é de pouca utilidade para os africanos que, uma vez destituídos das suas terras e meios de subsistência, não têm recursos para comprar os produtos das novas explorações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Banco Mundial e outros estão agora a desenvolver um código de conduta para os investidores. Uma declaração de intenções esteve planeada para a Cimeira do G8 de Julho em L´Aquila, Itália, mas os chefes de Estado presentes não conseguiram entender-se sobre  as normas vinculativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim a corrida às terras continua. A Dominion assegurou mais 3200 hectares, e Philippe Heilberg está em vias de arrendar uns adicionais 600.000 hectares no Sudão do Sul. De regresso a Nova Iorque, na sala Stuyvesant, um dos oradores cita números para ilustrar a rapidez com que a população global está a crescer: 154 pessoas por minuto, 9240 por hora ou 221760 por dia. E cada uma delas quer comer.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução: José Sousa&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-8959505799198891072?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/8959505799198891072/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=8959505799198891072' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8959505799198891072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8959505799198891072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/08/corrida-as-terras-agricolas-novo.html' title='A corrida às terras agrícolas: novo colonialismo?'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SoBomiuvIWI/AAAAAAAAAd4/dHATa0Dl060/s72-c/mapa+terras.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-1922100476108569280</id><published>2009-07-22T20:19:00.006Z</published><updated>2009-08-30T07:46:05.747Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Limites do Crescimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>O Decrescimento Sustentável / "La Décroissance Soutenable"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/Smd7CwvklBI/AAAAAAAAAdo/4T0FdMr8E6E/s1600-h/La-D-croissance.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 207px; height: 299px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/Smd7CwvklBI/AAAAAAAAAdo/4T0FdMr8E6E/s320/La-D-croissance.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5361389168782251026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://classiques.uqac.ca/contemporains/georgescu_roegen_nicolas/decroissance/la_decroissance.pdf"&gt;La Décroissance. Entropie - Écologie - Économie &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Diariamente, a propósito do estado da economia, ouvimos falar do crescimento económico, da necessidade de continuarmos a crescer, da evolução das taxas de crescimento, da necessidade do crescimento para combater o desemprego e a pobreza, etc. É uma autêntica obsessão, sobretudo dos "media" especializados em assuntos económicos. Com a crise ambiental, passou a falar-se de limites ao crescimento, mas ainda assim vingou o crescimento, agora chamado - espera-se -  sustentável. &lt;a href="http://homepage.newschool.edu/het//profiles/georgescu.htm"&gt;Nicholas Georgescu-Roegen&lt;/a&gt; foi dos primeiros economistas a assinalar que confrontarmo-nos com a crise ambiental  e os limites biofísicos terrestres não tolera qualquer tipo de crescimento. O que é urgente é promover um &lt;a href="http://fr.ekopedia.org/D%C3%A9croissance_soutenable"&gt;Decrescimento Sustentável.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em Abril de 2008, ocorreu em Paris a 1ª Conferência Internacional sobre o Decrescimento - &lt;a href="http://events.it-sudparis.eu/degrowthconference/en/"&gt;ECONOMIC DE-GROWTH FOR ECOLOGICAL SUSTAINABILITY AND SOCIAL EQUITY&lt;/a&gt;. &lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta foi a declaração saída dessa conferência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um apelo ao De-crescimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo é virtualmente desconhecido por quase todo o lado, mas em França e Itália tem havido considerável interesse em círculos ambientalistas na “Décroissance soutenable” - decrescimento sustentável. O que se segue é uma Declaração emitida por uma conferência sobre a matéria havida o ano passado em Paris.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os documentos da conferência, 322 páginas de documentos, podem ser descarregadas &lt;a href="http://events.it-sudparis.eu/degrowthconference/en/appel/Degrowth%20Conference%20-%20Proceedings.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Nós, participantes na Conferência sobre Decrescimento Económico para a Sustentabilidade Ecológica e a Equidade Social havida em Paris a 18 e 19 de Abril de 2008, fazemos a seguinte declaração:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.O crescimento económico (tal como indicado pelo PIB ou PNB real) representa um aumento na produção, consumo e investimento, na busca de excedente económico, conduzindo inevitavelmente a uma utilização acrescida de materiais, energia e terra.&lt;br /&gt;2.Apesar de melhorias na eficiência ecológica da produção e consumo de bens e serviços, o crescimento económico global resultou na extracção acrescida de recursos naturais e no aumento do desperdício e de emissões.&lt;br /&gt;3.O crescimento económico global não teve sucesso na redução substancial da pobreza, devido às trocas desiguais nos mercados financeiros e comerciais, que aumentaram as desigualdades entre países.&lt;br /&gt;4.Como demonstram os princípios estabelecidos da física e da ecologia, há um limite final para a escala da produção e consumo globais, e para a escala que as economias nacionais poderão atingir sem imporem custos ambientais e sociais sobre outros algures ou a gerações futuras.&lt;br /&gt;5.A melhor evidência científica disponível indica que a economia global cresceu para além dos limites ecologicamente sustentáveis, tal como muitas economias nacionais, especialmente aquelas dos países mais ricos (primeiramente, os países industrializados do Norte global).&lt;br /&gt;6.Existem também provas crescentes de que o crescimento global na produção e consumo é socialmente insustentável e deseconómico (no sentido em que os seus custos suplantam os seus benefícios).&lt;br /&gt;7.Ao utilizar mais do que a sua legítima quota-parte dos recursos ambientais globais, as nações mais ricas estão efectivamente a reduzir o espaço ambiental disponível para as nações mais pobres, e a impor impactos ambientais adversos sobre elas.&lt;br /&gt;8.Se não respondermos a esta situação trazendo a actividade económica global para um nível em consonância com a capacidade dos nossos ecossistemas, e redistribuindo globalmente a riqueza e o rendimento de maneira a satisfazer as nossas necessidades societais, o resultado será um processo de declínio ou colapso económico involuntário e descontrolado, com impactos sociais potencialmente sérios, especialmente para os mais desfavorecidos.&lt;br /&gt;Assim, apelamos a uma mudança de paradigma, de uma busca geral e sem limites pelo crescimento económico para um conceito de “encontrar a dimensão adequada” das economias nacionais e global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.Ao nível global, “encontrar a dimensão adequada” significa reduzir a pegada ecológica global (incluindo a pegada de carbono) para um nível sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.Em países onde a pegada “per capita” é maior do que o nível sustentável global, encontrar a dimensão adequada implica uma redução para este nível num horizonte temporal razoável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.Em países onde persiste a pobreza severa, encontrar a dimensão adequada implica aumentar o consumo para aqueles na pobreza tão rapidamente quanto possível, de um modo sustentável, para um nível adequado a uma vida decente, seguindo caminhos para a redução da pobreza determinados localmente em vez de políticas de desenvolvimento impostas de fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.Isto irá exigir uma actividade económica acrescida em alguns casos; mas uma redistribuição do rendimento e da riqueza quer dentro como entre os países é uma parte mais essencial deste processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta mudança de paradigma envolve o decrescimento nas zonas ricas do Mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.O processo pelo qual “a dimensão adequada” poderá ser alcançada nos países mais ricos, e na economia global como um todo, é o “decrescimento”.&lt;br /&gt;2.Definimos decrescimento como uma transição voluntária em direcção a uma sociedade ecologicamente sustentável, justa e participativa.&lt;br /&gt;3.Os objectivos do decrescimento são satisfazer as necessidades humanas básicas e garantir uma alta qualidade de vida, reduzindo em simultâneo o impacto ecológico da economia global para um nível sustentável, equitativamente distribuído entre as nações. Isto não será alcançado por uma contracção económica involuntária.&lt;br /&gt;4. O decrescimento requer a transformação do sistema económico global e das políticas promovidas e prosseguidas a nível nacional, para permitir a continuação da redução e erradicação final da pobreza absoluta à medida que a economia global e as economias nacionais insustentáveis decresçam.&lt;br /&gt;5.Uma vez que a dimensão adequada tenha sido alcançada através do processo de decrescimento, o objectivo deveria ser manter uma  “economia de estado estável” com um nível de consumo relativamente estável e flutuando levemente.&lt;br /&gt;6.Em geral, o processo de decrescimento é caracterizado por:&lt;br /&gt;uma ênfase na qualidade de vida em vez da quantidade de consumo;&lt;br /&gt;a realização de necessidades básicas humanas para todos;&lt;br /&gt;mudança societal baseada num conjunto de políticas e acções individuais e colectivas diversas;&lt;br /&gt;redução substancial da dependência na actividade económica, e um aumento do tempo livre, actividade não remunerada, convivialidade, sentido de comunidade, e saúde individual e colectiva;&lt;br /&gt;encorajamento da auto-reflexão, equilíbrio, criatividade, flexibilidade, diversidade, boa cidadania, generosidade, e não-materialismo;&lt;br /&gt;observação dos princípios da equidade, da democracia participativa, do respeito pelos direitos humanos, e do respeito pelas diferenças culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.O progresso em direcção ao decrescimento requer passos imediatos no esforço de tornar corrente o conceito de decrescimento no debate público e parlamentar e nas instituições económicas; o desenvolvimento de políticas e de ferramentas para a implementação prática do decrescimento; o desenvolvimento de novos indicadores, não-monetários (incluindo indicadores subjectivos), para identificar, medir e comparar os benefícios e custos da actividade económica, de modo a avaliar de que maneira mudanças na actividade económica contribuem para ou comprometem o cumprimento de objectivos  sociais e ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já está agendada a &lt;a href="http://www.degrowth.net/-Barcelona2010-"&gt;SEGUNDA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE O DECRESCIMENTO&lt;/a&gt;, em Barcelona para Março 2010. Está aberto o apelo à apresentação de artigos para a conferência. Ver &lt;a href="http://www.degrowth.net/New-article,76"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-1922100476108569280?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/1922100476108569280/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=1922100476108569280' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1922100476108569280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1922100476108569280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/07/o-decrescimento-sustentavel-la.html' title='O Decrescimento Sustentável / &quot;La Décroissance Soutenable&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/Smd7CwvklBI/AAAAAAAAAdo/4T0FdMr8E6E/s72-c/La-D-croissance.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-3852168935587205738</id><published>2009-06-24T19:30:00.002Z</published><updated>2009-06-24T19:33:22.842Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><title type='text'>Alterações Climáticas: uma prioridade da Política</title><content type='html'>O meu contributo para o debate sobre o Programa de Governo do Bloco de Esquerda pode ser lido &lt;a href="http://igualdade.bloco.org/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=56&amp;amp;Itemid=1"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-3852168935587205738?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/3852168935587205738/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=3852168935587205738' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3852168935587205738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3852168935587205738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/06/alteracoes-climaticas-uma-prioridade-da.html' title='Alterações Climáticas: uma prioridade da Política'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-1754947356075480432</id><published>2009-06-06T13:57:00.001Z</published><updated>2009-06-06T13:57:29.294Z</updated><title type='text'>A Terra é o nosso lar</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/jqxENMKaeCU' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/jqxENMKaeCU'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um excelente documentário. A não perder.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-1754947356075480432?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/1754947356075480432/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=1754947356075480432' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1754947356075480432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1754947356075480432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/06/terra-e-o-nosso-lar.html' title='A Terra é o nosso lar'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-6036092263837773662</id><published>2009-05-23T07:36:00.001Z</published><updated>2009-05-23T07:36:43.685Z</updated><title type='text'>Ministry of Rice - O arroz transgénico... da Bayer!</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/dsxFZ0rUCoM' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/dsxFZ0rUCoM'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vídeo da campanha da Greenpeace contra o arroz transgénico. A Comissão Europeia colocou-se ao lado desta estranha, e desnecessária, proposta. Assine a &lt;a href='http://www.greenpeace.org/international/campaigns/genetic-engineering/hands-off-our-rice/hands-off-our-rice'&gt;petição.&lt;/a&gt; Para  mais, &lt;a href='http://www.stopogm.net/'&gt; Plataforma Transgénicos Fora.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-6036092263837773662?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/6036092263837773662/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=6036092263837773662' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6036092263837773662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6036092263837773662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/05/ministry-of-rice-o-arroz-transgenico-da.html' title='Ministry of Rice - O arroz transgénico... da Bayer!'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-2145901003648114352</id><published>2009-05-10T18:59:00.003Z</published><updated>2009-05-10T19:08:02.480Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Energia'/><title type='text'>Os Marcianos e o mercado livre.</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/H8kKju7YEXo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/H8kKju7YEXo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vídeo (parte I) de propaganda de 1956 patrocinado pelo &lt;a href="http://www.api.org/aboutapi/"&gt;American Petroleum Institute.&lt;/a&gt; Ver na íntegra &lt;a href="http://www.boingboing.net/2009/05/10/martians-learn-about.html"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-2145901003648114352?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/2145901003648114352/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=2145901003648114352' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/2145901003648114352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/2145901003648114352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/05/os-marcianos-e-o-mercado-livre.html' title='Os Marcianos e o mercado livre.'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-3533942057298358335</id><published>2009-05-09T16:24:00.004Z</published><updated>2009-05-09T16:39:46.366Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><title type='text'>A medição das Alterações Climáticas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SgWxbN4EOBI/AAAAAAAAAdY/AtKW3-HOohA/s1600-h/cover.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 258px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SgWxbN4EOBI/AAAAAAAAAdY/AtKW3-HOohA/s320/cover.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333864414829623314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="350" height="36"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.wnyc.org/flashplayer/mp3player.swf?config=http://www.wnyc.org/flashplayer/config_share.xml&amp;file=http://www.wnyc.org/stream/xspf/129805"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.wnyc.org/flashplayer/mp3player.swf?config=http://www.wnyc.org/flashplayer/config_share.xml&amp;file=http://www.wnyc.org/stream/xspf/129805" id="WNYC_Mp3_Player_129805" name="WNYC_Mp3_Player_129805" bgcolor="#FFFFFF" wmode="transparent" height="36" width="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt; O livro mencionado: &lt;a href="http://ghgphotos.com/picturingclimatechange/book.html"&gt;“Climate Change: Picturing the Science"&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-3533942057298358335?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/3533942057298358335/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=3533942057298358335' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3533942057298358335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3533942057298358335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/05/type-rest-of-post-here.html' title='A medição das Alterações Climáticas'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SgWxbN4EOBI/AAAAAAAAAdY/AtKW3-HOohA/s72-c/cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-4573376434437295019</id><published>2009-05-01T09:44:00.010Z</published><updated>2009-05-01T10:10:19.292Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><title type='text'>Plataforma de Gelo de Wilkins (Antárctida)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.esa.int/images/animation_full_270409.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 649px; height: 739px;" src="http://www.esa.int/images/animation_full_270409.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagens da desintegração da Plataforma de Gelo de Wilkins obtidas por uma câmara colocada em satélite da &lt;a href="http://www.esa.int/esaCP/SEMRAVANJTF_index_0.html"&gt; Agência Espacial Europeia (ESA).&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-4573376434437295019?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/4573376434437295019/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=4573376434437295019' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4573376434437295019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4573376434437295019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/05/plataforma-de-gelo-de-wilkins.html' title='Plataforma de Gelo de Wilkins (Antárctida)'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-8436383490493060330</id><published>2009-04-04T20:23:00.017Z</published><updated>2009-04-05T15:14:00.427Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alimentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Energia'/><title type='text'>O futuro do abastecimento alimentar</title><content type='html'>&lt;embed id="VideoPlayback" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=4152340418943461860&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;fs=true" style="width: 400px; height: 326px;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este documentário da BBC, "&lt;a href="http://europe.theoildrum.com/node/5120"&gt;A Farm for the Future&lt;/a&gt;" - "Uma Quinta para o Futuro" - e um relatório da "&lt;a href="http://www.chathamhouse.org.uk/about/"&gt;Chatham House&lt;/a&gt;", &lt;a href="http://www.chathamhouse.org.uk/files/13248_r0109foodfutures.pdf"&gt;"Food Futures&lt;/a&gt;", alertam para a perspectiva de que uma &lt;a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601085&amp;amp;sid=aa9ps.XSRa5o&amp;amp;refer=europe"&gt;crise alimentar não é algo impensável para o Reino Unido&lt;/a&gt; e, por extensão, para qualquer país com uma agricultura industrializada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o relatório "Food Futures", «Nas próximas décadas, o sistema alimentar global estará sob uma pressão renovada resultante da combinação de efeitos de sete factores fundamentais: crescimento populacional, a transição nutricional, a energia, os solos, a água, a mão-de-obra e as alterações climáticas [...]o Reino Unido não pode dar-se ao luxo de pensar que tem o seu abastecimento alimentar garantido»&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Esta simples afirmação para um país como o Reino Unido, devia lançar sinais de ainda maior alarme para um país como Portugal, situado numa zona climática mais vulnerável às Alterações Climáticas e à desertificação. E, no entanto, qual tem sido a tendência? Destruição progressiva das regras que protegem os nossos solos com aptidão agrícola. Ler este &lt;a href="http://ambio.blogspot.com/2009/04/mentira.html"&gt;texto&lt;/a&gt; de Henrique Pereira dos Santos do blogue Ambio a este propósito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luísa Schimdt, num &lt;a href="http://aeiou.expresso.pt/a_arvore_das_patacas_somos_nos=f494981"&gt; excelente artigo no Expresso refere o mesmo desmazelo na protecção de um recurso vital:&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;«Os nossos solos classificados como 'muito férteis' já correspondem apenas a 4,5% da superfície cultivável e somos o país da UE com maior percentagem de solos férteis impermeabilizados por construções de vária ordem. Apesar disto, o processo continua justamente sobre os nossos solos de melhor qualidade: as grandes plataformas logísticas, desde a de Castanheira de Pêra à da Trofa - estão a ser construídas nos tais 4,5% de solos muito férteis. Tal como a futura cidade aeroportuária também se projecta para cima de uma das melhores zonas hortícolas do país.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Esta fúria de destruição das reservas agrícolas tornou-se tão insistente e regular que o próprio Ministério da Agricultura criou a dada altura um gabinete de... "Desanexação da RAN"! É bizarro ver um Ministério da Agricultura tão zelosamente anti-agrícola...»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falamos de protecção do ambiente, é também da protecção da nossa alimentação que estamos a falar. Ler &lt;a href="http://www.grida.no/publications/rr/food-crisis/"&gt;"O papel do ambiente na prevenção de futuras crises alimentares&lt;/a&gt;".&lt;br /&gt;O nosso futuro está, de facto, cada vez mais comprometido com toda esta displicência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-8436383490493060330?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/8436383490493060330/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=8436383490493060330' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8436383490493060330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8436383490493060330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/04/o-futuro-do-abastecimento-alimentar.html' title='O futuro do abastecimento alimentar'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-6412215735283123127</id><published>2009-04-02T20:15:00.001Z</published><updated>2009-04-02T20:15:59.437Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>A Crise do Crédito</title><content type='html'>&lt;object width="400" height="225"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3261363&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3261363&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="225"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/3261363"&gt;The Crisis of Credit Visualized&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/jonathanjarvis"&gt;Jonathan Jarvis&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;span class="fullpost"&gt;Type rest of the post here.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-6412215735283123127?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/6412215735283123127/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=6412215735283123127' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6412215735283123127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6412215735283123127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/04/crise-do-credito.html' title='A Crise do Crédito'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-3689001103272081138</id><published>2009-03-31T22:46:00.009Z</published><updated>2009-04-02T20:25:15.327Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Limites do Crescimento'/><title type='text'>A Era da Irresponsabilidade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SdKdbhcfQxI/AAAAAAAAAdI/E4c8mP8ATvQ/s1600-h/road_scene.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SdKdbhcfQxI/AAAAAAAAAdI/E4c8mP8ATvQ/s320/road_scene.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319487206037865234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;a href="http://www.sd-commission.org.uk/pages/about-us.html"&gt;Sustainable Development Commission&lt;/a&gt; - comissão independente que reporta ao Primeiro-Ministro Britânico - publicou esta semana um relatório notável, ainda por cima tratando-se de um relatório oficial. Intitulado  &lt;a href="http://www.sd-commission.org.uk/publications/downloads/prosperity_without_growth_report.pdf"&gt;"Prosperity without growth?"&lt;/a&gt;/"Prosperidade sem Crescimento?", denuncia de forma clarividente e desassombrada as causas profundas da crise que estamos a viver e afirma que é inconcebível pensar voltar à normalidade, ao "business as usual". Só uma sociedade fundada noutros valores poderá evitar o desastre.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Como aí se diz - ler &lt;a href="http://climateandcapitalism.com/?p=658"&gt;esta revisão &lt;/a&gt; - esta crise não é apenas o resultado da acção gananciosa de alguns banqueiros ou da falta de regulação. Esta crise é o resultado do próprio crescimento económico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“The market was not undone by rogue individuals or the turning of a blind eye by incompetent regulators. It was undone by growth itself.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o aspecto fundamental que merece destaque: o Mito do Crescimento Económico. Sugiro a leitura do prefácio ao relatório pela sua clareza. Os autores afirmam que vivemos numa "Era de Irresponsabilidade", temos ignorado os limites físicos do planeta, devastado os ecossistemas vitais para a nossa sobrevivência, insistindo num crescimento económico que não tem correspondido às expectativas. As desigualdades nos países industrializados são hoje maiores do que há 20 anos.&lt;br /&gt;Reconhece-se que pôr em causa o crescimento económico é uma tarefa arriscada - em tempos considerada pelos meios oficiais como coisa de lunáticos ou revolucionários - sobretudo num momento como o actual, mas que não temos alternativa senão enfrentar o problema e encontrar alternativas. Uma conclusão a tirar é a necessidade urgente de um novo sentido de justiça e partilha. A acção dos Governos também é questionada. A ideia corrente dos governos servirem quase exclusivamente como facilitadores de negócios promotores do crescimento é profundamente errada e   urge considerar o interesse público. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-3689001103272081138?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/3689001103272081138/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=3689001103272081138' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3689001103272081138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3689001103272081138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/03/idade-da-irresponsabilidade.html' title='A Era da Irresponsabilidade'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SdKdbhcfQxI/AAAAAAAAAdI/E4c8mP8ATvQ/s72-c/road_scene.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-6468490318967960202</id><published>2009-03-28T16:20:00.001Z</published><updated>2009-03-28T16:23:50.610Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Globalização'/><title type='text'>"Mobilizar para Salvar a Civilização"</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_1214444"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/jsousa38/plan-b30-slides-earth-policy-institute?type=powerpoint" title="Plan B3.0 Slides Earth Policy Institute"&gt;Plan B3.0 Slides Earth Policy Institute&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=planb3-0slidesearthpolicyinstitute-090328111458-phpapp01&amp;stripped_title=plan-b30-slides-earth-policy-institute" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=planb3-0slidesearthpolicyinstitute-090328111458-phpapp01&amp;stripped_title=plan-b30-slides-earth-policy-institute" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View more &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/jsousa38"&gt;jsousa38&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Type rest of the post here.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-6468490318967960202?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/6468490318967960202/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=6468490318967960202' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6468490318967960202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6468490318967960202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/03/mobilizar-para-salvar-civilizacao.html' title='&quot;Mobilizar para Salvar a Civilização&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-3507416484004029088</id><published>2009-03-27T21:29:00.004Z</published><updated>2009-03-28T16:24:25.978Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Ambiental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Slavoj Zizek :  "ECOLOGY: A NEW OPIUM OF THE MASSES"</title><content type='html'>&lt;embed src="http://blip.tv/play/AavRQonOBg" type="application/x-shockwave-flash" width="352" height="318" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;a href="http://www.lacan.com/zizecology1.htm"&gt;Transcrição&lt;/a&gt; da palestra de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Slavoj_%C5%BDi%C5%BEek"&gt;Zizek&lt;/a&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Type rest of the post here.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-3507416484004029088?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/3507416484004029088/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=3507416484004029088' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3507416484004029088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3507416484004029088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/03/slavoj-zizek-ecology-new-opium-of.html' title='Slavoj Zizek :  &quot;ECOLOGY: A NEW OPIUM OF THE MASSES&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-5264170097630938013</id><published>2009-03-21T09:48:00.011Z</published><updated>2009-03-21T11:18:27.451Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Filme: "A Idade da Estupidez"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/ScS4SnPGIpI/AAAAAAAAAdA/B0n8RSExC9w/s1600-h/ageofstupid.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 292px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/ScS4SnPGIpI/AAAAAAAAAdA/B0n8RSExC9w/s320/ageofstupid.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315576090113483410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="225" width="400"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3253546&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=0&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=6F9CCE&amp;amp;fullscreen=1"&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3253546&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=0&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=6F9CCE&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" height="225" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/3253546"&gt;The Age of Stupid: EPK clip 2 - Pete as the Archivist&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/ageofstupid"&gt;Age of Stupid&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Trata-se de um filme que revela a estupidez de ignorarmos as consequências das Alterações Climáticas. Acaba de estrear no Reino Unido.&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Mais sobre o filme no seu &lt;a href="http://www.youtube.com/user/spannerfilms"&gt;canal no Youtube&lt;/a&gt; e no &lt;a href="http://www.ageofstupid.net/"&gt;site oficial.&lt;/a&gt; Podem ler esta &lt;a href="http://climateandcapitalism.com/?p=653"&gt;revisão&lt;/a&gt; e mais &lt;a href="http://climateprogress.org/2009/03/17/the-age-of-stupid-global-warming-film/"&gt;esta&lt;/a&gt; no "Climate Progress" sobre o mesmo.&lt;br /&gt;«"A Idade da Estupidez" - "The Age of Stupid" - é o novo filme do realizador Franny Armstrong (McLibel) e do produtor John Battsek (One Day In September). O actor, nomeado para o Óscar, Pete Postlethwaite é o protagonista da história que conta a vida de um homem que vive sozinho num mundo devastado, no ano 2055 e procura nos arquivos de 2008 uma resposta para a pergunta: porque é que não fomos capazes de parar o avanço das alterações climáticas quando isso era possível?» Texto retirado de &lt;a href="http://poznan.blogs.sapo.pt/2008/12/05/"&gt;aqui&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-5264170097630938013?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/5264170097630938013/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=5264170097630938013' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5264170097630938013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5264170097630938013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/03/filme-idade-do-estupido.html' title='Filme: &quot;A Idade da Estupidez&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/ScS4SnPGIpI/AAAAAAAAAdA/B0n8RSExC9w/s72-c/ageofstupid.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-9127065720022782528</id><published>2009-03-10T20:07:00.005Z</published><updated>2009-03-10T20:29:33.027Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Energia'/><title type='text'>Eficiência Energética vs "Lobby" da Indústria</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/zCXW1z0_Glc" name="movie"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/zCXW1z0_Glc" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Subscreva &lt;a href="http://www.avaaz.org/en/refrigerator_revolution_video/?cl=192182008&amp;amp;v=2951"&gt;esta petição&lt;/a&gt; por padrões de maior eficiência energética nos electrodomésticos e outros aparelhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta campanha está inserida no combate às Alterações Climáticas. A Europa é uma das maiores fontes da poluição que afecta o clima, e metade das emissões da Europa provêm de caldeiras, esquentadores, frigoríficos, TV's e outros aparelhos que temos nas nossas casas e outros edifícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram propostos padrões de eficiência energética mais fortes para estes produtos que reduziriam drasticamente as emissões, poupando dinheiro na electricidade e dando um exemplo  ao resto do mundo do que é possível fazer. No entanto, longe dos holofotes e do escrutínio público, interesses particulares da indústria fazem lobby para evitar a aplicação destes padrões mais exigentes.&lt;br /&gt;Tradução adaptada de texto retirado do "site"  da &lt;a href="http://www.avaaz.org/po/"&gt;AVAAZ.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-9127065720022782528?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/9127065720022782528/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=9127065720022782528' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/9127065720022782528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/9127065720022782528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/03/blog-post.html' title='Eficiência Energética vs &quot;Lobby&quot; da Indústria'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-1495250653180655849</id><published>2009-03-04T20:26:00.002Z</published><updated>2009-03-07T22:02:40.905Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>A Call to Action on Global Warming from Dr. James Hansen</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/PPCFx1fMBeI" name="movie"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/PPCFx1fMBeI" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-1495250653180655849?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/1495250653180655849/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=1495250653180655849' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1495250653180655849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1495250653180655849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/03/call-to-action-on-global-warming-from.html' title='A Call to Action on Global Warming from Dr. James Hansen'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-7872782570090860153</id><published>2009-02-25T22:34:00.003Z</published><updated>2009-02-25T22:41:26.287Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Ambiental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>"The Coming First World Debt Crisis"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SPzZoI6LQZI/AAAAAAAAAak/YClZl1XNBIg/s1600-h/Ann+pet.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SPzZoI6LQZI/AAAAAAAAAak/YClZl1XNBIg/s400/Ann+pet.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259317748471382418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"A emergente crise da dívida do primeiro mundo" é o título do livro escrito em 2006 por &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ann_Pettifor"&gt;Ann Pettifor.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um excelente livro para compreender a actual crise financeira. Esta obra desmistifica algumas ideias à volta do que é o dinheiro, o crédito, a poupança, do controle das taxas de juro, etc.. Por outro lado, explica de uma forma clara a relação entre a criação de dívida e a degradação do ambiente, a natureza essencialmente parasitária do sistema financeira deixado à solta, sem controle público. O livro insere esta crise financeira no contexto mais vasto da crise ambiental e de esgotamento dos recursos naturais, nomeadamente energéticos, o designado &lt;a href="http://neftriplecrunch.wordpress.com/"&gt;"Triple Crunch / A Tripla Crise"&lt;/a&gt;. A autora faz parte da &lt;a href="http://www.neweconomics.org/gen/"&gt;New Economics Foundation&lt;/a&gt; que lançou a ideia de um novo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/New_Deal"&gt;"New Deal"&lt;/a&gt; um "&lt;a href="http://www.neweconomics.org/gen/z_sys_publicationdetail.aspx?pid=258"&gt;Green New Deal/Um Novo Contrato Verde&lt;/a&gt;".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De seguida, um excerto retirado do livro citado:&lt;br /&gt;[...] the money that banks put into circulation is actually created by society; it is a "social construct". It does not fall from heaven; nor is it dug up from the soil. It is not even linked to something dug up from the soil, as money was once linked to gold [...].&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[...] o dinheiro que os bancos põem em circulação é na realidade criado pela sociedade; é uma “construção social”. Não cai do céu; nem é extraído do solo. Nem sequer está ligado a algo que seja extraído do solo, como outrora o dinheiro estava relacionado com o ouro [...].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Because it is created by society, money is actually the property of society - of all of us - and should not therefore be appropriated by the banks as their sole property [...].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque é criado pela sociedade, o dinheiro é de facto propriedade da sociedade  - de todos nós – e não deveria portanto ser apropriado pelos bancos como sua propriedade exclusiva [...].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This is because allowing the banks the privilege of creating money represents a massive subsidy to the tiny minority that own banks, or have shares in banks. A subsidy granted by the bulk of society, which is much poorer, to the rich. [...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto porque conceder aos bancos o privilégio de criar moeda representa um subsídio maciço à pequena minoria que é dona dos bancos, ou detém acções nos bancos. Um subsídio atribuído pela maioria da sociedade, que é muito mais pobre, aos ricos. [...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;By giving the power to create money &lt;i&gt;for nothing&lt;/i&gt; to private monopolies like the banking sector, society gives away a massive power: the power to charge rent on this free money. That rent, or interest, is charged to the poor [...] It is like a regressive tax.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao atribuir o poder de criar dinheiro a troco de nada a monopólios privados  como o sector bancário, a sociedade cede um poder imenso: o poder de cobrar uma renda sobre este dinheiro grátis. Essa renda, ou juro, é cobrada aos pobres [...] É como um imposto regressivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...] To achieve a genuine transformation of the economy at local, national and international level, it will be vital for society to reclaim this great power, and to insist that a) we ( through our elected representatives) set the "rent" or interest on free, costless money ; and b) that our government issues the money (i.e. enters numbers into a ledger) and uses it to fund government projects - "rent"-free; or in other words at either low, or no interest.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...] Para alcançar uma transformação genuína da economia ao nível local, nacional e internacional, será vital a sociedade reclamar este grande poder, e insistir que a) nós (através dos nossos representantes eleitos) estabelecemos a “renda” ou juro sobre o dinheiro grátis, sem custos; e b) que o nosso governo emita o dinheiro (ou seja, insira números num livro-razão) e o utilize para financiar projectos governamentais – livres de “rendas”; ou, por outras palavras, a juros muito baixos ou nulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2008/dec/08/creditcrunch-economy"&gt;Tradução de artigo de Ann Pettifor no Jornal Guardian&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não são problemas relacionados com o crédito que estão a travar a recuperação económica, é uma questão de endividamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte da razão para o nosso desarranjo económico é não compreendermos o crédito. Esta é uma importante lacuna no nosso entendimento colectivo, na medida em que o crédito faz girar a nossa economia, e agora levou a que tudo caísse por terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecemos com os fundamentos. Primeiro, lembremo-nos de que não mais usamos moeda mercadoria, ie moeda baseada em coisas como contas, conchas, ouro ou prata. Usamos sobretudo moeda bancária – dinheiro que é intangível e existe apenas como números num computador, ocasionalmente impressos em declarações bancárias – como sejam transferências bancárias, “internet banking”, cartões de pagamento electrónicos, cartões de crédito. Esta moeda bancária não é baseada numa mercadoria, mas na confiança. A moeda bancária não corresponde necessariamente às poupanças. Na realidade, não corresponde a nenhuma actividade económica. Como John Law, o genial escocês, salientou uma vez: “A moeda não é o valor pelo qual os bens são trocados; mas por intermédio do qual os bens são trocados”. Em segundo lugar, os empréstimos e investimentos não são feitos primordialmente como resultado das poupanças ou depósitos mantidos pelos bancos, ou na base dessas poupanças ou depósitos. Pelo contrário: são os empréstimos que criam os depósitos. Os empréstimos não são necessariamente uma dádiva de um aforrador que põe de lado uma parcela do seu rendimento numa conta poupança ou empresta ao mercado de capitais internacional. Os bancos não têm de ter poupanças ou “reservas” para expandir o crédito a outros, e cobrar juros. Porquê? Por causa de outro fundamento: porque o dinheiro para um empréstimo bancário não existe até que nós, os clientes, nos candidatamos ao crédito. Tudo aquilo que o banco necessita obter é o colateral (isto é, uma garantia sobre uma propriedade) para segurar o empréstimo.Por outras palavras, longe de o banco começar com um depósito ou reservas, e depois emprestar o dinheiro, o banco começa com a nossa candidatura a um empréstimo (por ex., 300.000€); o activo contra o qual garantimos ou seguramos o reembolso, como a nossa propriedade, e a promessa de repagar com juros. Um funcionário insere então um número num livro-razão. E aí está, 300.000€ são depositados no sistema bancário! O cliente poderá necessitar de um elemento de liquidez do seu depósito – ou seja, notas e moedas – mas este tende a ser uma pequena proporção do dinheiro emprestado. O banco pede emprestado as notas e as moedas ao Banco de Inglaterra, mas o resto do crédito ou moeda bancária, digamos 297.000€, é criado virtualmente sem nenhum custo e sem a ajuda dos aforradores. Keynes interrogava-se acertadamente, “porque... se os bancos podem criar crédito, deveriam eles recusar qualquer pedido razoável pelo mesmo? E porque deveriam eles cobrar uma taxa pelo que lhes custa nada ou muito pouco?” Porquê, de facto? Estes assuntos não são commumente compreendidos. Joseph Schumpeter queixava-se (em 1954) que “provava-se extraordinariamente difícil que os economistas reconhecessem que os empréstimos bancários e os investimentos dos bancos realmente criam depósitos”.A semana passada, o editor de economia da BBC, Robert Peston, escreveu um artigo intitulado: “Porquê punir os aforradores?” Nele afirmava que: A causa quer da crise de liquidez/financiamento inicial dos nossos bancos como da crise de solvência subsequente foi que os empréstimos e outros activos dos nossos bancos cresceram a uma taxa muito mais rápida que os depósitos dos clientes, de tal modo que a diferença atingiu cerca de 700 mil milhões de libras no início deste ano. Ele está errado. Os aforradores não têm influência sobre o volume dos empréstimos bancários ou depósitos. Porque é importante que tenhamos estes conceitos bem definidos? É importante porque de maneira a podermos corrigir o nosso sistema financeiro é necessário um correcto diagnóstico do seu funcionamento e das suas falhas. A verdade é que a banca privada, sob “regulação ligeira”, emprestou em demasia através da criação de demasiado crédito , e “segurou” esses empréstimos, não através das poupanças, mas através de activos cujos preços os empréstimos inflacionaram: de forma mais saliente a/o propriedade/imobiliário. A bolha do crédito ateou o bolha do imobiliário, e ambas expandiram-se insustentavelmente. Em seguida altas taxas de juro provocaram o rebentamento da bolha do crédito o que, por sua vez, deflacionou as bolhas do imobiliário e de outros activos.A economia global está agora a afundar-se sob uma vasta mancha de dívida, e a prioridade deve ser lidar com essa dívida. Não estamos confrontados com uma crise de poupança, como alguns incluindo Peston sugerem. Estamos confrontados com uma maciça crise de dívida.Existem soluções para resolver esta crise. Elas incluem: o reconhecimento de que algumas destas dívidas nunca serão pagas, e deverão ser anuladas, de uma forma ordenada, estruturada. É para isso que servem as nossas leis de falência.Em segundo lugar, precisamos urgentemente de baixar os custos de financiamento – i.e. taxas de juros, especialmente taxas de longo prazo – para ajudar os devedores (quer indívíduos, empresas e governo) a recuperar. Terceiro, precisamos de aumentar os rendimentos e lucros, para permitir aos devedores individuais e empresariais repagarem aos bancos, se queremos manter os bancos solventes. Podemos fazer isso através da despesa, ajudando os negócios/firmas e os seus empregados. Quarto, o governo precisa de “reflacionar” a economia. A única forma de as finanças públicas recuperarem é se a economia recuperar, e para isso acontecer o governo precisa de gastar. Se precisar de pedir emprestado, assim seja, mas esse financiamento terá de ser a taxas de juro muito baixas.Portanto, se o diagnóstico desta crise fosse, não uma crise de dívida, mas uma crise de poupança, então os remédios/soluções teriam que ser bem diferentes. As dívidas não seriam anuladas. Pelo contrário, os devedores poderiam ser enviados para o equivalente actual à prisão de devedores de Marshalsea. Como resultado, as empresas iriam contra a parede, e o desemprego aumentaria ainda mais. As taxas de juro aumentariam para satisfazer os aforradores e punir os devedores. O Banco (de Inglaterra) já tentou este último remédio com taxas de juro demasiado elevadas. Mas em Outubro o Comité de Política Monetária finalmente, e dramaticamente, cortou as taxas. Contudo, as anteriores taxas mais elevadas exacerbaram gravemente a crise que detonou em 9 de Agosto de 2007, sacrificando milhares de pequenos e grandes negócios e desempregando pessoas entretanto.Temos todos que estar agradecidos que 15 meses mais tarde o Banco – guardião das finanças nacionais – tenha finalmente mudado a sua política em relação às taxas de juro. E que alguém na Rua Threadneedle entenda o crédito. Precisamos agora que esse entendimento seja partilhado mais amplamente, com jornalistas como Robert Peston, por exemplo.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-7872782570090860153?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/7872782570090860153/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=7872782570090860153' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7872782570090860153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7872782570090860153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/10/coming-first-world-debt-crisis.html' title='&quot;The Coming First World Debt Crisis&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SPzZoI6LQZI/AAAAAAAAAak/YClZl1XNBIg/s72-c/Ann+pet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-5434684647111558128</id><published>2009-02-20T20:00:00.004Z</published><updated>2009-02-20T20:10:37.705Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><title type='text'>Light Bulb Myth / "O Mito da Lâmpada"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"The strange consensus that the most important thing we can do to stop global warming is for individuals to make hundreds of small sacrifices, never knowing whether or not they actually make a difference.&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But what really is warming the world, playing havoc with our lives and living systems, exploding markets, inflating food and fuel prices and all the rest, is the way the economic system works. It´s good for a small minority of people, for some of the time, but that´s all" in &lt;a href="http://www.neweconomics.org/gen/"&gt;NEF&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-5434684647111558128?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/5434684647111558128/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=5434684647111558128' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5434684647111558128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5434684647111558128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/02/light-bulb-myth-o-mito-da-lampada.html' title='Light Bulb Myth / &quot;O Mito da Lâmpada&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-3709392962471975678</id><published>2009-02-16T21:37:00.011Z</published><updated>2009-02-20T19:43:29.898Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Citações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Henry Ford e Thomas Edison</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;«The United States, the greatest Government in the world, wishing $40,000,000 to complete a great public benefit is forced to go to the money sellers to buy its own money. At the end of thirty years the Government not only has to pay back the $40,000,000 but it has to pay 120 per cent interest, literally has to pay $88,000,000 for the use of $40,000,000 for thirty years... Think of it. Could anything be more childish, more unbusinesslike!»&lt;br /&gt;Henry Ford e Thomas Edison em &lt;a href="http://www.michaeljournal.org/appenD.htm"&gt;entrevista ao New York Times em 1921(?).&lt;/a&gt;&lt;span class="fullpost"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta citação poderia aplicar-se aos dias de hoje numa crítica à obsessão da União Europeia em reduzir o défice a todo o custo, quando ao mesmo tempo se insiste, nomeadamente em Portugal, em negócios ruinosos para o país através de todo o tipo de parcerias publico-privadas sustentadas por operações financeiras que comprometem o nosso futuro, mas garantindo rendas a uns quantos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-3709392962471975678?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/3709392962471975678/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=3709392962471975678' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3709392962471975678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3709392962471975678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/02/henry-ford-e-thomas-edison.html' title='Henry Ford e Thomas Edison'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-6212762960698603655</id><published>2009-02-12T14:53:00.006Z</published><updated>2009-02-12T22:10:52.538Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Citações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>"Contas Nacionais de Bem-Estar"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;"Gross National Product counts air pollution and cigarette advertising and... the destruction of the redwood and the loss of our natural wonder in chaotic sprawl. It does not allow for the health of our children, the quality of their education or the joy of their play... the beauty of our poetry or the strength of our marriages. It measures everything, in short, except that which makes life worthwhile."&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Robert_F._Kennedy"&gt;Robert Kennedy, 1968&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://www.neweconomics.org/gen/"&gt;New Economics Foundation&lt;/a&gt; (esta é uma organização que depende do &lt;a href="http://www.neweconomics.org/gen/m1_i2_join.aspx"&gt;apoio do público &lt;/a&gt;- os materiais que publica são disponibilizados gratuitamente) acaba de lançar o projecto &lt;a href="http://www.nationalaccountsofwellbeing.org/"&gt;"National Accounts of Well-being"&lt;/a&gt;. Trata-se de uma proposta detalhada para que os governos alterem os critérios com que medem a riqueza produzida pela sociedade, o tradicional Produto Interno Bruto (PIB). Como refere a citação de Robert Kennedy, não faz sentido considerar a publicidade ao tabaco como algo positivo na contabilização da riqueza produzida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-6212762960698603655?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/6212762960698603655/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=6212762960698603655' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6212762960698603655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6212762960698603655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/02/contas-nacionais-de-bem-estar.html' title='&quot;Contas Nacionais de Bem-Estar&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-8030605230429372338</id><published>2009-02-04T00:46:00.004Z</published><updated>2009-02-04T00:50:27.306Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Citações'/><title type='text'>Sobre a Honestidade</title><content type='html'>"Se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto, ele seria honesto ao menos por desonestidade." — Citação atribuída a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crates"&gt;Sócrates&lt;/a&gt; - Filósofo grego (469 AC - 399 AC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Type rest of the post here.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-8030605230429372338?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/8030605230429372338/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=8030605230429372338' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8030605230429372338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8030605230429372338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/02/sobre-honestidade.html' title='Sobre a Honestidade'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-498311395799716450</id><published>2009-01-31T22:33:00.014Z</published><updated>2009-02-01T09:51:27.188Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Priceless - uma polémica.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aproveito o incentivo  dos &lt;a href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=7571829620417136595"&gt;comentários&lt;/a&gt; do &lt;a href="http://menos1carro.blogs.sapo.pt/"&gt;Miguel Carvalho&lt;/a&gt; a &lt;a href="http://futureatrisk.blogspot.com/2009/01/priceless-nem-tudo-tem-um-preco.html"&gt;“Priceless, nem tudo tem um preço”&lt;/a&gt;  para escrever um pouco mais sobre &lt;a href="http://www.progressivereform.org/priceless.cfm"&gt;"Priceless - On Knowing the Price of Everything and the Value of Nothing"&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este livro analisa especificamente a problemática da aplicação da análise custo benefício à avaliação das leis e regulamentos que visam proteger a saúde, a segurança e o ambiente. Este ponto é muito importante. Não se trata de comparar duas opções de investimento diferentes, por exemplo. Por outro lado, é claro que nem todos os economistas seguem os mesmos métodos. Um dos autores do livro é economista, &lt;a href="http://www.ase.tufts.edu/gdae/about_us/cv/ackerman_cv.html"&gt;Frank Ackerman&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passando aos comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Economia – seja a corrente neoclássica ou keynesiana - também é &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Normative_economics"&gt;normativa&lt;/a&gt; Os pressupostos que conduzem a uma ou a outra têm subjacentes juízos de valor sobre o que se deve ou não fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Infelizmente a generalidade dos economistas valoriza pouco – ou simplesmente desconhece - o contexto histórico em que muitas teorias emergem, e ganham um estatuto de verdade científica. Por exemplo,  a teoria das vantagens comparativas, (supostamente “economia positiva”) de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/David_Ricardo"&gt;David Ricardo&lt;/a&gt;,  que alguns consideram uma das mais brilhantes  de sempre da teoria económica : “deepest and most beautiful result in all of economics” (citado por Daly) surgiu num determinado contexto (geo)político-económico. O próprio Ricardo era, neste caso, um político no sentido usual do termo, para além de ser um investidor. Além disso, era também nacionalista. A teoria que desenvolveu – aliás baseada num exemplo envolvendo Portugal – sendo brilhante, assentava sobre uma hipótese muito conveniente. Esta teoria foi muito importante para acabar com as &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Corn_Laws"&gt;“Corn Laws.”&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;"The anti-Corn Law campaign was crucially helped by the economist, politician and stock-market player, David Ricardo. Ricardo came up with the theory of comparative advantage that still forms the core of free trade theory» In “Bad Samaritans – the guilty secrets of rich nations &amp;amp; the threat to global prosperity"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;”Neoclassical economics, with its &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;subjectivist&lt;/span&gt; theory of value”&lt;br /&gt;«Since the classical economists were  nationalists [...]»- Herman Daly&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se trata apenas de serem maus economistas. Os exemplos dados em “Priceless” (três significativos podem ser lidos online) não são excepções. Nesses exemplos, da vida real, demonstra-se um enviesamento sistemático para relevar os custos e subestimar os benefícios. No debate sobre os impactos económicos das alterações climáticas, economistas influentes revelam uma incompreensão impressionante sobre o tema, aplicando este tipo de análise que ignora os fundamentos da ciência. William Nordhaus (não se trata de um economista qualquer; é co-autor com Samuelson de um dos mais importantes manuais de economia) é um deles, como é o influente &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lawrence_Summers#Academic_economist"&gt;Larry Summers&lt;/a&gt;, ex-presidente de Harvard e actual presidente do Conselho Económico Nacional de Obama. &lt;br /&gt;"William Nordhaus, who said that global warming would have only a small effect on the U.S. economy because basically only agriculture is sensitive to climate, and agriculture is only 3% of total value added, of gross national product.» in “Beyond Growth”&lt;br /&gt;Não é preciso ser-se muito instruído para perceber o absurdo disto. Joe Romm (físico) chama a este tipo de economistas, &lt;a href="http://climateprogress.org/2009/01/27/is-larry-summers-a-voodoo-economist-on-climate-and-does-it-matter/"&gt;“Voodoo Economists”&lt;/a&gt;, e com razão. Lomborg é outro que, não sendo economista (embora seja frequentemente referido como tal) recorre sempre a uma série deles para justificar ACB absurdamente reducionistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, há excepções. Recentemente, um &lt;a href="http://climateprogress.org/2009/01/29/martin-weitzman-climate-cost-benefit-analysis-fat-tail/"&gt;economista de Harvard&lt;/a&gt; veio admitir a incapacidade das ACB para avaliar o problema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Weitzman’s bottom line: If you don’t factor in plausible extreme-impact scenarios — and the vast majority of economic analyses don’t (this means you, &lt;a href="http://nordhaus.econ.yale.edu/dice_mss_072407_all.pdf"&gt;William Nordhaus&lt;/a&gt; and you, too, &lt;a href="http://www.economics-ejournal.org/economics/journalarticles/2008-25/view"&gt;Richard Tol&lt;/a&gt; — your analysis is worse than useless. It is delusional. Pretty strong stuff for a Harvard economist!”       &lt;br /&gt;As escolhas políticas são precisamente aquelas que não devem recorrer a análises de custo-benefício simplistas. Estas resultam, em regra, de comparações entre valores monetários. As escolhas políticas devem ter em consideração um espectro mais largo. Por isso é que são politicas! Como referem os autores de "Priceless", a política de defesa não está sujeita a uma análise estrita de custo benefício, porque o que está em causa é a segurança, e a opinião pública não aceitaria decisões tomadas apenas por esse tipo de critério.&lt;br /&gt;As preferências pessoais, ou mais genericamente, o que é válido do ponto de vista individual, nem sempre pode ser extrapolado para obter preferências colectivas. Aplica-se aqui o conceito de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fallacy_of_composition"&gt;falácia da composição.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;“In 1951, Kenneth Arrow proved that the results of democratic decision making cannot be reproduced by a mathematical formula. This crucial result, known as “Arrow's Impossibility Theorem”, derailed earlier attempts by economists to represent society's choices by a “social welfare function” - a quantitative description of what society supposedly prefers. Arrow's proof has not been refuted, tough it may have been forgotten, in the rush to apply cost-benefit analysis” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem outros critérios, como por exemplo, a contribuição da ciência e a participação pública através do sufrágio universal (por exemplo, referendos) ou de sondagens onde cada opinião tem o mesmo valor, e não com o tipo de inquéritos típicos da ACB, como a "&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Contingent_valuation#Past_controversies"&gt;contingent valuation&lt;/a&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, os autores de “Priceless” não rejeitam totalmente as ferramentas da ACB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Much of the information used in an atomistic analysis would also be relevant in what we call the holistic approach, where costs as a whole (usually monetary) and benefits as a whole (often largely nonmonetary) are considered together – but are not forced to be expressed in the same units.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O confronto entre escolhas do tipo:  "imaginemos que há um medicamento que salva a vida de alguém e custa 1000€. Todos concordamos nisso. E se custar 1 milhão de euros?”, é típico. Recorre-se a casos extremos para fugir a uma análise mais fina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«To say that life, health, and nature are priceless is not to say that we should spend an infinite amount of money to protect them.Rather, it is to say that translating life, health and nature into dollars is not a fruitful way of deciding how much protection to give to them» &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em muitos casos, o confronto é entre algo vital e algo fútil (ler exemplo do “phoneslaughter”). Andar de automóvel para tudo e para nada ou usar aquecimento em exagero para obter um conforto total é uma futilidade comparado com as consequências que advêm do “Pico Petrolifero” ou das Alterações Climáticas. No entanto, interesses instalados bloqueiam mudanças de comportamentos invocando frequentemente ACB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O argumento do mercedes vs corsa. É verdade que as pessoas aceitam riscos, mas normalmente são riscos que elas podem controlar (as pessoas conhecem os riscos do tabaco, mas podem decidir deixar de fumar). O psicólogo  &lt;a href="http://www.ldeo.columbia.edu/chrr/documents/meetings/roundtable/white_papers/slovic_wp.pdf"&gt;Paul Slovic&lt;/a&gt; concluiu que as pessoas receiam mais os riscos associados ao desconhecido. Estes riscos estão frequentemente associados a problemas de saúde pública e ambientais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, a taxa de desconto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Porque de cada 1€ que podemos produzir, podemos reinvesti-lo e torná-lo em 1.1€ no futuro».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta afirmação implica uma série de pressupostos que confundem finanças com economia. Pressupõe que os recursos, a tecnologia, etc., são ilimitados, com poderes de ressuscitação! Mais uma vez, o que pode ser válido para uma situação particular não é generalizável a toda a sociedade. É razoável um indíviduo avaliar os “trade-offs” entre o presente e o futuro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;próximo&lt;/span&gt;. No entanto, a taxa de desconto é um instrumento originário do cálculo financeiro e está associado ao facto dos valores monetários sofrerem uma desvalorização como consequência da inflação. Frequentemente  confunde-se a “riqueza” monetária com a real. Mas nem todas as coisas se desvalorizam com o tempo, bem pelo contrário.&lt;br /&gt;Aqui aplica-se outro tipo de falácia designada por &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fallacy_of_misplaced_concreteness"&gt;"fallacy of misplaced concreteness"&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Como refere Daly: «[...]since abstract exchange value flows in a circle, so do physical commodities constituting real GNP. Or, since money in the bank can grow forever at compound interest rates, so can real wealth, and so can welfare»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, é necessário ter em conta que algumas mudanças são irreversíveis, se não agirmos preventivamente em tempo útil. Quando estamos a falar de acções que têm impacto inter-geracional, a aplicação da taxa de desconto não é legítima:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“No one individual will experience both the beginning and the end of the transaction;  no one is able to make the personal judgment that the trade-off is, or is not, worthwhile”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes são temas complexos que não podem ser plenamente abordados em meia dúzia de linhas. Este tema da taxa de desconto merece, por si só, um "post".&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.prospect.org/cs/articles?articleId=7696"&gt;Aqui&lt;/a&gt; podem ler mais sobre a polémica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-498311395799716450?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/498311395799716450/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=498311395799716450' title='35 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/498311395799716450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/498311395799716450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/01/priceless-uma-polemica.html' title='Priceless - uma polémica.'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>35</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-7571829620417136595</id><published>2009-01-28T00:28:00.002Z</published><updated>2009-01-28T10:22:24.392Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Ambiental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Regulação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Priceless - nem tudo tem um preço!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SX5HpNPesdI/AAAAAAAAAcE/kRPNsdE41hw/s1600-h/priceless_cover_max.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 213px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SX5HpNPesdI/AAAAAAAAAcE/kRPNsdE41hw/s320/priceless_cover_max.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295748985089077714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;a href="http://www.progressivereform.org/priceless.cfm"&gt;"Priceless - On Knowing the Price of Everything and the Value of Nothing"&lt;/a&gt;  [Pode ler-se &lt;a href="http://www.americanprogress.org/issues/kfiles/b34845.html"&gt;1º capítulo online&lt;/a&gt;] (ver recensões  &lt;a href="http://spot.colorado.edu/%7Egravesp/BookReviewPriceless.PDF"&gt;aqui&lt;/a&gt; e da controversa escolha de Obama, &lt;a href="http://climateprogress.org/2009/01/12/obamas-unforced-environmental-error-an-anti-regulation-regulatory-czar/"&gt;Cass Sunstein&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.powells.com/review/2004_03_11"&gt;aqui&lt;/a&gt;)  percebemos mais claramente o porquê de se chamar à Economia a "ciência lúgubre". Instalou-se um pouco por todo o lado uma corrente de opinião defensora da ideia de que o mercado resolve tudo e é sempre mais eficaz do que a intervenção das "burocracias" governamentais. Sob a capa da objectividade científica - utilizando um método de análise denominado Análise Custo-Benefício (ACB) - promoveu uma agenda anti-regulamentação e pró-privatização dos serviços e bens públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«cost-benefit analysis promotes a deregulatory agenda under the cover of scientific objectivity.» pág. 9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;A ideia subjacente é que as regulamentações  custam dinheiro  às entidades reguladas e, portanto, estas tratam de evitá-las, financiando generosamente universidades e centros de investigação que provem que os regulamentos têm sempre - ou em regra - mais custos que benefícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os EUA foram um dos países que levaram mais longe a aplicação sistemática da ACB à avaliação do impacto da legislação em matéria de protecção ambiental, de saúde pública e no local de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À partida poderiamos pensar ser natural avaliar os custos de implementação de um determinado regulamento, por exemplo, tornar obrigatório o fim da utilização de chumbo na gasolina ou reduzir os níveis de arsénico na água. O problema é determinar os benefícios.&lt;br /&gt;O que a ACB faz é comparar dois números. Sucede que, valores como a vida, a natureza, a saúde, não têm preço. Isto pode parecer um lugar-comum. Mas se atentarmos &lt;a href="http://www.progressivereform.org/priceless_answers.cfm"&gt;nestes exemplos&lt;/a&gt;, ficamos com uma ideia mais aproximada do que está em causa.&lt;br /&gt;Vejamos um exemplo referido no livro: o chumbo na gasolina. Desde sempre se soube dos seus efeitos nefastos. Após muitas décadas descobriu-se que implicavam danos sobre o desenvolvimento cognitivo das crianças e o chumbo foi banido pela &lt;a href="http://www.epa.gov/"&gt;EPA &lt;/a&gt;(Agência de Protecção do Ambiente dos EUA). No entanto, esta decisão foi contestada por analistas - por ex. &lt;a href="http://www.aei-brookings.org/author/page.php?id=17"&gt;Randall Lutter&lt;/a&gt;  (na  altura ligado ao &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/American_Enterprise_Institute"&gt;American Enterprise Institute)&lt;/a&gt; com base em considerações (adoptadas também pela própria EPA) do tipo: na realidade os danos do envenenamento por chumbo não são assim tão maus porque vendo bem as coisas quanto vale um ponto do QI de um indivíduo (foi avaliado até 8.346 dólares pela EPA e até um mínimo de 1.100$ pelos tais analistas), ou seja, que repercussão terá a redução das capacidades cognitivas das crianças nos seus rendimentos (em termos monetários) futuros ? Quanto tempo (e tempo é dinheiro!) gastam os pais para tratar dos filhos envenenados, etc.. Por incrível que possa parecer, os benefícios da eliminação do envenamento por chumbo são "medidos" desta forma. E este é apenas um dos muitos exemplos citados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que este tipo de análise é enviesado à partida porque reduz sistematicamente o leque dos potenciais benefícios:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Because important categories of benefits are priceless, cost-benefit analysis in practice frequently turns out to be "complete cost - incomplete benefit analysis". [...] The new conventional wisdom assumes that the priceless is worthless" &lt;br /&gt;Um outro exemplo: num relatório para o Congresso dos EUA, a &lt;a href="http://www.ombwatch.org/article/articleview/2995/1/494"&gt;OMB&lt;/a&gt;, estimava que os custos de uma proposta para a protecção das florestas era de 180 milhões de dólares e que os benefícios seriam de apenas 219.000$/ano. De que resultavam estes benefícios? Resultavam da não construção de estradas! Ou seja, se as florestas fossem protegidas, poupar-se-ia na construção de estradas necessárias a sua exploração comercial. Ou seja, nenhuma consideração sobre o valor dos serviços prestados pelas florestas no seu estado natural, da biodiversidade, pela simples razão de que não têm preço. Mas nem por isso deixam de ter valor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«The basic problem with narrow economic analysis of health and environmental protection is that human life, health and nature cannot be described meaningfully in monetary terms; they are priceless. When the question is whether to allow one person to hurt another, or to destroy a natural resource; when a life or a landscape cannot be replaced; when harms stretch out over decades or even generations; when outcomes are uncertain ; when risks are shared or resources are used in common; when the people "buying" harms have no relationship with the people actually harmed - then we are in the realm of the priceless, where market values tell us little about the social values at stake» pág 8-9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das metodologias usadas neste tipo de análise é a taxa de desconto, usualmente utilizada em cálculo financeiro. A taxa de desconto tem o condão de desvalorizar o futuro!&lt;br /&gt;Na tentativa de determinar os benefícios de uma determinada política pública sobre questões de saúde, procura-se determinar quantos anos de vida se ganham. O problema é quando se confunde anos de vida com valores monetários e se deduz que um ano de vida daqui a 40 anos é equivalente a apenas alguns dias hoje! Este tipo de raciocínio é algo hermético e congeminado de forma discreta, embora corrente, salvo quando passa para o domínio público, como sucedeu com este caso, para indignação dos idosos (ver &lt;a href="http://query.nytimes.com/gst/fullpage.html?res=9C06E4DE163FF93BA35756C0A9659C8B63"&gt;aqui&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;Não admira portanto que tanto se despreze - em alguns círculos influentes - o impacto que poderá advir a médio e longo prazo, por ex., da introdução de OGM's ou das Alterações Climáticas. &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-7571829620417136595?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/7571829620417136595/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=7571829620417136595' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7571829620417136595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7571829620417136595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/01/priceless-nem-tudo-tem-um-preco.html' title='Priceless - nem tudo tem um preço!'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SX5HpNPesdI/AAAAAAAAAcE/kRPNsdE41hw/s72-c/priceless_cover_max.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-3983102467709475479</id><published>2009-01-20T20:24:00.009Z</published><updated>2009-01-20T23:26:00.014Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Limites do Crescimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>"Beyond Growth" - Para Além do Crescimento</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SXZU-JfRYnI/AAAAAAAAAbw/RoDCWzIZVgg/s1600-h/BG.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 215px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SXZU-JfRYnI/AAAAAAAAAbw/RoDCWzIZVgg/s320/BG.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293511838696301170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este livro (ver &lt;a href="http://www.amazon.com/gp/reader/0807047090/ref=sib_dp_pt#reader-link"&gt;índice&lt;/a&gt;) de &lt;a href="http://www.eoearth.org/article/Daly%2C_Herman_E."&gt;Herman E. Daly&lt;/a&gt; confronta a teoria económica dominante, seja ela neoliberal ou keynesiana, com uma enorme contradição. O paradigma económico dominante ou "mainstream" concebeu a economia - a macroeconomia - como um sistema isolado: as famílias forneciam o trabalho e o capital e empresas produziam bens e serviços. O objectivo primordial era elevar a produção e ficarmos todos ricos!&lt;br /&gt;No início da Revolução Industrial isto poderia ser considerado normal. A exclusão do macro sistema - a natureza -, em que se insere o subsistema da economia humana, dos considerandos sobre os limites do crescimento económico não é hoje aceitável nem compreensível. Alguns avanços na microeconomia - internalização das externalidades, p.ex.- no domínio da economia do ambiente não são de modo algum suficientes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;O crescimento da população humana e da economia mundial assumiram uma dimensão que coloca em risco o equílibrio da Natureza que fornece a base fundamental sobre a qual assentam as duas primeiras.&lt;br /&gt;É da Natureza que a economia humana retira recursos fundamentais, renováveis e não renováveis, e onde despeja os resíduos que produz (poluição).&lt;br /&gt;Deste modo, Daly salienta a importância de conceitos oriundos da física e da biologia para uma melhor compreensão dos desafios colocados ao tão badalado, mas levado pouco a sério, Desenvolvimento Sustentável.&lt;br /&gt;A compreensão das 1ª e 2ª(entropia) Leis da Termodinâmica, a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capacidade_de_suporte"&gt;Capacidade de Suporte Ecológico &lt;/a&gt;, os limites biofísicos ao crescimento, o "fluxo metabólico de materiais e energia" ou "throughput", são essenciais para compreender que, por muito que a tecnologia progrida, os limites ao crescimento económico não desaparecem, podem até acentuar-se.&lt;br /&gt;Isto conduz Daly a propor - na sequência do que &lt;a href="http://futureatrisk.blogspot.com/2008/11/john-stuart-mill.html"&gt;Stuart Mill&lt;/a&gt; já sugerira no Séc. XIX -  aquilo a que designa por "&lt;a href="http://www.eoearth.org/article/Steady_state_economy"&gt;Steady-State Economy"&lt;/a&gt;ou "Economia Estável".&lt;br /&gt;Uma economia deste tipo centra-se no desenvolvimento e não no crescimento, é uma economia do complexo, do melhor e não do mais; é uma economia que tem como preocupação fundamental determinar a escala da sua actividade de modo a ser compatível com os ritmos de regeneração dos recursos e absorção dos resíduos pela Natureza.&lt;br /&gt;Daly fornece algumas sugestões para operacionalizar (ver &lt;a href="http://www.steadystate.org/"&gt;Center for the Advancement of the Steady State Economy&lt;/a&gt;) uma economia deste tipo, revelando os absurdos dos métodos actuais. Um primeiro alvo é a elaboração das Contas Nacionais (a medição do Produto - PIB). Este é a soma de todos os valores acrescentados pela actividade económica humana. No entanto, o valor criado pela Natureza - aquilo sobre o que é acrescentado valor pelo Homem - é praticamente ignorado. Tanto assim, que as Contas Nacionais ignoram a destruição de capital natural - ao contrário do que acontece, p. ex., com a depreciação dos equipamentos cujo valor é abatido ao valor total produzido.&lt;br /&gt;Enfim, Daly está consciente da autêntica revolução cultural, filosófica, ética, e até religiosa, exigida para tal alteração. Como técnico do Banco Mundial teve a oportunidade de confrontar a entrincheirada ideologia do crescimento económico. &lt;br /&gt;Uma objecção frequente - normalmente proferida pelos que já têm mais do que suficiente - é de que o crescimento económico continua a ser necessário para combater a pobreza. Daly discorda, insistindo que só uma distribuição mais equilibrada e justa pode ser a solução. Mais crescimento, só aumentará a entropia do sistema - mais desordem - e, portanto, acabará por agravar ao invés de resolver o problema. Daly avança com o Princípio da Desigualdade Limitada, que introduz a noção de salário ou rendimento máximo, que Daly sugere poderia ser de 1 para 10 para o caso dos EUA, embora admita flexibilidade nesta proporção.&lt;br /&gt;Muito mais há a dizer sobre este livro, fundamental para uma outra economia, nestes tempos de crise ambiental - e financeira -  em crescendo. Este ponto, da crise financeira - embora não desta que estamos a viver (o livro é de 1996) também é abordado. Aqui, a diferança entre o brutal aumento de dívida (emissão de moeda) e a finitude da riqueza (material) é salientada como uma contradição que também vai contra a parede dos limites biofísicos da Terra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-3983102467709475479?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/3983102467709475479/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=3983102467709475479' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3983102467709475479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3983102467709475479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/01/beyond-growth-para-alm-do-crescimento.html' title='&quot;Beyond Growth&quot; - Para Além do Crescimento'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SXZU-JfRYnI/AAAAAAAAAbw/RoDCWzIZVgg/s72-c/BG.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-4370524731765245938</id><published>2009-01-18T22:44:00.031Z</published><updated>2009-01-24T20:59:19.574Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Ambiental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Um impostor de nome Bjorn Lomborg</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;embed src="http://youtube.com/v/Dtbn9zBfJSs" type="application/x-shockwave-flash" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bjorn Lomborg é um dos expoentes máximos do movimento conservador anti-regulação em matéria de protecção contra riscos colocados à saúde e ao ambiente. Este movimento atingiu o cume com a chegada de George W. Bush à presidência dos EUA. Caracteriza-se por se dedicar, sobretudo através de "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Think_tank"&gt;think tanks&lt;/a&gt;" (mas também, como no caso dos &lt;a href="http://www.whitehouse.gov/OMB/inforeg/"&gt;EUA&lt;/a&gt;, por intermédio de agências governamentais algo obscuras, embora influentes) , à análise custo-benefício das políticas públicas em matéria de regulamentação das actividades que afectam o ambiente, a saúde, as condições de trabalho, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.sourcewatch.org/index.php?title=Bjorn_Lomborg"&gt;Lomborg &lt;/a&gt;é docente de estatística da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, sendo a sua formação em ciência política. Invocando um pretenso passado de ambientalista de esquerda e de membro da Greenpeace, tornou-se famoso - com a ajuda, entre outros, do governo conservador dinamarquês através do &lt;a href="http://www.sourcewatch.org/index.php?title=Copenhagen_Consensus"&gt;Centro Consenso de Copenhaga&lt;/a&gt; e da revista The Economist (João Carlos Espada chegou praticamente a plagiar para o Expresso um artigo saído no Economist a dar grande destaque a este livro - a ideia era: vide, eis um verde - vegetariano e tudo - que reconhece que os ambientalistas são todos uns histéricos e até fornece um montão de números para prová-lo) - com a publicação do livro &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Skeptical_Environmentalist"&gt;"O Ambientalista Céptico".&lt;/a&gt; Por cá, os seus artigos no &lt;a href="http://www.project-syndicate.org/series/51/description"&gt;Project Syndicate&lt;/a&gt; , têm tradução no &lt;a href="http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS_OPINION&amp;amp;id=304543"&gt;Jornal de Negócios.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Neste livro, Lomborg dedica-se a desvalorizar os problemas ambientais, recorrendo a análises e interpretações enviesadas e a informação truncada (a que dá jeito aos seus fins), e a uma série de truques. Este livro foi objecto de queixas por cientistas dinamarqueses à Comissão de Verdade Científica de que resultou esta esclarecedora &lt;a href="http://stephenschneider.stanford.edu/Publications/PDF_Papers/DishonestDane.pdf"&gt;avaliação&lt;/a&gt; sobre a (pouca ou nenhuma) seriedade da análise de Lomborg. O livro (não o autor, por razões formais) foi acusado de desonestidade científica. Cientistas de renome: &lt;a href="http://stephenschneider.stanford.edu/"&gt;Stephen Schneider&lt;/a&gt; (ver tb &lt;a href="http://mitworld.mit.edu/video/461"&gt;aqui &lt;/a&gt;e &lt;a href="http://www.edge.org/documents/archive/edge241.html#schneider"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ver de quem se trata), &lt;a href="http://www.whrc.org/about_us/whos_who/CV/jholdren.htm"&gt;John P. Holdren&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://climateprogress.org/2008/12/18/obamas-strongest-message-on-climate-yet-john-holdren-to-be-named-science-adviser/"&gt;recém-nomeado conselheiro científico &lt;/a&gt;de Obama), Thomas Lovejoy, &lt;a href="http://futureatrisk.blogspot.com/2007/08/aquecimento-global-ameaa-biodiversidade.html"&gt;Stuart Pimm&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://futureatrisk.blogspot.com/2008/02/criao-um-apelo-para-salvar-vida-na.html"&gt;E.O. Wilson&lt;/a&gt; [este designa esta obra como "&lt;a href="http://www.grist.org/advice/books/2001/12/12/point/"&gt;The Lomborg Scam&lt;/a&gt;"], etc. (ver ainda &lt;a href="http://www.sourcewatch.org/index.php?title=Bjorn_Lomborg#Critics_of_Lomborg"&gt;aqui&lt;/a&gt;) pronunciaram-se sobre os temas em que são especialistas - desde a energia à biodiversidade, da demografia às alterações climáticas - abordados por Lomborg nesse livro, demonstrando a ignorância deste último. Se a ignorância fosse inocente, poderíamos desculpá-la, mas quem conheça Lomborg apercebe-se da sua arrogância ao querer determinar quem devemos ouvir e levar a sério e quem devemos ignorar, quando ele próprio não tem a mínima autoridade para sequer sugerir tais recomendações.&lt;br /&gt;No entanto, Lomborg continua a ter muita audiência, a ponto de a revista Times o ter designado como uma das 100 pessoas mais influentes de 2004 - o que é deveras incrível e preocupante. Por outro lado, este sucesso pode explicar-se. Bjorn Lomborg é sem dúvida inteligente e bom em relações públicas. Os que o acusam de conservador têm como resposta de alguns: ah, mas o homem é "gay" e vegetariano, como se isso tivesse relevância para o caso.&lt;br /&gt;Um dos temas favoritos de Lomborg são as alterações climáticas. Segundo ele, existe uma obsessão com as alterações climáticas, que não são grande problema, apesar dos alertas do &lt;a href="http://www.ipcc.ch/"&gt;IPCC&lt;/a&gt;. O futuro é quase totalmente desvalorizado através de outra técnica muito comum: a &lt;a href="http://www.csc.noaa.gov/coastal/economics/discounting.htm"&gt;taxa de desconto &lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;A este propósito ver também &lt;a href="http://www.realclimate.org/index.php/archives/2006/07/the-copenhagen-consensus/"&gt;artigo no RealClimate&lt;/a&gt; sobre análise de Lomborg.&lt;br /&gt;O seu mais recente livro "Cool It" é dedicado a explicar-nos porque não devemos dar grande importância às alterações climáticas.&lt;br /&gt;Numa primeira análise desprevenida, o raciocínio de Lomborg parece lógico e sedutor (ver vídeo), no entanto peca por ser linear e redutor, recorrendo ao aparente rigor dos números e de técnicas convencionais da análise económica.&lt;br /&gt;Como é muito bem explicado em &lt;a href="http://ladroesdebicicletas.blogspot.com/2008/12/os-nmeros-podem-enganar.html"&gt;"Priceless - On Knowing the Price of Everything and the Value of Nothing&lt;/a&gt;" (&lt;a href="http://spot.colorado.edu/%7Egravesp/BookReviewPriceless.PDF"&gt;aqui&lt;/a&gt;, uma recensão), a utilização sistemática da &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cost-benefit_analysis#Accuracy_problems"&gt;Análise Custo - Benefício&lt;/a&gt; para avaliar as políticas públicas tem problemas intrínsecos graves, mesmo quando realizadas de boa-fé. Um deles tem que ver com a relativa facilidade em determinar os custos e a enorme dificuldade em determinar os benefícios, pelas simples razão de que estes não podem ser mensurados na sua complexidade, não têm preço. Qual o preço de uma vida, quanto nos custa a extinção de uma espécie, quais os custos de uma alteração climática irreversível? Não há respostas definitivas para estas questões, que possam ser vertidas num número.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Because important categories of benefits are priceless, cost-benefit analysis in practice frequently turns out to be "complete cost - incomplete benefit analysis". [...] The new conventional wisdom assumes that the priceless is worthless" in Priceless (2004) Frank Ackerman &amp;amp; Lisa Heinzerling&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta&lt;a href="http://www.ase.tufts.edu/gdae/Pubs/rp/Ackerman_CoolIt.pdf"&gt; análise&lt;/a&gt; de "Cool It", Frank Ackerman expõe muito bem as insuficiências deste tipo de abordagem que caracterizam sistematicamente as posições defendidas por Lomborg.&lt;br /&gt;A impostura que caracteriza o discurso de Lomborg é perigosa e deve ser denunciada, e este tipo de análise atirada ao lixo.&lt;br /&gt;P.S. ver &lt;a href="http://middarchive.middlebury.edu/cdm4/item_viewer.php?CISOROOT=/diglectarc&amp;amp;CISOPTR=168"&gt;este debate&lt;/a&gt; entre Lomborg e  &lt;a href="http://www.billmckibben.com/"&gt;Bill  Mckibben .&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-4370524731765245938?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/4370524731765245938/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=4370524731765245938' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4370524731765245938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4370524731765245938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2009/01/blog-post.html' title='Um impostor de nome Bjorn Lomborg'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-8096291156154269961</id><published>2008-12-13T15:20:00.005Z</published><updated>2008-12-13T15:42:33.252Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Guerra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América Latina'/><title type='text'>Manifestação contra a "Escola das Américas" na Geórgia - EUA</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/-hMOM7jrKoQ" name="movie"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/-hMOM7jrKoQ" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;a href="http://www.soaw.org/"&gt;SOA Watch&lt;/a&gt;, ONG norte-americana, realiza todos os anos uma vígília diante da "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_das_Am%C3%A9ricas"&gt;Escola das Américas&lt;/a&gt;" em Fort Benning, na Geórgia, reclamando o encerramento desta "escola". Durante a manifestação, são evocados os nomes de pessoas assassinadas por militares que passaram por esta academia militar. À medida que são enunciados os nomes, o coro de vozes canta "Presente!".  &lt;a href="http://www.soaw.org/presente/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=185&amp;amp;Itemid=74&amp;amp;lang=en"&gt;Um relatório do Senado&lt;/a&gt; desta semana vem mais uma vez demonstrar que a prática da tortura teve (tem?) o apoio de altas figuras da administração, no caso Donald Rumsfeld.&lt;a id="publishButton" class="cssButton" href="javascript:void(0)" onclick="if (this.className.indexOf(&amp;quot;ubtn-disabled&amp;quot;) == -1) {var e = document['stuffform'].publish;(e.length) ? e[0].click() : e.click(); if (window.event) window.event.cancelBubble = true; return false;}"&gt;&lt;div class="cssButtonOuter"&gt;&lt;div class="cssButtonMiddle"&gt;&lt;div class="cssButtonInner"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-8096291156154269961?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/8096291156154269961/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=8096291156154269961' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8096291156154269961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8096291156154269961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/12/manifestao-contra-das-amricas-na-gergia.html' title='Manifestação contra a &amp;quot;Escola das Américas&amp;quot; na Geórgia - EUA'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-7833683552863657271</id><published>2008-12-10T19:55:00.004Z</published><updated>2008-12-10T20:19:17.431Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Energia'/><title type='text'>Steven Chu (próximo Secretário da Energia dos EUA?)</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/GfLaQUD86Mw" name="movie"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/GfLaQUD86Mw" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Parece que seria uma óptima escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ler &lt;a href="http://wonkroom.thinkprogress.org/2008/12/06/steven-chu-beautiful-planet/"&gt;aqui &lt;/a&gt;e &lt;a href="http://climateprogress.org/2008/12/10/a-nobelist-for-energy-secretary-who-gets-both-climate-and-energy-efficiency/"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-7833683552863657271?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/7833683552863657271/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=7833683552863657271' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7833683552863657271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7833683552863657271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/12/steven-chu-prximo-secretrio-da-energia.html' title='Steven Chu (próximo Secretário da Energia dos EUA?)'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-4484944615758561276</id><published>2008-12-07T14:08:00.005Z</published><updated>2008-12-07T14:49:16.199Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><title type='text'>"Resta-nos uma última hipótese"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A investigação científica mais recente sugere que a prevenção de uma alteração climática descontrolada implica a total “descarbonização” (da economia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_Monbiot"&gt;George Monbiot&lt;/a&gt;. Publicado no jornal britânico &lt;a href="http://www.guardian.co.uk/"&gt;"The Guardian"&lt;/a&gt; de 25 de Novembro de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;George Bush está a comportar-se como um caloteiro descontrolado cuja casa está prestes a ser arrestada. Parte as louças, arranca as portas das dobradiças, está determinado a que não reste nada de valor em casa pela altura em que os malvados o expulsem de casa. As leis de última hora aprovadas por Bush, abrindo as zonas de vida selvagem aos madeireiros e à exploração mineira, inutilizando os controlos sobre a poluição, rasgando as leis de conservação, farão quase tanto dano nos últimos 60 dias da sua presidência quanto o que conseguiu nos passados 3000 (1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Os seus apoiantes – entre os quais os piores “polutocratas” da América – estão a reclamar os favores prestados. Mas esta última farra de vandalismo é também a presidência de Bush reduzida ao seu essencial. A destruição não é o produto acidental da sua ideologia. A destruição é a sua ideologia. O neoconservadorismo é a expressão do poder pela demonstração de que se pode reduzir a escombros qualquer parte do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se já fôr demasiado tarde para prevenir que as alterações climáticas fujam do nosso controle, a equipa de Bush deve arcar com grande parte da responsabilidade. A sua desvalorização consciente do “Clima Médio” – o interlúdio  de temperaturas benignas que permitiram o florescimento da civilização humana – torna o assassínio em massa engendrado no Iraque “apenas” o segundo dos seus crimes cometidos contra a Humanidade. Bush moveu a sua guerra contra a ciência com a mesma obtusa determinação com a qual moveu a guerra ao terrorismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será tarde demais? Afirmá-lo é torná-lo real. Sugerir que não há nada a fazer é assegurar que nada será mesmo feito. Mas mesmo um optimista resoluto como eu encontra cada vez mais dificuldade em convocar a esperança. Um novo sumário da investigação científica publicada desde a divulgação no ano passado do relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas) sugere que – com quase um século de avanço em relação ao previsto anteriormente – poderão ter-se já iniciado processos climáticos críticos (2).Há apenas um ano, o IPCC avisou que  “se  projecta que o gelo marinho [do Árctico] no fim do Verão venha a desaparecer na quase totalidade  lá para o fim do século XXI...segundo alguns modelos.”(3) Mas, como mostra o novo relatório do “Public Interest Research Centre (PIRC)”, os cientistas prevêem agora o fim do gelo marinho no fim do Verão  dentro de 3 a 7 anos. A trajectória do derretimento actual mergulha nos gráficos como um meteorito caindo do céu.&lt;br /&gt;Esqueçam o disparate  acerca dos ursos polares: isto é sobre todos nós. À medida que o gelo desaparece, a região escurece, o que significa que absorve mais calor. Um recente artigo científico publicado na “Geophysical Research Letters” mostra que o aquecimento adicional causado pelo desaparecimento do gelo marinho penetra 1.500 km terra adentro, cobrindo quase toda a região de “permafrost” contínuo .(4) O “permafrost” do Árctico contém o dobro do carbono existente em toda a atmosfera global (5). Permanece seguro enquanto o solo se mantiver gelado. Mas o derretimento já começou. Jactos de metano estão agora a libertar-se em algumas zonas com tal intensidade que mantêm as águas abertas nos lagos do Árctico, durante todo o Inverno.  (6)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os efeitos do derretimento do “permafrost” não estão incorporados em nenhum modelo climático global. Um aquecimento descontrolado do Árctico poderia por si só fazer pender todo o planeta para um novo estado climático. O “Clima Médio” poderia colapsar mais rapidamente e mais cedo do que a mais horrível das previsões já apresentada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O discurso de Barack Obama na cimeira do clima nos EUA da semana passada foi um espantoso desenvolvimento (7). Mostra que, pelo menos a este respeito, há realmente uma perspectiva de uma profunda mudança política na América. Mas à medida que ele descrevia um plano de trabalho para lidar com o problema à luz de como era visto na altura da Cimeira da Terra de 1992, as medidas que propõe estão agora irremediavelmente fora de tempo. A ciência avançou entretanto. Os acontecimentos que os processos da Cimeira da Terra e de Kyoto eram suposto terem prevenido estão já a acontecer. Graças às tácticas destrutivas de Bush, o Velho, Clinton (e Gore) e Bush júnior, programas graduais e ponderados do tipo que Obama agora propõe são irrelevantes. Como o relatório do PIRC sugere, os anos de sabotagem e procrastinação deixaram-nos com apenas um último fôlego: um programa de choque para uma total reconversão energética. Um artigo do Centro Tyndall para a Investigação sobre Alterações Climáticas mostra que, se quisermos ter uma hipótese razoável de impedir mais que 2º C de aquecimento, as emissões globais provenientes da utilização de energia deverão atingir o pico em 2015 e diminuir entre 6 a 8% por ano de 2020 a 2040, conduzindo a uma total descarbonização da economia global logo após 2050 (10). Mesmo esta linha de acção apenas resultaria, se algumas hipóteses optimistas acerca do comportamento da biosfera se viessem a verificar. Garantir uma elevada probabilidade  para prevenir um aumento da temperatura de 2º C significaria cortar as emissões globais em mais de 8% por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isto possível?  È aceitável? O artigo do Centro Tyndall salienta que reduções anuais das emissões superiores a 1%  “têm estado associadas  apenas com a recessão económica ou turbulência.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a União Soviética colapsou, as emissões baixaram cerca de 5% por ano. Mas só podemos responder a estas questões considerando as alternativas. A trajectória que tanto Barack Obama e Gordon Brown propuseram – redução de 80% até 2050  - significa reduzir as emissões a uma média de 2% ao ano. Este  plano, como sugerem os dados do artigo do Centro Tyndall, irá provavelmente comprometer o mundo com um aquecimento de pelo menos 4 a 5ºC , o que significa o provável colapso da civilização humana em grande parte do planeta. É isto aceitável? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os custos de um plano para a total reconversão e conservação energética seriam astronómicos, a velocidade da implementação necessária, improvável. Mas os governos dos países ricos já implementaram um esquema como este para outro fim. Um inquérito realizado pela cadeia de televisão CNBC sugere que o governo federal dos EUA gastou até agora 4.2 biliões (10^12) de dólares em resposta à crise financeira, mais que o total gasto na II Grande Guerra Mundial quando ajustado pela inflação (12). Queremos ser lembrados como a geração que salvou os bancos e deixou colapsar a biosfera?&lt;br /&gt;Esta abordagem é desafiada pela pensadora americana Sharon Astyk. Num interessante novo ensaio, ela salienta que a substituição da infraestrutura energética do planeta envolve “um enorme gasto inicial de combustíveis fósseis”, necessários para o fabrico de aerogeradores, carros eléctricos, novas ligações à rede eléctrica, isolamentos térmicos e tudo o resto (13). Isto poderia conduzir-nos para além dos pontos de viragem (sem retorno) climáticos. Em alternativa, propõe ela, devemos pedir às pessoas para “fazerem sacrifícios radicais com resultados a curto prazo”, reduzindo o nosso consumo energético em 50%, com pouca assistência tecnológica, em cinco anos. Existem dois problemas: o primeiro é que todas as tentativas anteriores demonstram que confiar na abstinência voluntária não resulta. O segundo é que uma redução anual de 10% no consumo energético com a infraestrutura permanecendo praticamente  intacta significa uma redução anual de 10% no consumo total: uma depressão mais profunda do que alguma vez experimentada pelo mundo moderno. Nenhum sistema político – nem mesmo uma monarquia absoluta – poderia sobreviver a um colapso económico desta escala.&lt;br /&gt;Ela tem razão quanto aos riscos de um novo contrato tecnológico verde ,  mas estes são riscos que devemos assumir. As propostas de Astyk viajam bem adentro do domínio do “pensamento positivo”. Mesmo a solução tecnológica que favoreço habita as distantes margens do possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos fazê-lo? Não tenho a resposta. Revendo os dados novos, tenho que admitir que se calhar já vamos demasiado tarde. Mas há outra pergunta à qual posso responder mais facilmente. Podemos dar-nos ao luxo de não tentar? Não podemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Suzanne Goldenberg, 20th November 2008. Presidente por mais 60 dias, Bush dá cabo da protecção do mundo selvagem da América. The Guardian&lt;br /&gt;2. Public Interest Research Centre, 25th November 2008. Climate Safety. &lt;a href="http://www.pirc.info/"&gt;www.pirc.info&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Intergovernmental Panel on Climate Change, Working Group I. &lt;a href="http://www.ipcc.ch/pdf/assessment-report/ar4/wg1/ar4-wg1-ts.pdf"&gt;Technical Summary&lt;/a&gt; , p73.&lt;br /&gt;4. David M. Lawrence et al., 2008. Accelerated Arctic land warming and permafrost degradation during rapid sea ice loss. Geophysical Research Letters, Vol. 35, 11506. Ver &lt;a href="http://www.cgd.ucar.edu/ccr/dlawren/publications/lawrence.grl.submit.2008.pdf"&gt;aqui &lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;5. Edward A. G. Schuur et al, September 2008. Vulnerability of permafrost carbon to climate change: implications for the global carbon cycle. Bioscience, Vol. 58, No. 8, pp. 701-714. Ver &lt;a href="http://www.bioone.org/perlserv/?request=get-document&amp;amp;doi=10.1641%2FB580807"&gt;aqui&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;6. United Nations Environment Project, 4 June 2007. Melting Ice - a Hot Topic? &lt;a href="http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=512&amp;amp;ArticleID=5599&amp;amp;l=en"&gt;Press Release&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;7. Ver &lt;a href="http://www.congresscheck.com/2008/11/18/obama-promises-return-to-global-climate-change-negotiations/"&gt;aqui&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Kevin Anderson and Alice Bows, 2008. Reframing the climate change challenge in light of post-2000 emission trends. Philosophical Transactions of the Royal Society A. &lt;a href="http://www.tyndall.ac.uk/publications/journal_papers/fulltext.pdf"&gt;Published online&lt;/a&gt; .  Anderson e Bows afirmam que “O quadro da política das alterações do clima tem como referência o limite dos 2ºC; no entanto, mesmo estabilizando a 450 ppmv CO2e [partes por milhão de dióxido de carbono equivalente] existem apenas 46% de probabilidades de esse limite não ser ultrapassado" Esta estimativa é dada no seguinte trabalho:&lt;br /&gt;9. Malte Meinshausen, 2006. What Does a 2°C Target Mean for Greenhouse Gas Concentrations? A Brief Analysis Based on Multi-Gas Emission Pathways and Several Climate Sensitivity Uncertainty Estimates. In Hans Joachim Schellnhuber (Ed in Chief). Avoiding Dangerous Climate Change. Cambridge University Press.&lt;br /&gt;10. Isto é para a estabilização a 450 ppmv CO2e - bem acima do nível que James Hansen e outros cientistas climáticos estão a apelar.&lt;br /&gt;11. Anderson e Bows notam que até estabilizar as concentrações atmosféricas a 650 ppmv CO2e requere que as emissões globais atinjam um pico até 2020, seguido de cortes globais de 3 a 4% ao ano. Isto significa que as nações da OCDE devem reduzir as suas emissões ainda mais para prevenir que as concentrações subam acima dos 650.Meinshausen estima que estabilizar a 650 ppmv CO2e significa uma probabilidade de 40% de exceder os 4ºC.&lt;br /&gt;12. CNBC.com, 17th November 2008. &lt;a href="http://www.informationclearinghouse.info/article21263.htm"&gt;Financial Crisis Tab Already In The Trillions&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;13. Sharon Astyk, 11th November 2008. &lt;a href="http://sharonastyk.com/2008/11/11/a-new-deal-or-a-war-footing-thinking-through-our-response-to-climate-change/"&gt;A New Deal or a War Footing? Thinking Through Our Response to Climate Change.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sítio do autor: &lt;a href="http://monbiot.com/"&gt;Monbiot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S. Entretanto, &lt;/span&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Sharon Astyk &lt;a href="http://sharonastyk.com/2008/11/25/george-monbiot-is-arguing-with-methat-has-to-be-good/"&gt;respondeu&lt;/a&gt; a Monbiot.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-4484944615758561276?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/4484944615758561276/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=4484944615758561276' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4484944615758561276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4484944615758561276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/12/resta-nos-uma-ltima-hiptese.html' title='&quot;Resta-nos uma última hipótese&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-4684917319411549197</id><published>2008-12-06T11:33:00.012Z</published><updated>2008-12-07T14:48:16.183Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Guerra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Uma mobilização de tempo de guerra</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.wwiuma.org.br/bio_lester.html"&gt;Lester R. Brown&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitas coisas que não sabemos sobre o futuro. Mas uma coisa que sabemos é que o “business as usual” / “manter tudo na mesma” não vai continuar por muito mais tempo. Uma transformação/mudança maciça é inevitável. Será que essa mudança advirá de nos movermos rapidamente para reestruturar a economia ou porque falhamos na acção e a civilização se desfaz?&lt;br /&gt;Salvar a civilização exigirá uma mobilização maciça/massiva, à velocidade do tempo de guerra. A analogia mais próxima é a tardia mobilização dos Estados Unidos durante a II Guerra Mundial. Mas ao contrário desse capitulo da História, em que um país reestruturou totalmente a sua economia, a mobilização do “Plano B” requer acção decisiva à escala global.&lt;span class="fullpost"&gt; Na frente climática, as atenções oficiais deslocaram-se agora para as negociações pós- Protocolo de Quioto, para reduzir as emissões de carbono. Mas isso levará anos. Precisamos de agir agora. Não há simplesmente tempo para negociações de anos e depois mais anos para a ratificação de outro acordo internacional.&lt;br /&gt;É tempo de os países individualmente tomarem iniciativas próprias. A Nova Zelândia mostra o caminho, tendo anunciado em 2007 que irá aumentar a quota das energias renováveis na produção de electricidade de 70%, sobretudo hidro e geotermal, para 90% até 2025. O país planeia reduzir para metade as emissões “per capita” de dióxido de carbono dos transportes até 2040. Para além disto, a Nova Zelândia planeia expandir a sua área florestada em cerca de 250.000 hectares até 2020, sequestrando à volta de 1 milhão de toneladas de carbono por ano.&lt;br /&gt;Sabemos da nossa análise do aquecimento global, da aceleração da deterioração dos suportes ecológicos da economia, e das nossas projecções sobre a utilização futura de recursos pela China, que o modelo económico ocidental - baseado em combustíveis fósseis, centrado no automóvel e numa economia do descartável – não durará por muito mais tempo. Necessitamos de construir uma nova economia, uma que seja alimentada por fontes de energia renovável, que tenha um sistema de transportes diversificado e que reutilize e recicle tudo.&lt;br /&gt;Podemos descrever esta nova economia com algum detalhe. O problema é como fazer a transição antes que o tempo se esgote. Será que podemos alcançar os pontos de viragem políticos que nos permitam reduzir as emissões de carbono antes que alcancemos os pontos de viragem ecológicos que tornem irreversíveis o derretimento dos glaciares dos Himalaias? Seremos capazes de travar a desflorestação da Amazónia antes que seque, se torne vulnerável aos fogos, e se converta num deserto?&lt;br /&gt;E se daqui a três anos os cientistas anunciassem que esperámos demasiado tempo para reduzir as emissões de carbono e que o derretimento da calota de gelo da Gronelândia se tornara irreversível? Como é que nos afectaria a constatação de que éramos responsáveis pela emergente subida do nível do mar em 7 metros e centenas de milhões de refugiados? Como é que isso afectaria o sentido de nós próprios, de quem somos? Poderia desencadear uma fracturação da sociedade ao longo de linhas geracionais como as mais familiares fracturas das sociedades ao longo de linhas raciais, religiosas ou étnicas. Como responderemos  às nossas  crianças quando perguntarem “Como nos puderam fazer isto? Como puderam deixar-nos perante tamanho caos?”&lt;br /&gt;Como vimos, um sistema de contabilidade empresarial que deixou custos fora do balanço/dos “livros” conduziu a Enron, uma das maiores empresas dos EUA, à falência. Infelizmente, o nosso sistema de contabilidade económica global, que também deixa custos fora do balanço, tem consequências potencialmente bem mais sérias.&lt;br /&gt;A chave para construirmos uma economia global que possa suster o progresso económico é a criação de um mercado honesto, um que tenha em conta a verdade ecológica.  Para criar um mercado honesto, precisamos de reestruturar o sistema fiscal, reduzindo os impostos sobre o trabalho e elevando-os para variadas actividades  ambientalmente destrutivas por forma a que incorporem os custos indirectos no preço de mercado. Se conseguirmos que o mercado diga a verdade, então poderemos evitar ser desagradavelmente surpreendidos por um sistema de contabilidade falho que conduz à bancarrota. Como observou  Øystein Dahle, ex-vice-presidente da Exxon para a Noruega e Mar do Norte,: “o Socialismo colapsou porque não permitiu que o mercado revelasse a verdade económica. O Capitalismo poderá colapsar porque não permite que o mercado conte a verdade ecológica."&lt;br /&gt;Quando consideramos uma mobilização para salvar a civilização, vemos quer similitudes quer contrastes com a mobilização para a II Guerra Mundial. Neste último caso, houve uma reestruturação económica, mas foi temporária. Uma mobilização para salvar a civilização, pelo contrário, exige uma reestruturação económica duradoura.&lt;br /&gt;Ainda assim, a entrada dos EUA na II Guerra Mundial oferece um caso de estudo inspirador de rápida mobilização. Inicialmente, os EUA resistiram ao seu envolvimento, respondendo apenas depois de ser directamente atacado em Pearl Harbor em 7 Dezembro de 1941. Mas a resposta foi total. Depois de um compromisso integral, o empenhamento dos EUA ajudou a virar o pendor da guerra, conduzindo as Forças Aliadas à vitória dentro de três anos e meio.&lt;br /&gt;No seu discurso sobre o Estado da Nação a 6 de Janeiro de 1942, um mês após o bombardeamento de Pearl Harbor, o Presidente Roosevelt anunciou os objectivos  do país para a produção de armamento. Os EUA, disse ele, planeavam produzir 45.000 tanques, 60.000 aviões, 20.000 armas anti-aéreas, e 6 milhões de toneladas de marinha mercante. Acrescentou, “Que ninguém diga que não pode ser feito”.&lt;br /&gt;Ninguém jamais vira tais gigantescos números de produção de armas. Mas Roosevelt e os seus colegas compreenderam que a maior concentração mundial de capacidade industrial ao tempo estava na indústria automóvel dos EUA. Mesmo durante a Grande Depressão, os EUA estavam a produzir 3 milhões ou mais de automóveis por ano. Depois do seu discurso sobre o Estado da Nação, Roosevelt encontrou-se com os líderes da indústria automóvel  e disse-lhes que o país dependeria fortemente deles no sentido de alcançar estes objectivos de produção de armas. De início, eles queriam continuar a produzir automóveis e simplesmente acrescentar a isso a produção de armamento. O que eles ainda não sabiam é que a venda de novos carros seria banida brevemente. Desde o início de 1942 até ao fim de 1944, quase três anos, não houve praticamente produção de automóveis nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;Adicionalmente à proibição da produção e venda de automóveis para uso privado, a construção de habitação e auto-estradas foi suspensa, e a condução recreativa banida. Bens estratégicos – incluindo pneus, gasolina, combustível para aquecimento, e açúcar – foram racionados  a partir de 1942. A redução do consumo privado destes bens libertou recursos materiais que eram vitais para o esforço de guerra.&lt;br /&gt;O ano de 1942 testemunhou a maior expansão da produção industrial na história da nação  - toda para uso militar. Desde o início de 1942 até 1944, os EUA excederam largamente o objectivo inicial de 60.000 aviões, lançando uns espantosos 229.600 aparelhos, uma frota tão vasta, dificil de imaginar mesmo nos dias de hoje. Igualmente impressionante, por altura do fim da guerra, mais de 5.000 barcos foram acrescentados aos cerca de 1000 que constituíam a Marinha Mercante Americana em 1939. No seu livro “Tempos Incomuns” (“No Ordinary Time”), Doris Kearns Goodwin descreve como várias firmas se converteram. Uma fábrica de velas de ignição esteve entre as primeiras a mudar para a produção de metralhadoras. Rapidamente, um produtor de fogões estava a produzir barcos salva-vidas, uma fábrica de carrosséis estava a fazer peças de artilharia; uma companhia de brinquedos estava a lançar bússolas; um fabricante de corpetes estava a produzir cintos para granadas; e uma fábrica de máquinas para jogos (flippers) começou a produzir obuses perfurantes de blindagem.&lt;br /&gt;Em retrospectiva, a velocidade  desta reconversão da economia em tempo de paz para uma economia de guerra é surpreendente. O domínio do poder industrial dos Estados Unidos fez virar a balança decisivamente para as Forças Aliadas. Winston Churchill citava frequentemente o seu ministro dos negócios estrangeiros, Sir Edward Grey: “ Os Estados Unidos são como uma caldeira gigante. Uma vez que é acendido o fogo debaixo dela, não há limite à energia que pode gerar".&lt;br /&gt;Esta mobilização de recursos numa questão de meses demonstra que um país e, na realidade, o mundo, pode reestruturar a economia rapidamente se fôr convencido da necessidade de o fazer. Muita gente – embora ainda não a maioria – estão já convencidas da necessidade de uma reestruturação global da economia. O propósito do meu livro Plano B 3.0  é convencer mais pessoas desta necessidade, ajudando a virar a balança em direcção às forças da mudança e da esperança.&lt;br /&gt;Adaptado do capítulo 13, “A Grande Mobilização” in &lt;a href="http://www.earthpolicy.org/Books/PB3/index.htm"&gt;“Plano B 3.0: Mobilização para Salvar a Civilização”&lt;/a&gt; de Lester R. Brown  (New York: W.W. Norton &amp;amp; Company, 2008), disponível para descarga gratuita. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-4684917319411549197?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/4684917319411549197/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=4684917319411549197' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4684917319411549197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4684917319411549197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/12/uma-mobilizao-de-tempo-de-guerra.html' title='Uma mobilização de tempo de guerra'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-9048004802756717896</id><published>2008-11-23T12:06:00.004Z</published><updated>2008-11-23T12:12:20.068Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='China'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Limites do Crescimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="width: 425px; text-align: left;" id="__ss_779473"&gt;&lt;a style="margin: 12px 0pt 3px; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; display: block; text-decoration: underline;" href="http://www.slideshare.net/jsousa38/os-dois-gigantes-asiticos-e-o-novo-aeroporto-presentation?type=powerpoint" title="Os dois gigantes asiáticos e o novo aeroporto"&gt;Os dois gigantes asiáticos e o novo aeroporto&lt;/a&gt;&lt;object style="margin: 0px;" height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=bmrr-1227436473923493-8&amp;amp;stripped_title=os-dois-gigantes-asiticos-e-o-novo-aeroporto-presentation"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=bmrr-1227436473923493-8&amp;amp;stripped_title=os-dois-gigantes-asiticos-e-o-novo-aeroporto-presentation" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="355" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;"&gt;View SlideShare &lt;a style="text-decoration: underline;" href="http://www.slideshare.net/jsousa38/os-dois-gigantes-asiticos-e-o-novo-aeroporto-presentation?type=powerpoint" title="View Os dois gigantes asiáticos e o novo aeroporto on SlideShare"&gt;presentation&lt;/a&gt; or &lt;a style="text-decoration: underline;" href="http://www.slideshare.net/upload?type=powerpoint"&gt;Upload&lt;/a&gt; your own.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Apresentação no âmbito do Ciclo de Conferências "A China e Macau" a decorrer na Biblioteca Museu República e Resistência e promovido pelo &lt;a href="http://observatoriodachina.blogspot.com/"&gt;Observatório da China.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-9048004802756717896?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/9048004802756717896/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=9048004802756717896' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/9048004802756717896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/9048004802756717896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/11/os-dois-gigantes-asiticos-e-o-novo.html' title=''/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-2316524566557928406</id><published>2008-11-23T11:02:00.005Z</published><updated>2008-11-23T11:39:54.451Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Limites do Crescimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>WEO 2008 - Relatório da Agência Internacional de Energia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No passado dia 12 de Novembro, a Agência Internacional de Energia (AIE – organização intergovernamental dependente da OCDE, mundo industrializado, portanto) publicou o seu relatório anual sobre as perspectivas mundiais relativas à energia (World Energy Outlook 2008 – &lt;a href="http://www.iea.org/Textbase/npsum/WEO2008SUM.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt; Sumário Executivo em inglês).&lt;br /&gt;Este relatório marca um ponto de viragem na posição da AIE, habitualmente muito conservadora (leia-se, optimista) nas suas projecções, embora o &lt;a href="http://www.worldenergyoutlook.org/docs/weo2007/WEO_french.pdf"&gt;relatório de 2007 &lt;/a&gt;já alertasse para os desafios do impacto da China e Índia.&lt;span class="fullpost"&gt;Até aqui, os modelos da AIE calculavam as necessidades energéticas mundiais (procura) e assumiam que a indústria envidaria todos os esforços para responder do lado da oferta, e estava o problema resolvido, como se não houvesse qualquer limite geológico. Esta lógica deriva de uma crença cega - a &lt;a href="http://pediatrics.aappublications.org/cgi/content/abstract/55/2/231"&gt;ideologia do crescimento&lt;/a&gt; - que se recusa a constatar a evidência da finitude dos recursos naturais. Claro que deriva também da necessidade de não contrariar em demasia o seu “patrão”, “dono” de um sistema capitalista voraz por recursos, muito menos nesta altura de crise! Daí uma certa esquizofrenia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;A AIE vem admitir, finalmente, que os actuais padrões de consumo são insustentáveis. São insustentáveis porque a análise que fez de cerca de 800 poços de petróleo em exploração revelam já taxas de declínio da produção significativas (entre os 6 e os 9% ano, bem mais do que o admitido até há pouco), bem como porque continuar o “business as usual” em termos de consumo energético baseado em combustíveis fósseis conduzir-nos-á a um aumento médio das temperaturas globais que poderão atingir os &lt;a href="http://business.timesonline.co.uk/tol/business/industry_sectors/natural_resources/article5141873.ece"&gt;6º C até final do século&lt;/a&gt;, o que poderia ameaçar a própria &lt;a href="http://www.marklynas.org/2008/2/3/six-degrees-videos-six-degrees"&gt;existência da espécie humana à face da Terra&lt;/a&gt;! Esta admissão é bastante significativa! No entanto, a esquizofrenia revela-se na medida em que este “pormenor” é rapidamente esquecido e a AIE volta, ela própria, ao “business as usual”, garantindo que há petróleo para satisfazer uma procura de 106 milhões de barris/dia (mbd) em 2030 se forem realizados os investimentos necessários (cerca de 350 mil milhões de dólares ano até 2030 - total acumulado de $8.4 biliões - 10^12 - em dólares de2007). Muitos &lt;a href="http://odac-info.org/node/5222/#c3fdb237f49080d2a3fecbd16aa"&gt;analistas&lt;/a&gt; consideram estas projecções totalmente irrealistas uma vez que estimam que seriam necessárias 6 “novas” Arábias Sauditas para fornecer a diferença entre o consumo estimado até 2030 face à produção actual (cerca de 86 mbd) bem como para substituir a produção de petróleo dos actuais poços em declínio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;A actual crise económico-financeira (dificuldades de financiamento e baixa conjuntural do preço do petróleo) está já a compromenter, a suspender mesmo, investimentos em nova exploração com impacto na produção a breve prazo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Tirem as vossas conclusões sobre o que aí vem, à luz dos acontecimentos ocorridos este ano: “lock-outs” de camionistas, aumentos dos preços dos alimentos, etc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Como diz um analista, não se espera que a AIE desate a gritar que o "&lt;a href="http://www.energybulletin.net/node/47234"&gt;teatro está a arder!&lt;/a&gt;", mesmo quando é o caso. É por isso que o conhecimento geral destes problemas se torna tão importante. O que está em causa é vital! (publicado originalmente no "&lt;a href="http://quebrarsempartir.blogspot.com/"&gt;Quebrar Sem Partir&lt;/a&gt;")&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-2316524566557928406?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/2316524566557928406/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=2316524566557928406' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/2316524566557928406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/2316524566557928406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/11/weo-2008-relatrio-da-agncia.html' title='WEO 2008 - Relatório da Agência Internacional de Energia'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-5494793400165323639</id><published>2008-11-19T19:41:00.005Z</published><updated>2008-11-19T19:53:56.956Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Citações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Muito actual!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SSRtACKyaYI/AAAAAAAAAbc/Vr933keF23Q/s1600-h/autocolantemarx.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 261px; height: 333px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SSRtACKyaYI/AAAAAAAAAbc/Vr933keF23Q/s320/autocolantemarx.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270457311279868290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SSRsR6FYt1I/AAAAAAAAAbM/zF6ggtGwsUs/s1600-h/autocjefferson.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 270px; height: 329px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SSRsR6FYt1I/AAAAAAAAAbM/zF6ggtGwsUs/s320/autocjefferson.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270456518835746642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Sobre a &lt;a href="http://www.bloco.org/media/20081003livcrash.pdf"&gt;crise financeira&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-5494793400165323639?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/5494793400165323639/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=5494793400165323639' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5494793400165323639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5494793400165323639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/11/muito-actual.html' title='Muito actual!'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SSRtACKyaYI/AAAAAAAAAbc/Vr933keF23Q/s72-c/autocolantemarx.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-739023264774139249</id><published>2008-11-18T19:35:00.002Z</published><updated>2008-11-18T19:42:44.105Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Ambiental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>The ANIMALS save the PLANET</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/42HLOxVZAYo" name="movie"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/42HLOxVZAYo" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-739023264774139249?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/739023264774139249/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=739023264774139249' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/739023264774139249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/739023264774139249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/11/animals-save-planet.html' title='The ANIMALS save the PLANET'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-1088600692558410818</id><published>2008-11-12T21:34:00.005Z</published><updated>2009-11-02T18:08:57.014Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Citações'/><title type='text'>John Stuart Mill</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SRtNo9I9KjI/AAAAAAAAAbE/ENQNRRwFSY8/s1600-h/99068-004-A8011C46.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 226px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SRtNo9I9KjI/AAAAAAAAAbE/ENQNRRwFSY8/s320/99068-004-A8011C46.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267889555142158898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;«Confesso que não me sinto deslumbrado com o ideal de vida defendido pelos que pensam que lutar é o estado normal dos seres humanos para poderem seguir em frente; que os atropelos, os apertões, as cotoveladas e as ofensas mútuas [...] constituem o quinhão mais desejável reservado à humanidade [...] É quase escusado dizer que uma situação estacionária do capital e da população não implica um estado idêntico do aperfeiçoamento humano. Continua a haver o mesmo espaço de sempre para desenvolver todas as formas de cultura mental e de progresso moral e social, bem como para melhorar a arte de viver. E muito mais possibilidades de ela ser melhorada»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in John Stuart Mill, &lt;a href="http://oll.libertyfund.org/index.php?option=com_staticxt&amp;amp;staticfile=show.php&amp;amp;title=243&amp;amp;search=%22stationary+state%22&amp;amp;chapter=7225&amp;amp;layout=html#a_725891"&gt;The Collected Works of John Stuart Mill, Volume III - The Principles of Political Economy with Some of Their Applications to Social Philosophy (Books III-V and Appendices)&lt;/a&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-1088600692558410818?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/1088600692558410818/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=1088600692558410818' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1088600692558410818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1088600692558410818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/11/john-stuart-mill.html' title='John Stuart Mill'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SRtNo9I9KjI/AAAAAAAAAbE/ENQNRRwFSY8/s72-c/99068-004-A8011C46.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-8723504270925548614</id><published>2008-11-05T19:31:00.007Z</published><updated>2008-11-05T19:53:59.432Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Citações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Paraísos Fiscais</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SRH2p1vCA5I/AAAAAAAAAa8/B0kpoKvpUBU/s1600-h/est-ce_dans_ce_monde_ed_etr_1-1-9d611.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 211px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SRH2p1vCA5I/AAAAAAAAAa8/B0kpoKvpUBU/s320/est-ce_dans_ce_monde_ed_etr_1-1-9d611.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5265260638032233362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;«A ruptura deu-se com a grande vaga de desregulação financeira que, em cinco anos, entre 1979 e 1984, rebentou todas as barreiras nacionais à circulação de capitais. Enquanto os princípios de transparência e de globalização dos mercados eram protegidos, enquanto a informação financeira explodia em volume e em tecnicidade, o princípio da soberania e da opacidade era deliberadamente reforçado nos paraísos fiscais, ao contrário da ordem do mundo. Na Antígua, por exemplo, os poderes públicos jamais procederam a qualquer recenseamento preciso do número de empresas inscritas no registo do comércio.&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Não se trata de um fenómeno natural, independente da nossa vontade. Na sua quase totalidade, estes territórios são antigas feitorias das colónias britânicas, francesas, espanholas, ou holandesas. Desenvolveram-se no nosso seio. São apenas sucursais de Londres, Nova Iorque, Tóquio, Frankfurt ou Paris, onde está o coração da finança. O jogo duplo não é inocente. Como se fosse necessária uma certa opacidade para garantir margens que a transparência devora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Há alguns anos, o procurador do Condado de Nova Iorque, Robert Morgenthau, denunciou essa hipocrisia a propósito das ilhas Caimão, um dos dez primeiros centros financeiros do planeta. "A opacidade é a palavra mestra. Em matéria de regulamentação, a praça ganha o prémio do laxismo. No entanto, as ilhas Caimão pertencem à Coroa Britânica. O seu governador, tal como o seu ministro da Justiça, são nomeados por Londres. O Reino Unido tem, portanto, o poder de pôr fim ao deixa-andar na sua colónia mas não faz nada. Da mesma maneira, sob o ponto de vista financeiro, o arquipélago é uma dependência norte-americana - na realidade, a maior parte dos bancos offshore das ilhas Caimão é gerida por Wall Street. Washington também pode pôr fim às manigâncias offshore. Mas ninguém se mexe."1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;É um desvio do direito, um abuso político cujo preço deverá ser pago pelas gerações futuras.» o futuro é hoje! digo eu!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;1 The New York Times, de 10 de Outubro de 1998&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;in &lt;a href="http://www.europa-america.pt/product_info.php?manufacturers_id=5&amp;amp;products_id=5131&amp;amp;osCsid=54597107eeef4edfd3fba70b2e020375"&gt;Est-ce dans ce monde-là que nous voulons vivre?&lt;/a&gt; publicado em Portugal pela Editorial Inquérito em 2003.  Autora:  juíza franco-norueguesa &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Eva_Joly"&gt;Eva Joly&lt;/a&gt; - famosa pelo &lt;a href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Affaire_Elf"&gt;caso Elf&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-8723504270925548614?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/8723504270925548614/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=8723504270925548614' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8723504270925548614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8723504270925548614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/11/ruptura-deu-se-com-grande-vaga-de.html' title='Paraísos Fiscais'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SRH2p1vCA5I/AAAAAAAAAa8/B0kpoKvpUBU/s72-c/est-ce_dans_ce_monde_ed_etr_1-1-9d611.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-6411379243458288781</id><published>2008-10-09T20:00:00.007Z</published><updated>2008-10-09T21:17:21.154Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Deflação ou inflação?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SO5uwEjPmqI/AAAAAAAAAaE/dr0jBqTeuc8/s1600-h/images.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SO5uwEjPmqI/AAAAAAAAAaE/dr0jBqTeuc8/s400/images.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255259587322288802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O BCE deve ou não baixar as taxas de juro?&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O Banco Central Europeu tem resistido às pressões para baixar as taxas de juro com o argumento de que é necessário controlar a inflação. Esta atitude demonstra miopia ou mesmo cegueira perante os acontecimentos que se estão a desenrolar a uma velocidade vertiginosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[entretanto, o BCE baixou as taxas em 0.5%, mas vejam a &lt;a href="http://www.truveo.com/0-Interest-Rates-The-Answer/id/296516232"&gt;opinião &lt;/a&gt;deste assíduo comentador do canal Bloomberg]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal perigo que a economia internacional enfrenta não é a inflação, mas sim a &lt;a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=newsarchive&amp;amp;sid=azRTZ.U_ieuQ"&gt;deflação&lt;/a&gt;, ou seja, uma depressão económica profunda, acompanhada da redução generalizada dos preços e salários.&lt;br /&gt;Essa deflação está já a acontecer nos preços da habitação nos &lt;a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=newsarchive&amp;amp;sid=aAaW9UAEs8Dk"&gt;EUA (quedas percentuais de 2 digitos)&lt;/a&gt; e no &lt;a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=newsarchive&amp;amp;sid=au63v3Y1UyYo"&gt;Reino Unido&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;A crise do crédito (“Credit Crunch”) está a paralisar a actividade económica. A negociação de papel comercial nos EUA sofreu uma forte redução (The U.S. commercial paper market has dropped $264 billion in four weeks and fell $56.4 billion, or 3.5 percent, to a seasonally adjusted $1.55 trillion for the week ended Oct. 8, the Fed said; &lt;a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=newsarchive&amp;amp;sid=aLyBj1bxsk7g"&gt;fonte Bloomberg&lt;/a&gt;). A desconfiança instalada entre os próprios bancos está a fazer disparar a LIBOR e a &lt;a href="http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1345184&amp;amp;idCanal=57"&gt;EURIBOR&lt;/a&gt;, indexantes de stocks de dívida gigantescos (só os relativos à LIBOR ascenderão a 350 biliões de dólares 350*10^12, segundo o blog &lt;a href="http://debtonation.org/"&gt;“debtonation”&lt;/a&gt;); os “spreads” estão a aumentar e a dificuldade em obter crédito está a alastrar ao ponto de a próxima dor de cabeça da Federal Reserve dos EUA ser a resposta a dar aos pedidos de auxílio dos governos estaduais, locais, empresas de serviços públicos como a electricidade (“utilities”) e até grandes empresas privadas : &lt;a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=newsarchive&amp;amp;sid=aCpcJSP7uFlw"&gt;“Fed May See Lending to Companies, States as Next Crisis Fronts”&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bancos estão descapitalizados porque adquiriram activos sem valor. A compra desses “activos” - que não eram mais que títulos de dívida - serviu para alimentar um crescimento económico assente no consumo, sobretudo nos EUA. A festa acabou, pelo menos para alguns, a maioria! Não há dúvida que os bancos precisam de ser re-capitalizados (“bail-out”), mas não de qualquer forma. Os grandes accionistas e investidores, bem como os gestores,  devem ser penalizados. No entanto, parece ser o contribuinte e o pensionista a sair prejudicado. Claro que nalguns casos, estas figuras se confundem. Os fundos de pensões, por exemplo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt; Como diz Ann Pettifor, a criação de crédito numa economia moderna desregulamentada não derivou das poupanças acumuladas depositadas nos bancos, mas precisamente o contrário, ou seja, foi o crédito que gerou depósitos. A criação de moeda, e a consequente montanha de dívida gerada, foi obra de um sector bancário sem freio. Daí o problema da alavancagem do sistema financeiro, ou seja, os bancos emprestaram muito acima (várias vezes, em alguns casos dezenas de vezes!) dos depósitos que suportavam esses créditos. Agora que a economia está à beira da recessão, os bancos vêem-se a braços com dívidas incobráveis e sem liquidez. De modo que a reposição de alguma liquidez não vai aumentar a massa monetária, vai simplesmente compensar o seu desaparecimento no buraco negro da dívida titularizada sem valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, nas últimas décadas, observou-se uma gigantesca concentração do rendimento e da riqueza (&lt;a href="http://www.michaelmoore.com/words/message/index.php?id=237"&gt;ver artigo do Michael Moore&lt;/a&gt; – este refere que as 400 pessoas mais ricas dos EUA concentram tanto rendimento quanto 150 milhões de americanos, metade da população!). O aumento do preço do petróleo também contribuíu (e continuará a contribuir) para a transferência e concentração de riqueza num punhado de países e famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos estes factores são indutores de quebra acentuada da actividade económica. O risco maior é portanto de uma profunda deflação. O Japão, por exemplo, vive em deflação/estagnação há cerca de 15 anos. Mesmo o aumento acentuado do preço do petróleo, embora numa fase inicial possa pressionar o índice de preços, tende, devido à transferência maciça de  rendimento, a provocar um efeito deflacionista. É o que está a acontecer nos EUA, com a redução já significativa do consumo de gasolina e “jet fuel”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desregulamentação dos mercados financeiros permitiu o acesso ao mercado de crédito a actores cuja actividade principal (“core business”) não era a concessão de crédito, nomeadamente grandes empresas industriais e de comércio. Temos, por exemplo, a General Electrics a conceder crédito de curto prazo através do nosso conhecido &lt;a href="http://www.gemoney.pt/"&gt;GE Money&lt;/a&gt;, tivemos a Siemens a lucrar mais com operações financeiras do que com a sua actividade fundamental de produtor de equipamentos (ver a “&lt;a href="http://dissidentex.wordpress.com/2008/06/09/a-armadilha-da-globalizacao-livro/"&gt;Armadilha da Globalização, Terramar 1998”).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estes casos traduzem um padrão – da chamada “economia de casino” que consiste em fazer dinheiro a partir do dinheiro – que se reflectiu numa divergência entre as taxas de lucro e as taxas de acumulação, entendendo-se estas como taxas de investimento líquido, ou seja, taxas de variação da capacidade produtiva. Como é evidente, não é possível sustentar indefinidamente uma economia de casino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta concentração de rendimento e da riqueza, acentuada por altas taxas de juro reais e deflação num contexto de uma gigantesca montanha de dívida  é uma verdadeira bomba atómica!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que nós precisamos é de inflação, para erodir esta dívida! Um funcionamento “são” de uma economia “capitalista” depende de uma certa redistribuição do rendimento e da riqueza!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que não chega baixar as taxas de juro dos bancos centrais, &lt;a href="http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1345428&amp;amp;idCanal=57"&gt;como se viu hoje&lt;/a&gt; , é  necessário  ir mais além e exigir a alteração de um sem número de arranjos institucionais. É necessário, por exemplo, exigir que a prerrogativa de fixar todas as outras taxas saia da órbita de um pequeno grupo privado, como também &lt;a href="http://debtonation.org/2008/08/ratcheting-up-the-interest-rate-rack-of-torture/#more-98"&gt;recomenda Ann Pettifor&lt;/a&gt;. &lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-6411379243458288781?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/6411379243458288781/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=6411379243458288781' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6411379243458288781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6411379243458288781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/10/deflao-ou-inflao.html' title='Deflação ou inflação?'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SO5uwEjPmqI/AAAAAAAAAaE/dr0jBqTeuc8/s72-c/images.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-1343889720045682320</id><published>2008-09-26T20:40:00.002Z</published><updated>2008-10-07T19:54:26.290Z</updated><title type='text'>Benjamin Zander: Classical music with shining eyes</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/r9LCwI5iErE" name="movie"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/r9LCwI5iErE" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-1343889720045682320?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/1343889720045682320/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=1343889720045682320' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1343889720045682320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1343889720045682320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/09/benjamin-zander-classical-music-with.html' title='Benjamin Zander: Classical music with shining eyes'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-2927119724951277470</id><published>2008-08-31T11:04:00.001Z</published><updated>2008-08-31T11:23:33.390Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biodiversidade'/><title type='text'>A extinção das espécies</title><content type='html'>&lt;embed id="VideoPlayback" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=5972784234026351092&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;fs=true" style="width: 400px; height: 326px;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;span class="fullpost"&gt;Ver &lt;a href="http://speciesalliance.org/index.php"&gt;Species Alliance&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-2927119724951277470?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/2927119724951277470/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=2927119724951277470' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/2927119724951277470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/2927119724951277470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/08/extino-das-espcies.html' title='A extinção das espécies'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-3513804419127967784</id><published>2008-08-16T01:37:00.005Z</published><updated>2008-08-16T01:37:38.650Z</updated><title type='text'>China vs US:  The Battle for Oil pt 1 of 7</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/y0rH-Mhn0xY' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/y0rH-Mhn0xY'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-3513804419127967784?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/3513804419127967784/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=3513804419127967784' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3513804419127967784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3513804419127967784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/08/china-vs-us-battle-for-oil-pt-1-of-7_4084.html' title='China vs US:  The Battle for Oil pt 1 of 7'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-6780151707838480875</id><published>2008-08-03T09:57:00.004Z</published><updated>2008-08-03T10:40:34.342Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><title type='text'>Pense num número qualquer e siga as instruções!</title><content type='html'>&lt;a href="http://thinkofanumber.net/"&gt;Think of a number&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sharethis.com/"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-6780151707838480875?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/6780151707838480875/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=6780151707838480875' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6780151707838480875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6780151707838480875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/08/share-this.html' title='Pense num número qualquer e siga as instruções!'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-400341247099616731</id><published>2008-08-02T15:17:00.022Z</published><updated>2008-11-13T10:02:17.110Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Ambiental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Limites do Crescimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>"The Commons"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SJR7gQrifEI/AAAAAAAAASc/eDf1bNJwxEE/s1600-h/thecommons20080318120332.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SJR7gQrifEI/AAAAAAAAASc/eDf1bNJwxEE/s400/thecommons20080318120332.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5229940861447601218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.onthecommons.org/"&gt;onthecommons.org&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É ideia corrente que não há alternativa mais eficiente ao mercado como instrumento que permita determinar que bens e serviços, em que quantidade e a que preço devam ser providenciados. Mesmo nos casos em que a teoria económica demonstra as "falhas de mercado", elas tendem rapidamente a ser ignoradas, se isso for da conveniência de algum interesse particular.&lt;br /&gt;Ao mercado tende-se a contrapor o Estado. No entanto, também este tem as suas "&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Government_failure"&gt;falhas de governo&lt;/a&gt;". O Estado pode conceder privilégios a certos grupos, fruto de relações pouco transparentes. Em Portugal proliferam os grupos empresariais que vivem de “rendas” protegidas pelo Estado, contribuindo assim para o atraso económico e o empobrecimento generalizado.   Mas existe uma terceira alternativa (na realidade todos estes instrumentos, mercado, Estado e “commons” têm o seu papel) menos abordada, mas que tem dado mostras de muita utilidade e que merece mais atenção, sobretudo no mundo actual em que se vislumbra uma catástrofe ecológica e civilizacional. Trata-se dos "Bens Comuns ou Públicos" ou "&lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=dckws285_21dznfsshk"&gt;The Commons&lt;/a&gt;".&lt;span class="fullpost"&gt; Os “comuns”, ou “bens públicos” baseiam-se na ideia de que algumas formas de riqueza pertencem a todos nós, e que estes recursos da comunidade devem ser activamente protegidos e geridos para o bem comum. “São aquilo que herdamos e criamos em conjunto”.&lt;/span&gt;&lt;span class="fullpost"&gt; Consistem nas dádivas da natureza como o ar, os oceanos e a vida selvagem, bem como as criações sociais partilhadas como as bibliotecas, os espaços públicos, a investigação científica e as obras criativas”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SJSLKt-eBuI/AAAAAAAAASs/UXz9PYnY6lM/s1600-h/cartoon_commons2.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SJSLKt-eBuI/AAAAAAAAASs/UXz9PYnY6lM/s400/cartoon_commons2.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5229958083540551394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ficou célebre a expressão "A Tragédia dos Comuns", título de um artigo de 1968 do biólogo Garrett Hardin. A ideia subjacente era que os “Comuns” favoreciam a sobreexploração dos recursos, na medida em que cada utilizador teria um incentivo para obter a máxima quantidade possível do recurso. Esta é, de facto, uma situação corrente, responsável pelo esgotamento e destruição de florestas, bancos de pesca, etc.., Os adeptos do mercado livre viram aqui mais uma oportunidade. A solução seria privatizar o recurso antes partilhado. No entanto, a privatização não é necessariamente a solução. Se o proprietário for uma grande empresa transnacional cotada em bolsa, poderá simplesmente explorar o recurso numa óptica de curto prazo e mudar-se para outro lado quando o recurso se esgotar&lt;/span&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;. De qualquer modo,  outras razões tornam a privatização inviável. Jared Diamond, no seu livro “Colapso” aborda este &lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=dckws285_18mhpp48c6"&gt;tema&lt;/a&gt; com equilíbrio: «A solução que resta à Tragédia dos Comuns é os consumidores reconhecerem os seus interesses comuns e eles próprios conceberem, obedecerem, e tornarem obrigatórias quotas prudentes de exploração. Isso acontecerá tanto mais depressa quanto uma série de condições sejam obtidas: os consumidores formarem um grupo homogéneo; terem aprendido a confiar e a comunicar entre si; esperarem partilhar um futuro comum e poderem deixar o recurso para os seus descendentes; serem capazes de e autorizados a organizarem-se e vigiarem-se entre si; as fronteiras/limites do recurso e o seu conjunto de consumidores estar bem definido.»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;A importância do equilíbrio social é aqui realçada por Diamond, daí que a &lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=dckws285_22dbsfmffp"&gt;gritante desigualdade&lt;/a&gt; que se regista pelo mundo fora seja mais um obstáculo à preservação dos recursos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SJSAbH5wLpI/AAAAAAAAASk/deZ8R1YU-nI/s1600-h/GEcover.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 256px; height: 427px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SJSAbH5wLpI/AAAAAAAAASk/deZ8R1YU-nI/s400/GEcover.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5229946270750092946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Com a sua compulsão para a maximização dos ganhos  de curto prazo e a externalização dos custos, a apropriação pelo mercado de um número crescente de aspectos da nossa vida conduz à percepção daquilo a que se denominou de “A Tragédia do Mercado”. São exemplos o patenteamento de plantas e animais, os OGM's ou a apropriação privada do espaço público. Por outro lado, a tendência para a proliferação de direitos de propriedade/autor engendra aquilo a que alguns designaram por “A Tragédia dos Anti-Comuns”. No livro “&lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=dckws285_20cxpgd88k"&gt;The Gridlock Economy&lt;/a&gt;” ("A economia bloqueada"),  Michael Heller dá como exemplo o sector farmacêutico e as telecomunicações, onde a proliferação de patentes cria obstáculos à inovação. Segundo ele “A privatização pode ir demasiado longe, ao ponto em que destrói mais do que cria riqueza. Demasiados proprietários paralisam os mercados porque toda a gente paralisa toda a gente.” P.S. a propósito, ler este &lt;a href="http://diarioeconomico.com/edicion/diarioeconomico/opinion/columnistas/pt/desarrollo/1145657.html"&gt;artigo&lt;/a&gt; de Stiglitz&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-400341247099616731?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/400341247099616731/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=400341247099616731' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/400341247099616731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/400341247099616731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/08/commons.html' title='&quot;The Commons&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SJR7gQrifEI/AAAAAAAAASc/eDf1bNJwxEE/s72-c/thecommons20080318120332.png' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-858585942366517789</id><published>2008-07-31T18:10:00.008Z</published><updated>2008-07-31T19:26:17.193Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Ambiental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Um "New Deal" Verde</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A "&lt;a href="http://www.neweconomics.org/gen/"&gt;New Economics Foundation&lt;/a&gt;" apresentou um relatório propondo um ambicioso plano para enfrentar a tripla ameaça das crises climática, financeira e energética. A "&lt;a href="http://www.neweconomics.org/gen/uploads/2ajogu45c1id4w55tofmpy5520072008172656.pdf"&gt;Green New Deal&lt;/a&gt;" inspira-se no New Deal de FD Roosevelt lançado para retirar a economia norte-americana da Grande Recessão dos anos trinta. Segundo os autores do relatório, a implementação deste plano deve ser tão urgente e abrangente como foi o New Deal de Roosevelt ou a mobilização para a Segunda Grande Guerra.&lt;br /&gt;Na caracterização da situação económica actual, saliento o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;«Este falhanço económico tem sido exacerbado por um sector financeiro desregulado por políticos e banqueiros centrais. O sector financeiro tem-se comportado de formas que são não éticas, irresponsáveis, gananciosas e - por vezes - fraudulentas. Os donos da finança contraíram e concederam empréstimos quase sem limite, apostaram a dinheiro descuidadamente e lucraram massivamente. De modo a afirmarem-se nos casinos que entretanto surgiram, muitos no sector financeiro ludibriaram os seus colegas sobre a capacidade de solvência dos seus devedores, sobre o valor dos seus activos registados nas contas, e sobre a extensão das suas responsabilidades. Usaram  contabilidade falseada para poderem pedir mais empréstimos nos mercados de capitais internacionais, pagaram elevadas comissões a agências de notação de crédito para obterem avaliações incorrectas sobre activos muito duvidosos, e depois utilizaram estas avaliações como engodo para atrair investidores, como os fundos de pensões, para a sua compra.» pág. 7 PDF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-858585942366517789?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/858585942366517789/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=858585942366517789' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/858585942366517789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/858585942366517789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/07/um-new-deal-verde.html' title='Um &quot;New Deal&quot; Verde'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-518624593537352558</id><published>2008-07-28T18:45:00.003Z</published><updated>2008-07-28T18:50:10.610Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='China'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Índia'/><title type='text'>Os gigantes asiáticos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;«The nearly simultaneous arrival of China and India to places of prominence on the world stage represents a tectonic shift in global affairs with few parallels”.These two giants, with 40 percent of the world's people between them - as much as the population of the next 20 largest countries combined - have long slumbered in the shadows of Europe, Japan, and the United States, which dominated world affairs during most of the nineteenth and twentieth centuries. [...] While commentators have compared their rise to the end of the cold war, the more apt analogies are less recent: civilization-changing events such as the rise of the Roman Empire or the discovery of the New World. And even those are pale historical comparisons since they touched only a fraction of the human populations of their day.»&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;In &lt;a href="http://www.worldwatch.org/node/3866"&gt;“State of the World 2006 – special focus : China and India”&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.worldwatch.org/"&gt;WorldWatch Institute&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-518624593537352558?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/518624593537352558/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=518624593537352558' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/518624593537352558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/518624593537352558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/07/nearly-simultaneous-arrival-of-china.html' title='Os gigantes asiáticos'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-4461223144507820500</id><published>2008-07-23T22:04:00.002Z</published><updated>2008-07-23T22:07:21.176Z</updated><title type='text'>Documentário "The Bottom Line - Privatizing the World"</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;embed src="http://www.livevideo.com/flvplayer/embed/CF99DAA6F7D441A7822938ABFCBE2A2E" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" wmode="transparent" height="369" width="445"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.livevideo.com/video/embedLink/CF99DAA6F7D441A7822938ABFCBE2A2E/520424/the-bottom-line-privatizing-.aspx"&gt;The Bottom Line - Privatizing the World pt 1/3&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Um interessante documentário em três partes, seguir sequência.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-4461223144507820500?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/4461223144507820500/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=4461223144507820500' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4461223144507820500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4461223144507820500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/07/documentrio-bottom-line-privatizing.html' title='Documentário &quot;The Bottom Line - Privatizing the World&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-8936536567446907472</id><published>2008-07-19T09:04:00.005Z</published><updated>2008-07-19T09:59:00.595Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Limites do Crescimento'/><title type='text'>Post Scriptum a Clube de Roma....Entrevista a Dennis Meadows</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na sequência deste &lt;a href="http://futureatrisk.blogspot.com/2008/07/o-clube-de-roma-e-os-limites.html"&gt;post&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.electricpolitics.com/podcast/2008/07/modeling_planetary_dynamics.html"&gt;entrevista&lt;/a&gt; de uma hora com Dennis Meadows, um dos autores de "Limites do Crescimento". &lt;span class="fullpost"&gt;Enfrentar a complexidade da crise actual requer soluções que vão muito para além das soluções tecnológicas. De certo modo, a fé na tecnologia - pode parecer contraditório, mas trata-se mesmo de fé - está a impedir enfrentar o problema a sério, nomeadamente no plano ético. Outro problema grave é a excessiva especialização que nos impede de ter uma perspectiva global do sistema e as suas intrincadas relações. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-8936536567446907472?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/8936536567446907472/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=8936536567446907472' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8936536567446907472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8936536567446907472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/07/post-scriptum-clube-de-romaentrevista.html' title='Post Scriptum a Clube de Roma....Entrevista a Dennis Meadows'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-856096193413763544</id><published>2008-07-17T20:01:00.005Z</published><updated>2008-07-17T20:22:44.388Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Matthew Simmons</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/rkzETN8qfzw" name="movie"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/rkzETN8qfzw" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://transitionculture.org/2008/07/15/matt-simmons-and-the-five-psychological-stage-of-grief/"&gt;A Negação&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Reparem no ar de espanto dos entrevistadores quando &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Matthew_Simmons"&gt;Simmons &lt;/a&gt;diz que uma ruptura no abastecimento de petróleo e derivados pode implicar falta de alimentos nos EUA numa semana e que é preciso alterar radicalmente a economia para uma dimensão mais local e menos dependente de combustíveis fósseis!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-856096193413763544?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/856096193413763544/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=856096193413763544' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/856096193413763544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/856096193413763544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/07/matthew-simmons.html' title='Matthew Simmons'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-5171165242896823637</id><published>2008-07-14T19:52:00.007Z</published><updated>2008-11-13T10:02:17.357Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Globalização'/><title type='text'>Humor Negro</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SIBvmRXVYmI/AAAAAAAAARs/YG1lQwcqeIc/s1600-h/Imagem0003.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224298271036760674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SIBvmRXVYmI/AAAAAAAAARs/YG1lQwcqeIc/s400/Imagem0003.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SHuxJkusVeI/AAAAAAAAARg/_y4-ruGv7yg/s1600-h/ec+babel.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://www.economist.com/opinion/displayStory.cfm?Story_ID=11670305"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;What a way to run the world&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;O mundo está cada vez mais complexo e caótico, e os dirigentes mundiais não estão à altura. Isso é motivo de preocupação.&lt;span class="fullpost"&gt; Os americanos e também os europeus parecem ainda não ter compreeendido plenamente que o mundo mudou radicalmente e que é escusado pensar que é possível mantermo-nos isolados do que se passa lá fora. O G8 é um exemplo disso. Como diz a "Economist", este clube dos países ricos tornou-se anacrónico e impotente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-5171165242896823637?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/5171165242896823637/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=5171165242896823637' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5171165242896823637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5171165242896823637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/07/humor-negro.html' title='Humor Negro'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SIBvmRXVYmI/AAAAAAAAARs/YG1lQwcqeIc/s72-c/Imagem0003.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-3219149677641514361</id><published>2008-07-09T19:38:00.002Z</published><updated>2008-07-09T19:42:49.628Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Substituto do Petróleo: A Estupidez do Carvão Líquido</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/NC8OhWBwDqE" name="movie"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/NC8OhWBwDqE" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;Um vídeo do &lt;a href="http://www.nrdc.org/"&gt;Natural Resources Defense Council (EUA)&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="down" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-3219149677641514361?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/3219149677641514361/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=3219149677641514361' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3219149677641514361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3219149677641514361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/07/substituto-do-petrleo-estupidez-do.html' title='Substituto do Petróleo: A Estupidez do Carvão Líquido'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-8221896748768050781</id><published>2008-07-05T09:19:00.017Z</published><updated>2008-11-13T10:02:17.594Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Limites do Crescimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><title type='text'>O Clube de Roma e "Os Limites do Crescimento"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SG9WXMACwdI/AAAAAAAAARQ/cwABadNgny0/s1600-h/top.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SG9WXMACwdI/AAAAAAAAARQ/cwABadNgny0/s200/top.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219485449504080338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O relatório (ver &lt;a href="http://futureatrisk.blogspot.com/2005/10/os-limites-do-crescimento.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://futureatrisk.blogspot.com/2005/08/os-limites-do-crescimento.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;) publicado em 1972 para o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Clube_de_Roma"&gt;Clube de Roma&lt;/a&gt; ( ver página da organização &lt;a href="http://www.clubofrome.org/"&gt;aqui &lt;/a&gt;) por uma equipa do MIT, tem ganho nova actualidade com a crise energética, a urgência do combate às alterações climáticas, a crise alimentar e à dinâmica que relaciona todas estas variáveis.&lt;br /&gt;Desde que foi publicado, "Os Limites do Crescimento" suscitaram enorme polémica, desde logo porque vieram pôr em causa a &lt;a href="http://pediatrics.aappublications.org/cgi/content/abstract/55/2/231"&gt;ideologia do crescimento económico&lt;/a&gt;, a ideia de que era possível continuar a produzir e a consumir recursos, com elevado desperdício, diga-se, como se não existissem limites para a capacidade de regeneração e assimilação pela Natureza dos resíduos produzidos, para a população que o planeta poderia suportar e para os próprios "stocks" ou dotações de minerais, combustíveis, água potável, solo arável, etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SG9Sp7sigvI/AAAAAAAAARI/ENNWaJOj_SY/s1600-h/currentcover.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SG9Sp7sigvI/AAAAAAAAARI/ENNWaJOj_SY/s200/currentcover.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219481373498311410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.newscientist.com/contents/issue/2662.html"&gt;OIL SHOCK&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Os críticos, nas décadas seguintes, apontaram o falhanço das previsões de "Os Limites do Crescimento" referindo-se aos dados apresentados no relatório (ver &lt;a href="http://spreadsheets.google.com/pub?key=p5nriFip5tllDkJskRqpsNg&amp;amp;output=html"&gt;aqui&lt;/a&gt;). Como exemplo, o petróleo não duraria mais de 31 anos, ou seja, ter-se-ia esgotado em 2003 (!). No entanto, o relatório não pretendeu fazer previsões, nem foi isso que fez. Quem tiver acesso ao mesmo (&lt;a href="http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.evora.net/BPE/Actividades/Leituras/C%C3%B3pia%2520de%25202.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://www.evora.net/BPE/Actividades/Leituras/Soromenho%2520Marques.htm&amp;amp;h=188&amp;amp;w=120&amp;amp;sz=10&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=7&amp;amp;sig2=AELm3XQDF8E6a1qWBaju9g&amp;amp;um=1&amp;amp;tbnid=w4jrmwQWMV8cWM:&amp;amp;tbnh=102&amp;amp;tbnw=65&amp;amp;ei=DA9xSNiIF4my1gan5JSFBA&amp;amp;prev=/images%3Fq%3D%2522os%2Blimites%2Bdo%2Bcrescimento%2522%26imgsz%3Dsmall%257Cmedium%257Clarge%257Cxlarge%26ndsp%3D20%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN"&gt;versão portuguesa Publicações D. Quixote&lt;/a&gt;) pode verificar que tratava-se de cenários e não de previsões. O cenário de 31 anos baseava-se no conhecimento das reservas publicadas pelo Departamento de Minas dos EUA em 1970 e à taxa de consumo da época. Mas havia outro cenário que apontava para 50 anos, caso as reservas fossem 5 vezes maiores e a taxa de crescimento médio anual fosse de 3.9%! Mas os críticos podem continuar a dizer: tal como estavam erradas as estimativas de reservas de então, podem também estar erradas as de hoje. É possível. Mas devemos ter em conta dois factos: a enorme evolução tecnológica (nomeadamente com os satélites, que em 1970 ainda estavam a dar os primeiros passos) dos últimos trinta anos e sobretudo a história da prospecção. O &lt;a href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2008/jun/29/oil.oilandgascompanies"&gt;pico das descobertas&lt;/a&gt; ocorreu nos anos 60/70.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;O que os investigadores de "Os Limites do Crescimento" pretenderam fazer foi sobretudo chamar a atenção para a natureza do &lt;a href="http://spreadsheets.google.com/ccc?key=p5nriFip5tll9JtK_B4ORBw&amp;amp;hl=en"&gt;crescimento exponencial&lt;/a&gt; e de como isso colidia com a finitude dos recursos. O objectivo deles era precisamente evitar que esta colisão existisse e, em última análise, adiar o mais possível os limites indicados nos seus próprios cenários ( de outro modo não teria valido a pena o esforço - é isto que os críticos não entendem!) . E de facto, sobretudo com os choques petrolíferos, a eficiência aumentou bastante. Mas isso não foi suficiente, e afinal o &lt;a href="http://business.timesonline.co.uk/tol/business/industry_sectors/natural_resources/article4237886.ece"&gt;cenário de 50 anos&lt;/a&gt; talvez não esteja tão longe da verdade. Ler também &lt;a href="http://greatchange.org/ov-simmons,club_of_rome_revisted.html"&gt;"Revisiting &lt;em&gt;The Limits to Growth&lt;/em&gt;: Could The Club of Rome Have   Been Correct, After All?"&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-8221896748768050781?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/8221896748768050781/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=8221896748768050781' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8221896748768050781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8221896748768050781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/07/o-clube-de-roma-e-os-limites.html' title='O Clube de Roma e &quot;Os Limites do Crescimento&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SG9WXMACwdI/AAAAAAAAARQ/cwABadNgny0/s72-c/top.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-4104590466528397861</id><published>2008-06-29T12:07:00.022Z</published><updated>2008-11-13T10:02:17.947Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biocombustíveis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Limites do Crescimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>O "pico do Fósforo"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SGeAk52-1fI/AAAAAAAAAQ4/0vzgdg6o0fo/s1600-h/image.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SGeAk52-1fI/AAAAAAAAAQ4/0vzgdg6o0fo/s200/image.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217280064827086322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É frequente ouvirmos falar do Pico do Petróleo, o momento em que a produção de petróleo atingirá o seu máximo. No entanto, o esgotamento dos recursos não se limita aos energéticos, embora frequentemente estejam associados.  O &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3sforo"&gt;fósforo&lt;/a&gt; é um desses recursos vitais que também se está a &lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=dckws285_17csr23ffh"&gt;esgotar&lt;/a&gt; rapidamente.&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SGeAqnFQL0I/AAAAAAAAARA/tZaokvOhdoI/s1600-h/peak.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SGeAqnFQL0I/AAAAAAAAARA/tZaokvOhdoI/s200/peak.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217280162865884994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Richard Heinberg é o autor de um livro - &lt;a href="http://www.amazon.com/Peak-Everything-Century-Declines-Publishers/dp/086571598X"&gt;"Peak Everything: Waking Up to the Century of Declines"&lt;/a&gt; - que nos &lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=dckws285_15hn372hhc"&gt;explica&lt;/a&gt; como, em certa medida, o esgotamento do petróleo, mas também do carvão e do gás natural, está na origem do esgotamento de uma série de outros recursos.&lt;/span&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;O fósforo - para o qual não existe substituto sintético -  é essencial à vida e sem ele a agricultura não é possivel. O desenvolvimento dos biocombustíveis - uma das fugas em frente perante o anúncio do Pico do Petróleo - veio acelerar a utilização deste mineral finito. Os cientistas alertam agora que, se não for devidamente acautelada a gestão deste recurso, o seu pico de produção poderá ocorrer dentro de 30 anos, podendo esgotar-se dentro de 50 a 100 anos. Este é mais um alerta para os métodos insustentáveis da agricultura intensiva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;A importância deste recurso é tal, que há quem já fale em "phosphorus security", dada a concentração das rochas de fosfato num pequeno número de países. No mapa geopolítico do fósforo, destaca-se Marrocos, com 32% das reservas mundiais provadas, segundo o artigo de "The Times".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Uma nota curiosa. Segundo "The Times", os previdentes suecos já estão a desenvolver sistemas que permitam recolher a urina para daí reciclar o fósforo, até porque ao ritmo de evolução dos preços (700% nos últimos 14 meses) é de facto um bem precioso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-4104590466528397861?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/4104590466528397861/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=4104590466528397861' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4104590466528397861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4104590466528397861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/06/o-pico-do-fsforo.html' title='O &quot;pico do Fósforo&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SGeAk52-1fI/AAAAAAAAAQ4/0vzgdg6o0fo/s72-c/image.gif' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-8181074371896247147</id><published>2008-06-26T21:00:00.002Z</published><updated>2008-06-26T21:11:26.987Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pico Petrolífero'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><title type='text'>Robert Hirsch: Petróleo nos US$500 em 5 anos</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.resistir.info/peak_oil/kunstler_23jun08.html"&gt;Comentário de James Kunstler&lt;/a&gt; sobre este vídeo  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/489IEnzg6GU" name="movie"&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/489IEnzg6GU" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="down" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;Infelizmente, Hirsch não está devidamente atento ao problema de explorar petróleo, e sobretudo carvão como fonte de combustíveis líquidos, do ponto de vista das consequências sobre o aquecimento global, como explica James Hansen. &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-8181074371896247147?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/8181074371896247147/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=8181074371896247147' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8181074371896247147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8181074371896247147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/06/robert-hirsch-finding-alternatives-to.html' title='Robert Hirsch: Petróleo nos US$500 em 5 anos'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-6260559873257237873</id><published>2008-06-25T21:02:00.010Z</published><updated>2008-06-28T20:37:54.976Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='James Hansen'/><title type='text'>Depoimento de James Hansen ao Congresso: foi há 20 anos...!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No passado dia 23 de Junho passaram 20 anos desde que James Hansen, reputado cientista climático, fez um depoimento perante o Congresso dos EUA que colocou o problema das Alterações Climátcas no topo da agenda. Esta semana &lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=dckws285_14fwp8qmf2"&gt;discursou (versão em português)&lt;/a&gt; no National Press Club.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Apresentação &lt;a href="http://www.columbia.edu/%7Ejeh1/2008/TwentyYearsLater_20080623.pdf"&gt;original &lt;/a&gt; e em &lt;a href="http://www.columbia.edu/%7Ejeh1/2008/TippingPointsNear_20080623.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;. Aqui o &lt;a href="http://image.guardian.co.uk/sys-files/Environment/documents/2008/06/23/ClimateChangeHearing1988.pdf"&gt;depoimento original de 1988&lt;/a&gt; perante o Congresso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;span class="fullpost"&gt; Frases fortes do discurso: "[...] &lt;/span&gt;&lt;span id="zbmw37" lang="pt-PT"&gt;&lt;span id="zbmw38"  style="font-size:130%;"&gt;&lt;span id="zbmw39" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;o clima está a aproximar-se de pontos de viragem perigosos. &lt;/span&gt;&lt;span id="zbmw40" style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Elementos para uma “tempestade perfeita”, &lt;b id="zbmw41"&gt;um cataclismo global&lt;/b&gt;, estão a aglomerar-se&lt;/span&gt;&lt;span id="zbmw42" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;. [...]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;span id="zbmw37" lang="pt-PT"&gt;&lt;span id="zbmw38"  style="font-size:130%;"&gt;&lt;span id="zbmw42" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;[...] &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="zbmw84" lang="pt-PT"&gt;&lt;span id="zbmw85"  style="font-size:130%;"&gt;&lt;b id="zbmw87"&gt;&lt;span id="zbmw88" style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;estes administradores deveriam ser julgados por &lt;u id="zbmw89"&gt;altos crimes contra a Humanidade e a Natureza.&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="down" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;span id="zbmw84" lang="pt-PT"&gt;&lt;span id="zbmw85"  style="font-size:130%;"&gt;&lt;span id="zbmw88" style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;u id="zbmw89"&gt;Mais sobre o acontecimento &lt;a href="http://www.worldwatch.org/events/hansenhearing/resources"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="down" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;span id="zbmw84" lang="pt-PT"&gt;&lt;span id="zbmw85"  style="font-size:130%;"&gt;&lt;b id="zbmw87"&gt;&lt;span id="zbmw88" style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;u id="zbmw89"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-6260559873257237873?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/6260559873257237873/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=6260559873257237873' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6260559873257237873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6260559873257237873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/06/depoimento-de-james-hansen-ao-congresso.html' title='Depoimento de James Hansen ao Congresso: foi há 20 anos...!'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-1798997263171641953</id><published>2008-06-24T19:02:00.007Z</published><updated>2008-06-26T20:00:14.353Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='James Hansen'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>350.org: Porque o mundo precisa de saber...</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Campanha no sentido de informar as pessoas sobre a concentração de CO2 na atmosfera julgada segura por um conjunto de especialistas liderado por James Hansen, 350 partes por milhão. O "site" da campanha é &lt;a href="http://www.350.org/"&gt;350.org &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/s5kg1oOq9tY" name="movie"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/s5kg1oOq9tY" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-1798997263171641953?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/1798997263171641953/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=1798997263171641953' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1798997263171641953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1798997263171641953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/06/350org-because-world-needs-to-know.html' title='350.org: Porque o mundo precisa de saber...'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-8245981953922566913</id><published>2008-06-20T19:02:00.002Z</published><updated>2008-06-20T19:06:42.980Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>We Think</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/qiP79vYsfbo" name="movie"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/qiP79vYsfbo" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.charlesleadbeater.net/"&gt;http://www.charlesleadbeater.net/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-8245981953922566913?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/8245981953922566913/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=8245981953922566913' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8245981953922566913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/8245981953922566913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/06/we-think.html' title='We Think'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-1410286261527262713</id><published>2008-06-11T09:00:00.007Z</published><updated>2008-06-11T09:35:54.771Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>O Mercado de Futuros</title><content type='html'>A propósito do preço do petróleo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="350" height="36"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.wnyc.org/flashplayer/mp3player.swf?config=http://www.wnyc.org/flashplayer/config_share.xml&amp;file=http://www.wnyc.org/stream/xspf/100097"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.wnyc.org/flashplayer/mp3player.swf?config=http://www.wnyc.org/flashplayer/config_share.xml&amp;file=http://www.wnyc.org/stream/xspf/100097" id="WNYC_Mp3_Player_100097" name="WNYC_Mp3_Player_100097" bgcolor="#FFFFFF" wmode="transparent" height="36" width="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retirado de "&lt;a href="http://www.wnyc.org/shows/lopate/explain.html"&gt;Please Explain&lt;/a&gt;"&lt;br /&gt;"The root cause is supply and demand"  - a causa fundamental da variação do preço tem a ver com a oferta e a procura.&lt;br /&gt;Outra &lt;a href="http://globalpublicmedia.com/oil-leaps-to-new-record"&gt;entrevista (audio)&lt;/a&gt; com &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chris_Skrebowski"&gt;Chris Skrebowski&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Além disso, a &lt;a href="http://www.independent.co.uk/news/uk/home-news/an-ominous-warning-that-the-rapid-rise-in-oil-prices-has-only-just-begun-844217.html"&gt;petrolífera russa Gazprom avisa&lt;/a&gt; que o recente aumento do preço do petróleo é apenas o princípio. Poderemos ver o preço em US$250 num horizonte não muito distante ("foreseeable future").&lt;br /&gt;Ler também "Jerome a Paris" sobre o &lt;a href="http://www.theoildrum.com/node/3952"&gt;preço do Petróleo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Os especuladores, pelos vistos, também apostam na baixa do preço. E enganam-se!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-1410286261527262713?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/1410286261527262713/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=1410286261527262713' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1410286261527262713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1410286261527262713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/06/o-mercado-de-futuros_11.html' title='O Mercado de Futuros'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-1722893381994573661</id><published>2008-06-07T11:00:00.011Z</published><updated>2008-11-13T10:02:18.465Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Globalização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><title type='text'>O preço do petróleo e a "deglobalização"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SEpzjTrRF-I/AAAAAAAAAPg/6nntCZpt5qU/s1600-h/139-oil.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SEpzjTrRF-I/AAAAAAAAAPg/6nntCZpt5qU/s200/139-oil.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5209102969421764578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É frequente ouvirmos os políticos no poder, e a maior parte dos jornalistas, falar da inevitabilidade da globalização (da económica/comercial, entenda-se). Parte da própria esquerda (a genuína) contra-ataca, mas parece raciocinar dentro da mesma lógica. A escalada recente do &lt;a href="http://tonto.eia.doe.gov/dnav/pet/hist/rbrteM.htm"&gt;preço do petróleo&lt;/a&gt; (subida de 33,2% do preço médio mensal - Europe Brent Spot Price FOB - entre Janeiro e Maio de 2008 ) começa a levantar a questão do impacto dos custos de transporte sobre o comércio internacional. Paul Krugman fala em &lt;a href="http://krugman.blogs.nytimes.com/2008/06/05/transport-costs-and-deglobalization/"&gt;"Deglobalização".&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="down" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um relatório do Canadian Imperial Bank of Commerce (CIBC) - &lt;a href="http://research.cibcwm.com/economic_public/download/feature1.pdf"&gt;"Will Soaring Transport Costs Reverse Globalisation?&lt;/a&gt;" / "Irá a escalada do custo dos transportes reverter a Globalização?" - analisou o impacto do aumento do preço dos combustíveis sobre os fretes e chegou à conclusão que equivalem a um aumento médio de 6% nas tarifas alfandegárias desde 2000 (tendo como referência os EUA). Com o petróleo a 150 dólares, é como se voltássemos aos anos 1970 em termos das tarifas alfandegárias vigentes, 11% em média! Ler resumo do relatório &lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=dckws285_13fph53bvs"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este alerta vinha a ser lançado de há muito (ver &lt;a href="http://futureatrisk.blogspot.com/2006/07/globalizao-econmica-ser-desejvel.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;), com pouco impacto sobre os "media" e os fazedores de opinião "mainstream". Talvez seja altura de reconsiderarem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-1722893381994573661?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/1722893381994573661/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=1722893381994573661' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1722893381994573661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1722893381994573661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/06/o-preo-do-petrleo-e-deglobalizao.html' title='O preço do petróleo e a &quot;deglobalização&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SEpzjTrRF-I/AAAAAAAAAPg/6nntCZpt5qU/s72-c/139-oil.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-757061083452912371</id><published>2008-05-30T19:50:00.017Z</published><updated>2008-11-13T10:02:18.795Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Transportes'/><title type='text'>Travelling Light: o renascimento do velho dirigível?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SEBa4yDkIUI/AAAAAAAAAO8/aETEPyux8Ow/s1600-h/air-cargo-airmail-image-036.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SEBa4yDkIUI/AAAAAAAAAO8/aETEPyux8Ow/s200/air-cargo-airmail-image-036.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5206261100796191042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dos sectores onde são necessárias medidas para diminuir as &lt;a href="http://www.sciencemuseum.org.uk/antenna/flying/contribution/"&gt;emissões de CO2 é o do transporte aéreo.&lt;/a&gt; De qualquer modo, mesmo pondo de parte o problema das alterações climáticas, o transporte aéreo de massas baseado nos combustíveis fósseis está condenado. O progressivo aumento do preço do petróleo levará à estagnação e declínio do avião como meio de transporte aéreo. No entanto, não desmoralizemos! Poderá ser a oportunidade para o regresso do velho &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dirig%C3%ADvel"&gt;Zepellin.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.monbiot.com/"&gt;George Monbiot &lt;/a&gt;escreveu um interessante &lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=dckws285_11fwq7kwg4"&gt;artigo&lt;/a&gt; sobre a possibilidade do regresso dos &lt;a href="http://www.airships.net/zeppgraf.htm"&gt;"airships"&lt;/a&gt;, os "cruzeiros do ar".&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.airships.net/zeppgraf.htm"&gt;&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="down" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SEBlyCDkIVI/AAAAAAAAAPE/MdLOAYE9Z00/s1600-h/airships.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SEBlyCDkIVI/AAAAAAAAAPE/MdLOAYE9Z00/s200/airships.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5206273079459979602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.zeppelinflug.de/seiten/E/default.htm"&gt;Os Zepellins Hoje&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Nos anos trinta, os dirigíveis chegaram a transportar dezenas de milhares de pessoas. O malogrado Hindenburgo &lt;a href="http://responsibletravel.blogspot.com/2007/06/role-of-airships-in-low-carbon-travel.html"&gt;podia transportar uma carga útil de 200 toneladas&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;«[...] dès 1910 la compagnie aérienne DELAG transportait des passagers en Allemagne (134 028 voyageurs entre 1910 et 1914). Dans les années trente, une ligne sur Rio de Janeiro et une liaison régulière sur New York deux fois par semaine existaient à partir de Ludwigshaffen. Il n'y eut jamais d'accident avec des morts civils sauf lors de l'incendie du Hindenburg en 1937 due à des causes externes à la technique: les Etats-Unis refusaient de livrer de l'hélium, gaz ininflammable, au régime nazi» in L'illusion de la fatalité technique - &lt;a href="http://outrosmundostecnicos.blogspot.com/2007/03/destacamos-partir-de-hoje-primeira-das.html"&gt;Alain Gras&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É verdade que é um transporte bem mais lento que o avião, mas, se calhar, temos que nos mentalizar que a sustentabilidade talvez implique menos pressa.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-757061083452912371?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/757061083452912371/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=757061083452912371' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/757061083452912371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/757061083452912371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/05/travelling-light-o-renascimento-do.html' title='Travelling Light: o renascimento do velho dirigível?'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SEBa4yDkIUI/AAAAAAAAAO8/aETEPyux8Ow/s72-c/air-cargo-airmail-image-036.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-7138047251092408415</id><published>2008-05-27T22:01:00.005Z</published><updated>2008-05-30T22:11:41.287Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><title type='text'>Os alertas de Fatih Birol (AIE) - 2ª parte</title><content type='html'>Vale a pena continuar a ler o &lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=dckws285_10d3pgm3rs"&gt;resto da entrevista &lt;/a&gt;a &lt;a href="http://www.world-nuclear.org/sym/1999/birobio.htm"&gt;Fatih Birol&lt;/a&gt;.&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;A entrevista aborda assuntos como a geopolítica do petróleo, o perigo de guerras por recursos, o papel e limitações do carvão e da energia nuclear como alternativas ao petróleo, e os alertas que a Agência Internacional de Energia tem feito junto dos países da OCDE, da qual Portugal faz parte.&lt;br /&gt;Destaco esta pergunta:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;«Mas não é tempo de dar um sinal claro? Especialmente quando muito dinheiro é erradamente investido nos países da OCDE  - &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;por exemplo na construção de novos aeroportos&lt;/span&gt;, muito embora não venha a existir petróleo suficiente para aumentar constantemente as viagens aéreas?»&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;resposta:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Não só dizemos isso aos nossos países membros, [...]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Será que o Governo Português percebeu a mensagem?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-7138047251092408415?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/7138047251092408415/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=7138047251092408415' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7138047251092408415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7138047251092408415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/05/os-alertas-de-fatih-birol-aie-2-parte.html' title='Os alertas de Fatih Birol (AIE) - 2ª parte'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-6538410781508519335</id><published>2008-05-22T19:50:00.004Z</published><updated>2008-05-22T19:57:24.502Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><title type='text'>Fórum de discussão MeteoPT</title><content type='html'>Um muito interessante &lt;a href="http://www.meteopt.com/forum/"&gt;fórum de discussão&lt;/a&gt; sobre meteorologia e clima.&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Um dos temas em discussão: &lt;a href="http://www.meteopt.com/forum/climatologia/economia-das-alteracoes-climaticas-2231.html"&gt;"A economia das Alterações Climáticas".&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-6538410781508519335?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/6538410781508519335/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=6538410781508519335' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6538410781508519335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6538410781508519335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/05/frum-de-discusso-meteopt.html' title='Fórum de discussão MeteoPT'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-4342607368997055865</id><published>2008-05-22T13:23:00.005Z</published><updated>2008-11-13T10:02:19.073Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><title type='text'>O preço do petróleo e a especulação.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SDV33iDkITI/AAAAAAAAAO0/HhjxJZgWlj4/s1600-h/ft+cartoon.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 259px; height: 116px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SDV33iDkITI/AAAAAAAAAO0/HhjxJZgWlj4/s200/ft+cartoon.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203196740414742834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.ft.com/cms/s/0/5c9d05aa-25ca-11dd-b510-000077b07658.html"&gt;Financial Times&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O preço do petróleo ultrapassou os &lt;a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&amp;amp;sid=aEuxtAadWSEU&amp;amp;refer=home"&gt;135 dólares&lt;/a&gt; em Nova Iorque. Uma subida vertiginosa! Clama-se que a especulação está na origem desta subida. Em parte, ainda bem que assim é. Era preferível que isto ocorresse de forma planeada. Mas, pelos vistos,  só mesmo com os preços altos é que os comportamentos poderão alterar-se. A pedagogia não chega e leva demasiado tempo a surtir efeito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;Sobre a especulação, e como ela não desaparecerá tão cedo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;A notable development in the past few days of oil futures trading was a rapid shift to continuous “&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;contango&lt;/span&gt;” which is a situation in which &lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;prices of futures contracts become progressively more expensive into the future&lt;/span&gt;. &lt;a href="http://www.aspo-usa.com/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;This is the first time that continuous increases have ever occurred in the history of the oil futures market; that means the consensus of the oil traders is that the price of oil will continue to climb steadily for at least the &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;next eight years.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade &lt;a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601085&amp;amp;sid=ajkO05voC8xU"&gt;não se trata apenas, e sobretudo, de especulação&lt;/a&gt;. Caso contrário, os preços não manteriam esta sustentação a níveis tão altos durante tanto tempo. Quando o preço estava a 50 dólares já se falava em especulação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-4342607368997055865?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/4342607368997055865/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=4342607368997055865' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4342607368997055865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4342607368997055865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/05/o-preo-do-petrleo-e-especulao.html' title='O preço do petróleo e a especulação.'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SDV33iDkITI/AAAAAAAAAO0/HhjxJZgWlj4/s72-c/ft+cartoon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-2569852735387935932</id><published>2008-05-20T23:04:00.003Z</published><updated>2008-05-21T11:25:00.556Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><title type='text'>Os avisos de Fatih Birol (AIE), em entrevista.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Entrevista ao economista-chefe da Agência Internacional de Energia. Ler &lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=dckws285_7ctc9q2hb"&gt;aqui&lt;/a&gt;. &lt;span class="fullpost"&gt;Original no &lt;a href="http://www.energybulletin.net/43604.html"&gt;Energy Bulletin&lt;/a&gt;. (temporariamente indisponível em inglês (original em alemão). A tradução para português realizada por mim corresponde à maior parte da entrevista. Conto traduzir o restante. No entanto, as ideias força da entrevista estão lá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span onmouseup="" class="down" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);" id="formatbar_CreateLink" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" title="Link" style="DISPLAY: block" onmouseout="ButtonHoverOff(this);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-2569852735387935932?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/2569852735387935932/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=2569852735387935932' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/2569852735387935932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/2569852735387935932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/05/entrevista-fatih-birol-aie.html' title='Os avisos de Fatih Birol (AIE), em entrevista.'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-7936551816298132347</id><published>2008-05-17T12:36:00.021Z</published><updated>2008-11-13T10:02:19.537Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biocombustíveis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alimentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Segurança'/><title type='text'>A Insegurança Alimentar e os Estados Falhados</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SC7m2xX-DqI/AAAAAAAAAN8/daxn_K1y1ow/s1600-h/openingmapLG-fs2007.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 241px; height: 127px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SC7m2xX-DqI/AAAAAAAAAN8/daxn_K1y1ow/s400/openingmapLG-fs2007.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201348448300699298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);" class="dropcap"&gt;«I&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;t is an accepted axiom of the modern age that &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;distance no longer matters&lt;/span&gt;.»&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A agudização da crise alimentar que se manifesta pelo mundo fora pode conduzir a um agravamento da insegurança internacional. As &lt;a href="http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=6875&amp;amp;Itemid=130"&gt;causas&lt;/a&gt; desta crise alimentar não são meramente conjunturais e portanto são de prever desenvolvimentos preocupantes.&lt;br /&gt;A revista &lt;a href="http://www.foreignpolicy.com/"&gt;Foreign Policy&lt;/a&gt; publica todos os anos, na sua edição de Julho/Agosto, o &lt;a href="http://www.foreignpolicy.com/story/cms.php?story_id=3865"&gt;Índice dos Estados Falhados&lt;/a&gt; (ou em risco) elaborado pelo &lt;a href="http://www.fundforpeace.org/web/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=229&amp;amp;Itemid=366"&gt;The Fund for Peace&lt;/a&gt; e pelo &lt;a href="http://www.carnegieendowment.org/"&gt;Carnegie Endowment for International Peace.&lt;/a&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Basicamente, um &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Failed_state"&gt;Estado falhado&lt;/a&gt; é aquele que não consegue assegurar a sua presença ou domínio sobre a integridade do seu território. Casos  extremos  conhecidos são o Afeganistão,  controlado  de há muito pelos senhores da guerra e pelo talibãs, a Somália, o Sudão ( a crise do Darfur) e,  mais recentemente,  o Iraque.  Os  estados falhados ("failed") ou em vias de desintegração ("failing") estão a assumir um destaque crescente na política internacional. Como observa o "The Fund for Peace": "Failed states have made a remarkable odyssey from the periphery to the very center of global politics".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SC7yARX-DwI/AAAAAAAAAOs/5AbGU7-EXAc/s1600-h/Failed_States.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SC7yARX-DwI/AAAAAAAAAOs/5AbGU7-EXAc/s200/Failed_States.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201360706137362178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.holtzbrinckpublishers.com/henryholt/book/BookDisplay.asp?BookKey=2952457"&gt;"Failed States"&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;O Índice é construído com base numa &lt;a href="http://www.fundforpeace.org/web/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=229&amp;amp;Itemid=366"&gt;série de indicadores&lt;/a&gt; sociais, económicos e políticos , tais como:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; pressões demográficas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;movimento maciço de refugiados e deslocados internos, que geram graves crises humanitárias;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;violência entre grupos étnicos;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;acentuado declĩnio económico;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;desigualdades económicos entre diferentes grupos/etnias;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;criminalização ou deslegitimação do Estado;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;progressiva deterioração dos serviços públicos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ascensão de elites que representam facções;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;intervenções externas nesses países.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Ler &lt;a href="http://www.earth-policy.org/Books/PB3/pb3ch6.pdf"&gt;Mounting Stresses, Failing States&lt;/a&gt; pág. 123  (da obra &lt;a href="http://www.earth-policy.org/Books/PB3/Contents.htm"&gt;Plan B 3.0&lt;/a&gt; disponível  em PDF online).&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Food_security"&gt;insegurança alimentar&lt;/a&gt;, ou seja, a disponibilidade e acesso aos alimentos, tem vindo a agravar-se num número crescente de países e existe uma certa equivalência entre os países que ocupam o Top 20 da tabela  do Índice dos Estados Falhados e aqueles onde se verificam &lt;a href="http://blog.foreignpolicy.com/node/7784"&gt;motins&lt;/a&gt; pelo aumento dos preços dos alimentos. Ler &lt;strong&gt; &lt;a href="http://www.earth-policy.org/Books/PB3/pb3ch2.pdf" target="_blank"&gt;Deteriorating Oil and Food Security&lt;/a&gt;,  &lt;span style="font-weight: normal;"&gt;pág. 46.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se sabe, algumas das&lt;a href="http://www.ecoblogue.net/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=1471&amp;amp;Itemid=41"&gt; razões&lt;/a&gt; desta crise alimentar podem ser imputadas aos países ricos: o incentivo aos agrocombustíveis, a relativa indiferença pelas alterações climáticas, as políticas comerciais, etc.&lt;br /&gt;Ora, os países ricos parecem comportar-se como se as consequências das suas acções não pudessem ter um efeito de "boomerang". No entanto, dizem-nos que querem combater o terrorismo e que a sua presença no Afeganistão é para assegurar que o país não caia outra vez no caos. Já começam a admitir, finalmente, que não conseguem controlar a situação. Já se fala em desviar um oleoduto proveniente da Ásia Central, fazendo-o passar pelo Paquistão, outro país em risco, com a agravante de possuir armas nucleares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, existe outra contradição. A economia globalizada significa que estamos dependentes de uma infraestrutura que transporta bens essenciais a essa economia, nomeadamente matérias-primas e energia. Ora, muitos destes estados desintegrados ou em vias de, são fornecedores ou dão passagem à circulação destes bens. Como se pode esperar que os países ricos não venham a pagar caro a sua imprudência? Um exemplo recorrente é a Nigéria, maior exportador de petróleo de África. As desigualdades, como refere o Fundo para a Paz, estão na origem das constantes &lt;a href="http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRB77838920080421"&gt;sabotagens&lt;/a&gt; dos &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Movement_for_the_Emancipation_of_the_Niger_Delta"&gt;rebeldes do Delta do Níger&lt;/a&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Movement_for_the_Emancipation_of_the_Niger_Delta"&gt;.&lt;/a&gt; Recentemente,  assistimos a actos de pirataria dos tempos modernos: um pesqueiro espanhol feito refém ao largo da Somália,  um petroleiro japonês  atacado ao largo do Yemén, e os exemplos repetem-se.&lt;br /&gt;Um dos países que corre&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; o risco de se tornar um Estado falhado é o &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Nl_VrbgsjE0"&gt;Egipto&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Nl_VrbgsjE0"&gt; (veja a reportagem da Al Jazeera)&lt;/a&gt;. No entanto, a UE quer fazer passar por lá um &lt;a href="http://www.odac-info.org/node/2135"&gt;gasoduto&lt;/a&gt;.  &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; Não podemos pensar que somos imunes à desgraça dos outros.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="down" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-7936551816298132347?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/7936551816298132347/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=7936551816298132347' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7936551816298132347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7936551816298132347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/05/insegurana-alimentar-e-os-estados.html' title='A Insegurança Alimentar e os Estados Falhados'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SC7m2xX-DqI/AAAAAAAAAN8/daxn_K1y1ow/s72-c/openingmapLG-fs2007.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-3624825833940652706</id><published>2008-05-17T11:18:00.006Z</published><updated>2008-11-13T10:02:19.619Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pico Petrolífero'/><title type='text'>Pico Petrolífero</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SC7ttBX-DrI/AAAAAAAAAOE/oALCvTi_aDk/s1600-h/PeakOil.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SC7ttBX-DrI/AAAAAAAAAOE/oALCvTi_aDk/s400/PeakOil.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201355977378369202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um artigo esclarecedor sobre o Pico Petrolífero &lt;a href="http://docs.google.com/Doc?docid=dckws285_6cb8bj3gg&amp;amp;hl=en"&gt;aqui&lt;/a&gt;. &lt;span class="fullpost"&gt;Atingir o Pico Petrolífero não significa esgotar a utilização do petróleo existente. Continuará a haver muito petróleo após o pico. Significa isso sim, que os fluxos diminuirão após ser atingido o máximo (o pico) de produção. Daí em diante, a procura continuará a crescer, mas não haverá uma resposta da oferta que permita suprir as necessidades, devido a razões tecnológicas mas sobretudo geológicas: trata-se de um recurso finito e não renovável. Daí que a tendência seja para o preço do petróleo aumentar como forma de equilibrar e ajustar a procura ao nível da oferta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;Mas, para além da geologia e da tecnologia, acrescem os factores geopolíticos: a tendência é para uma concentração ainda maior das reservas nos países da &lt;a href="http://www.msnbc.msn.com/id/24660754"&gt;OPEP, o que lhes confere maior poder&lt;/a&gt; para impor preços mais altos. Ainda antes do pico de produção petrolífero ser atingido, assistir-se-à ao pico das exportações de petróleo. Isto deveria ser motivo de preocupação para o nosso governo. O planeamento devia ser feito com muita antecedência para evitar rupturas ruinosas. Mas o que se ouve são promessas de grandes infraestruturas: nova ponte sobre o Tejo, &lt;a href="http://www.jornaldenegocios.pt/default.asp?Session=&amp;amp;CpContentId=317068"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;novo aeroporto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; de Lisboa, etc. Haverá energia para tudo isto a preços que permitam a sua rentabilização? É duvidoso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;O que se devia fazer, ver:&lt;a href="http://futureatrisk.blogspot.com/2006/08/protocolo-de-esgotamento-do-petrleo-o.html"&gt; Protocolo de Esgotamento do Petróleo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-3624825833940652706?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/3624825833940652706/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=3624825833940652706' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3624825833940652706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3624825833940652706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/05/pico-petrolfero_17.html' title='Pico Petrolífero'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SC7ttBX-DrI/AAAAAAAAAOE/oALCvTi_aDk/s72-c/PeakOil.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-2783089948765105089</id><published>2008-05-12T23:09:00.007Z</published><updated>2008-11-13T10:02:19.833Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Cotação do Petróleo em $US vs €</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SC7uTxX-DtI/AAAAAAAAAOU/z1XCbnqo5e8/s1600-h/20020708battle_euro_dollar_by_hamed.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SC7uTxX-DtI/AAAAAAAAAOU/z1XCbnqo5e8/s400/20020708battle_euro_dollar_by_hamed.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201356643098300114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O preço do petróleo tem batido recordes sucessivos. A semana passada ultrapassou os 126 dólares.&lt;span class="fullpost"&gt; Os protestos já começam a sentir-se, surgindo acusações de aproveitamento por parte das petrolíferas, no sentido de terem efectuado aumentos que não são razoáveis traduzindo o preço do petróleo em euros. Neste &lt;a href="http://spreadsheets.google.com/pub?key=p5nriFip5tlnHIaZfsU31GA&amp;amp;output=html"&gt;Quadro&lt;/a&gt; pode ver-se a evolução dos preços nos últimos anos, em dólares e em euros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes: para o preço do petróleo (EIA/EUA) ver &lt;a href="http://tonto.eia.doe.gov/dnav/pet/hist/rbrteA.htm"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para as cotações do dólar americano versus euro ver &lt;a href="http://www.federalreserve.gov/releases/h10/hist/dat00_eu.htm"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.federalreserve.gov/releases/h10/hist/dat00_eu.htm"&gt; &lt;/a&gt; e &lt;a href="http://money.cnn.com/"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="fullpost"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-2783089948765105089?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/2783089948765105089/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=2783089948765105089' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/2783089948765105089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/2783089948765105089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/05/cotao-do-petrleo-em-us-vs.html' title='Cotação do Petróleo em $US vs €'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SC7uTxX-DtI/AAAAAAAAAOU/z1XCbnqo5e8/s72-c/20020708battle_euro_dollar_by_hamed.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-6054270811380512411</id><published>2008-05-10T11:10:00.023Z</published><updated>2008-11-13T10:02:19.987Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>O petróleo é caro porque é escasso.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SCX3dgMmE6I/AAAAAAAAANY/SRyNxeb0vbM/s1600-h/peak_oil_frog.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SCX3dgMmE6I/AAAAAAAAANY/SRyNxeb0vbM/s200/peak_oil_frog.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198833431100134306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vale a pena ler este artigo (ver &lt;a href="http://www.telegraph.co.uk/opinion/main.jhtml?xml=/opinion/2008/05/03/do0311.xml"&gt;original&lt;/a&gt;) de  &lt;a href="http://globalpublicmedia.com/david_strahan_on_the_mainstreaming_of_peak_oil"&gt;David Strahan&lt;/a&gt; (autor de "&lt;a href="http://www.lastoilshock.com/"&gt;The Last Oil Shock&lt;/a&gt;")  publicado no "&lt;a href="http://www.telegraph.co.uk/"&gt;The Daily Telegraph&lt;/a&gt;": &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0.49cm; color: rgb(0, 0, 0);" align="justify" lang="en-US"&gt;«[.....] dificilmente far-lhe-à justiça. Esta semana viu os ministros a encarnarem a personagem do &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lance-Corporal_Jack_Jones"&gt;Cabo Jones&lt;/a&gt; apelando à calma em relação à &lt;a href="http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=342370&amp;amp;visual=26&amp;amp;rss=0"&gt;greve na refinaria de Grangemouth&lt;/a&gt;; os camionistas protestavam em Park Lane sobre o aumento de dois “pence” no imposto sobre o combustível; e muito justa indignação acerca da dimensão dos lucros apresentados pela Shell e BP. Todas estas manifestações falham o alvo. Estas matérias são insignificantes comparadas com o esgotamento/depleção global do petróleo, em relação à qual tem havido viragens claras para pior no último mês.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;A ideia segundo a qual as companhias petrolíferas são de algum modo “culpadas” pelos preços record do petróleo e os custos crescentes do combustível é sedutora mas absurda. Apesar de todo o seu poder e lucros, as companhias petrolíferas multinacionais estão de facto em apuros. Podem ainda nadar em liquidez, mas já não em petróleo. Apesar do significativo investimento em exploração e produção, nos dias de hoje são, em geral, incapazes de substituir o petróleo que produzem anualmente com novas descobertas, ou até de manter os níveis correntes de produção. A produção de petróleo da Shell tem vindo a cair desde há seis anos, a da BP terá atingido o pico em 2005, e esta semana até a todo-poderosa &lt;a href="http://www.businesswire.com/portal/site/exxonmobil/index.jsp?ndmViewId=news_view&amp;amp;ndmConfigId=1001106&amp;amp;newsId=20080501005652&amp;amp;newsLang=en"&gt;Exxon foi forçada a admitir que a sua produção caiu 10% no primeiro trimestre do ano.&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;code&gt;&lt;/code&gt;Nada disto surge como surpreendente já que todos os indícios sugerem agora que o mundo está a aproximar-se rapidamente do “pico petrolífero”, o ponto em que a produção global de petróleo entra em declínio terminal por razões geológicas fundamentais. A descoberta anual de petróleo tem vindo a cair desde há mais de 40 anos, e actualmente por cada barril encontrado consumimos três. A produção de petróleo está já a diminuir em 60 dos 98 produtores mundiais – incluindo a Grã-Bretanha, onde a produção atingiu o pico em 1999 e já caiu para menos de metade. Quando um determinado país atinge o pico de produção isso é relevante apenas para ele – a Grã-Bretanha tornou-se um importador líquido de petróleo em 2006 – mas quando a oferta global começar a encolher os efeitos podem ser ruinosos para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os analistas dividem o mundo produtor de petróleo em dois: a OPEP e o resto. Existe um amplo consenso que a produção de petróleo fora da OPEP atingirá o pico ou pelo menos estabilizará por volta de 2010. O presidente executivo da ExxonMobil, Rex Tillerson, disse o ano passado que o crescimento da produção extra-OPEP chegaria ao fim em “dois a três anos”. Essa avaliação parece agora ainda mais certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o virar do século a produção de petróleo extra-OPEP tem sido sustentada apenas por grandes aumentos na Rússia, o maior produtor mundial, à medida que os oligarcas que controlam a indústria investiram milhares de milhões no reapetrechamento dos campos de exploração que tinham sido deixados à deterioração depois do colapso do comunismo. Mas agora os ganhos fáceis esgotaram-se e as taxas de crescimento afundaram. Este mês, Leonid Fedun, um administrador de topo da Lukoil, a segunda maior petrolífera russa, afirmou que a produção do país atingira o pico e nunca voltaria a exceder os níveis actuais “no seu tempo de vida”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De modo que agora dependemos da OPEP como nunca, e isto explica os crescentes clamores de funcionários/governantes ocidentais para que o cartel aumente a produção&lt;a href="http://www.businesswire.com/portal/site/exxonmobil/index.jsp?ndmViewId=news_view&amp;amp;ndmConfigId=1001106&amp;amp;newsId=20080501005652&amp;amp;newsLang=en"&gt;. &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.iags.org/n0331043.htm"&gt;Mas muitos suspeitam que a OPEP não poderia aumentar a produção mesmo que o quisesse&lt;/a&gt; – não por muito, pelo menos – e poderá também atingir o pico brevemente. Há muito que existem dúvidas acerca da &lt;a href="http://www.energybulletin.net/36458.html"&gt;verdadeira dimensão das reservas oficiais da OPEP&lt;/a&gt;, que parecem ter sido falseada e maciçamente inflacionadas durante os anos 80 quando os seus membros competiam por fatias maiores do novo sistema de quotas. E há agora preocupações crescentes acerca de alguns dos mais significativos produtores da OPEP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda na semana passada, a Arábia Saudita, o maior exportador mundial, anunciou que todos os planos para expandir a capacidade de produção de petróleo para além de 2009 tinham sido congelados. O ministro do petróleo justificou a decisão invocando que, dadas as perpectivas económicas, não haverá procura para a oferta adicional – o que é aceitável mas improvável. Mesmo os moderadamente cépticos suspeitarão que a opção não foi inteiramente voluntária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Nigéria, o maior produtor de África, a produção já caiu 20% devido a ataques frequentes de rebeldes do delta do Níger. Mas agora um relatório recente de conselheiros do governo para o sector da energia concluíu que, mesmo que o investimento se mantenha a níveis actuais “a produção total de petróleo e gás diminuirá cerca de 30% em relação ao níveil actual por volta de 2015”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O membro da OPEP que indubitavelmente tem vastas reservas de petróleo por explorar é o Iraque, mas aqui o contínuo morticínio e o falhanço em acordar uma nova lei regulando a produção de petróleo e gás torna qualquer aumento para breve muito improvável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestas circunstâncias não é surpresa que o preço do petróleo tenha disparado para níveis recorde – quase 120$ no início da semana - nem que muitos agora prevejam um salto adicional para os $200, incluindo o Comissário para a Energia da UE, o presidente da OPEP, e &lt;a href="http://www.odac-info.org/sites/odac.postcarbon.org/files/global_energy_oil.pdf"&gt;analistas financeiros da Goldman Sachs&lt;/a&gt;. O que é surpreendente é o número de pessoas aparentemente inteligentes que se agarram a explicações fantasiosas para a alta do preço do petróleo, como a especulação e a fraqueza do dólar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não haja dúvidas que estes factores desempenham um papel, mas o simples facto é que a produção global de petróleo – incluindo fontes não-convencionais, biocombustíveis e restos de óleos de cozinha – manteve-se essencialmente ao mesmo nível desde princípios de 2005. Durante três anos a oferta de petróleo tem sido um jogo de soma nula em que, se um país consome mais, outro tem que consumir menos. Como grande parte do crescimento da procura provem do mundo em desenvolvimento e dos próprios membros da OPEP, a procura por petróleo continuará provavelmente a crescer apesar da recessão no Ocidente. É a escassez que torna os “futuros” sobre o petróleo tão atractivos para os investidores .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no entanto, a previsão central do governo Britânico é que o petróleo venha a custar $57/barril em 2010 e caia para $53 por volta de 2020. Esta absurda predição/previsão é incompreensível até que se considerem as realidades políticas: ainda mais que as alterações climáticas, o pico petrolífero exige que os governos confrontem os eleitores com verdades desconfortáveis que terão impactos sobre os seus padrões de vida. Em Whitehall (referência ao governo), as pernas permanecerão cruzadas e os rabos pregados enquanto os políticos e funcionários rezam para que isso não aconteça no seu final de mandato, ou antes de obterem a suas pensões indexadas à inflação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De modo que o sítio da net de Gordon Brown proclama despreocupadamente “... os recursos mundiais de petróleo e gás são suficientes para sustentar o crescimento económico num futuro previsível”, apesar de toda a evidência em contrário. No entanto, talvez ele o possa afirmar com alguma confiança; pelo modo como as coisas vão, o seu futuro previsível não é de todo assim tão longo.»&lt;br /&gt;Tradução realizada por mim.&lt;/span&gt;&lt;code&gt;&lt;/code&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-6054270811380512411?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/6054270811380512411/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=6054270811380512411' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6054270811380512411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6054270811380512411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/05/ideia-segundo-qual-as-companhias.html' title='O petróleo é caro porque é escasso.'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SCX3dgMmE6I/AAAAAAAAANY/SRyNxeb0vbM/s72-c/peak_oil_frog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-4817910142590214474</id><published>2008-05-10T00:22:00.005Z</published><updated>2008-05-11T19:22:16.058Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Muppet Show - Swedish Chef - making cake</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/qT_n__vsguk" name="movie"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/qT_n__vsguk" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Recordar os "&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=oXvV2ALV0bg&amp;amp;NR=1"&gt;Marretas&lt;/a&gt;" e o Cozinheiro Sueco, porque &lt;a href="http://www.clubedoriso.com/"&gt;rir &lt;/a&gt;é bom!&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-4817910142590214474?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/4817910142590214474/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=4817910142590214474' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4817910142590214474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4817910142590214474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/05/muppet-show-swedish-chef-making-cake.html' title='Muppet Show - Swedish Chef - making cake'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-1159590051732882202</id><published>2008-05-08T21:59:00.008Z</published><updated>2008-11-13T10:02:20.314Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Citações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>O que é o Ultraliberalismo?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SCYCNQMmE8I/AAAAAAAAANo/DxB4X4yZV0Q/s1600-h/Neoliberalismo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SCYCNQMmE8I/AAAAAAAAANo/DxB4X4yZV0Q/s200/Neoliberalismo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198845246555165634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A propósito desta discussão no &lt;a href="http://klepsydra.blogspot.com/search/label/ultraliberalismo"&gt;Klepsýdra&lt;/a&gt;, por vezes não é fácil perceber o real significado de chavões como neoliberalismo ou ultraliberalismo,  quando  falamos de sistemas económicos. Estamos realmente a falar de quê?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta citação, retirada do capítulo &lt;strong&gt; &lt;a href="http://www.earth-policy.org/Books/PB3/pb3ch2.pdf" target="_blank"&gt;Deteriorating Oil and Food Security&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; de um &lt;a href="http://futureatrisk.blogspot.com/search?q=save"&gt;livro&lt;/a&gt; já aqui referido, encontramos uma pista interessante:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;«Darrin Qualman, Director of Research for the National Farmer´s Union of Canada says, "The problem isn´t simply Peak Oil ... . The problem is the combination of Peak Oil &lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;&lt;strong&gt;and an economy system in which&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;... «&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;no one is in control&lt;/span&gt;». Ours is a system where it is no one´s job to look past next year´s profits, to take stock of how this year´s production might affect next decade´s weather, ... where we become ever more dependent on energy despite the fact that no one is keeping an eye on the fuel gauge.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, quando ninguém tem o sistema sob controle, a tendência é para que vença o mais forte, para que se tenda para o caos, para que o interesse público seja preterido face a interesses particulares, para que interesses imediatos se sobreponham aos de gerações futuras, etc.&lt;br /&gt;Quando a afectação de recursos é deixada exclusivamente ao critério do mercado, a ética não conta e por isso vemos, por exemplo, que pouco importa que se morra de fome se for economicamente mais rentável utilizar cereais para produzir combustível.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-1159590051732882202?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/1159590051732882202/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=1159590051732882202' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1159590051732882202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1159590051732882202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/05/o-que-o-ultraliberalismo.html' title='O que é o Ultraliberalismo?'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SCYCNQMmE8I/AAAAAAAAANo/DxB4X4yZV0Q/s72-c/Neoliberalismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-7554763440244034890</id><published>2008-05-04T19:13:00.004Z</published><updated>2008-05-11T19:23:26.058Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Ambiental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='China'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Limites do Crescimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alimentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biodiversidade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="width: 425px; text-align: left;" id="__ss_387310"&gt;&lt;object style="margin: 0px;" height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=propostas-para-linhas-de-programa-oc-1209927316606782-8"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=propostas-para-linhas-de-programa-oc-1209927316606782-8" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="355" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;"&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/?src=embed"&gt;&lt;img src="http://static.slideshare.net/swf/logo_embd.png" style="border: 0px none ; margin-bottom: -5px;" alt="SlideShare" /&gt;&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.slideshare.net/jsousa38/a-crise-ambiental-e-a-ascenso-da-china?src=embed" title="View 'A Crise Ambiental e a Ascensão da China' on SlideShare"&gt;View&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.slideshare.net/upload?src=embed"&gt;Upload your own&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-7554763440244034890?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/7554763440244034890/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=7554763440244034890' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7554763440244034890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7554763440244034890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/05/view-upload-your-own.html' title=''/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-7261748012623920056</id><published>2008-05-03T15:40:00.005Z</published><updated>2008-05-03T15:58:26.918Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conflitos Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Status Anxiety - A ansiedade do "status"</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CERfoDIU2Yw&amp;amp;hl=en"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/CERfoDIU2Yw&amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Parte I do documentário. Veja &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_RBIpf2gaT8&amp;amp;feature=PlayList&amp;amp;p=336D8AE0334C5C91&amp;amp;index=1"&gt;aqui&lt;/a&gt; a sequência completa. O livro "&lt;a href="http://www.alaindebotton.com/status.asp"&gt;Status Anxiety &lt;/a&gt;" de  &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alain_de_Botton"&gt;Alain de Botton &lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-7261748012623920056?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/7261748012623920056/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=7261748012623920056' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7261748012623920056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7261748012623920056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/05/status-anxiety-ansiedade-do-status.html' title='Status Anxiety - A ansiedade do &quot;status&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-5885372470629012747</id><published>2008-05-03T09:46:00.001Z</published><updated>2008-05-03T09:49:37.789Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biocombustíveis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alimentação'/><title type='text'>A Crise Alimentar Global</title><content type='html'>&lt;div id="__ss_382696" style="WIDTH: 425px; TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;object style="MARGIN: 0px" height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=the-food-crisis2-1209609793651007-8"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=the-food-crisis2-1209609793651007-8" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="FONT-SIZE: 11px; PADDING-TOP: 2px; FONT-FAMILY: tahoma,arial; HEIGHT: 26px"&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/?src=embed"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: -5px; BORDER-LEFT: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="SlideShare" src="http://static.slideshare.net/swf/logo_embd.png" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;a title="View 'The Global Food Crisis' on SlideShare" href="http://www.slideshare.net/ratbagradio/the-global-food-crisis?src=embed"&gt;View&lt;/a&gt;  &lt;a href="http://www.slideshare.net/upload?src=embed"&gt;Upload your own&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-5885372470629012747?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/5885372470629012747/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=5885372470629012747' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5885372470629012747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/5885372470629012747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/05/crise-alimentar-global.html' title='A Crise Alimentar Global'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-7128673994094221000</id><published>2008-04-28T23:15:00.009Z</published><updated>2008-11-13T10:02:20.439Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Citações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>"Admirável Mundo Novo"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SB4Smh4rT8I/AAAAAAAAANI/EFI3hc78XCE/s1600-h/huxley2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SB4Smh4rT8I/AAAAAAAAANI/EFI3hc78XCE/s200/huxley2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196611473172549570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;«O governo por meio de cacetes e de pelotões de execução, de fomes artificiais, de detenções e deportações em massa não é somente desumano (parece que isso não inquieta muitas pessoas, actualmente); é - pode demonstrar-se - ineficaz. [...] &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Um estado totalitário verdadeiramente "eficiente" será aquele em que o todo-poderoso comité executivo dos chefes políticos e o seu exército de directores terá o contrôle de uma população de escravos que será inútil constranger, pois todos eles terão amor à sua servidão&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Fazer que eles a amem, tal será a tarefa, atribuída nos estados totalitários de hoje aos ministérios de propaganda, aos redactores-chefes dos jornais e aos mestres-escolas.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefácio a "Admirável Mundo Novo" - Aldous Huxley 1946 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-7128673994094221000?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/7128673994094221000/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=7128673994094221000' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7128673994094221000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7128673994094221000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/04/admirvel-mundo-novo.html' title='&quot;Admirável Mundo Novo&quot;'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SB4Smh4rT8I/AAAAAAAAANI/EFI3hc78XCE/s72-c/huxley2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-3937397611115228763</id><published>2008-04-27T10:07:00.005Z</published><updated>2008-04-27T13:20:11.043Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Al Gore: New thinking on the climate crisis</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/rUO8bdrXghs" name="movie"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/rUO8bdrXghs" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Frases: "para resolver a crise climática, é preciso resolver a crise da democracia", é necessário um empenhamento cívico muito intenso;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta vez, as propostas de Gore parecem mais sólidas: propõe imposto sobre emissões CO2. Ainda assim, este tipo de medidas é claramente insuficiente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-3937397611115228763?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/3937397611115228763/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=3937397611115228763' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3937397611115228763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/3937397611115228763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/04/al-gore-new-thinking-on-climate-crisis.html' title='Al Gore: New thinking on the climate crisis'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-1331459186525346737</id><published>2008-04-26T14:20:00.018Z</published><updated>2008-11-13T10:02:20.776Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Ambiental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>"Our Final Century" de Martin Rees</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SBMQlx4rT0I/AAAAAAAAAMI/5hAieLCf7XI/s1600-h/4105RT4SMBL._SL500_AA240_.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SBMQlx4rT0I/AAAAAAAAAMI/5hAieLCf7XI/s200/4105RT4SMBL._SL500_AA240_.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5193513036520574786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://royalsociety.org/page.asp?id=2220"&gt;Martin Rees&lt;/a&gt;, astrónomo, actual presidente da &lt;a href="http://royalsociety.org/"&gt;Royal Society&lt;/a&gt;, escreveu um interessante e perturbador livro cujo título é "&lt;a href="http://youtube.com/watch?v=3qF26MbYgOA"&gt;O Nosso Século Final - sobreviverá a Civilização ao século XXI?&lt;/a&gt;" (apresentação em vídeo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mesmo sentido, o diário britânico "The Guardian" lançou um &lt;a href="http://www.guardian.co.uk/science/2005/apr/14/research.science2"&gt;inquérito a 10 cientistas&lt;/a&gt; sobre os maiores perigos que a Terra e a Humanidade poderão enfrentar e a probabilidade de ocorrerem. O perigo é classificado numa escala de 1 a 10 ( corresponde à extinção da raça humana) e a probabilidade, de extremamente baixa a muito alta. O nível 10 é atribuído apenas  à hipótese,  extremamente remota  (uf!), de a Terra ser engolida por um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Buraco_negro"&gt;buraco negro&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma nota curiosa é o perigo de robots super-inteligentes virem a tomar o poder (à semelhança do filme "&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0088247/"&gt;The Terminator&lt;/a&gt;"). A probabilidade de isto ocorrer nos próximos 70 anos é classificada como elevada e o perigo de nível 8 (curiosamente superior à das Alterações Climáticas, de nível 6).&lt;span class="fullpost"&gt;Na obra de Rees, estes mesmos perigos são abordados com detalhe. Alguns desses riscos são mínimos, mas dão-nos uma perspectiva interessante sobre a nossa  posição no Universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros riscos estão directamente relacionados com as actividades humanas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;«Environmental changes induced by human activities, still poorly understood, may be graver than the "baseline" threats from earthquakes, eruptions, and asteroid impacts»&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É significativo que as alterações ambientais possam representar maior perigo que o impacto de asteróides.&lt;br /&gt;[Escala  de Risco de Impacto de Asteróides - &lt;a href="http://neo.jpl.nasa.gov/torino_scale.html"&gt;Escala  de Turim&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; ] &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="down" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O objectivo da obra é alertar para os perigos que a Terra enfrenta, nomeadamente os resultantes da investigação científica, e lançar o desafio para um maior envolvimento da comunidade científica  com  o resto da sociedade e vice-versa, à semelhança do que ocorreu com as &lt;a href="http://www.pugwash.org/about.htm"&gt;"Pugwash Conferences"&lt;/a&gt; perante o perigo de holocausto nuclear. &lt;a href="http://www.pugwash.org/about.htm"&gt; &lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="down" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SBMffR4rT2I/AAAAAAAAAMY/Dk6uyx5Yu_A/s1600-h/doomsday.gif"&gt;&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="down" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 192px; height: 219px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SBMffR4rT2I/AAAAAAAAAMY/Dk6uyx5Yu_A/s200/doomsday.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5193529417525841762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.thebulletin.org/content/doomsday-clock/overview"&gt;The Doomsday Clock&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estamos a entrar numa era em que  as ameaças poderão provir não apenas de Estados, como no passado, mas de grupos ou indíviduos isolados com acesso a tecnologia  com grande potencial de destruição. Essa tecnologia, seja nuclear, química ou biológica, está cada vez mais acessível à escala planetária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;«We are entering an era when a single  person can, by one clandestine act, cause millions of deaths or render a city inhabitable for years, and when a malfunction in cyberspace can cause havoc worldwide to a significant segment of the economy [...]. Indeed, disaster could be caused by someone who is merely incompetent rather than malign»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto levanta questões transcendentais em matéria, por ex., de política internacional. Nomeadamente, que é extremamente perigoso que as potências com maior responsabilidade, como os EUA, e a UE também, continuem a alienar uma parcela crescente da Humanidade, seja por intervenções armadas, seja por políticas como a do incentivo aos biocombustíveis, cujo o único fito é o mero interesse próprio, sem consideração pelos destinos dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta obra levantam-se uma série de questões sobre ética e os limites à investigação científica, o fim da ciência, a exploração do espaço, &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=o9LV9vaGxJQ"&gt;universos paralelos  (vídeo)&lt;/a&gt;, um &lt;a href="http://ieet.org/index.php/IEET/more/rees200802/"&gt;futuro pós-humano&lt;/a&gt;, etc..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma nota curiosa e ao mesmo tempo assustadora  tem a ver com certo tipo de experiências.  Os cientistas chegam a calcular as probabilidades de certo tipo de experiências, na investigação sobre fusão nuclear por exemplo, poderem representar perigo em termos de destruição do planeta e até do próprio Universo!&lt;br /&gt;Um livro assaz curioso!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-1331459186525346737?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/1331459186525346737/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=1331459186525346737' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1331459186525346737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1331459186525346737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/04/our-final-century-de-martin-rees.html' title='&quot;Our Final Century&quot; de Martin Rees'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SBMQlx4rT0I/AAAAAAAAAMI/5hAieLCf7XI/s72-c/4105RT4SMBL._SL500_AA240_.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-4222755052204665058</id><published>2008-04-25T19:15:00.007Z</published><updated>2008-11-13T10:02:20.914Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biocombustíveis'/><title type='text'>Biocombustíveis: alguns dados interessantes.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SB4Qix4rT7I/AAAAAAAAANA/JA03R-HkLis/s1600-h/biodiesel.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SB4Qix4rT7I/AAAAAAAAANA/JA03R-HkLis/s200/biodiesel.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196609209724784562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Este &lt;a href="http://www.worldwatch.org/node/5450?utm_campaign=vital_signs_online&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_source=biofuels"&gt;artigo&lt;/a&gt; no &lt;a href="http://www.worldwatch.org/"&gt;&lt;b&gt;Worldwatch Institute&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; fornece alguns dados interessantes sobre a problemática dos biocombustíveis. A ideia de que os biocombustíveis seriam a solução para nos livrarmos do petróleo e resolver as emissões de GEE revelou-se afinal um fiasco. Apesar dos avisos de alastramento da fome, "&lt;a href="http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=11050146"&gt;um tsunami silencioso&lt;/a&gt;", atribuído em parte ao desvio de culturas alimentares para a produção de combustível para transporte, a verdade é que não representaram mais que 1.5% da oferta global de combustíveis líquidos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«&lt;/span&gt;&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.0  (Linux)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content=" "&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20080424;14200000"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20080425;20212800"&gt;&lt;style type="text/css"&gt;-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt;&lt;/style&gt;&lt;span style=";font-family:Trebuchet MS,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;biofuels accounted for &lt;u&gt;1.5 percent of the global supply of liquid fuels&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;» Ou seja, está longe de representar uma alternativa e já está a causar uma catástrofe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, longe de constituir uma solução sustentável para os transportes, os biocombustíveis serão ainda mais nefastos que os combustíveis fósseis:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.0  (Linux)"&gt;&lt;meta name="AUTHOR" content=" "&gt;&lt;meta name="CREATED" content="20080424;14200000"&gt;&lt;meta name="CHANGED" content="20080425;20212800"&gt; 	 	 	 	 	 	&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { color: #0000ff; font-weight: medium; text-decoration: none } 	--&gt; 	&lt;/style&gt;  &lt;p style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-top: 0.21cm; margin-bottom: 0.38cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; line-height: 150%;" align="justify" lang="en-US"&gt; &lt;span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;«&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Recent studies conclude that &lt;u&gt;clearing grass and forestlands to produce ethanol and other biofuels could potentially double the output of green­house gas emissions&lt;/u&gt; instead of reducing them, as previously thought&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style=""&gt;»&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-top: 0.21cm; margin-bottom: 0.38cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; line-height: 150%;" align="justify" lang="en-US"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style=""&gt;Para um interessante dossier sobre este tema, ver &lt;a href="http://www.esquerda.net/virus/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=34&amp;amp;Itemid=26"&gt;"Porque não vão os biocombustíveis salvar o Planeta".&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/virus/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=34&amp;amp;Itemid=26"&gt;&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-4222755052204665058?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/4222755052204665058/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=4222755052204665058' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4222755052204665058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/4222755052204665058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/04/biocombustveis-alguns-dados.html' title='Biocombustíveis: alguns dados interessantes.'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_fml47569G8Q/SB4Qix4rT7I/AAAAAAAAANA/JA03R-HkLis/s72-c/biodiesel.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-1965393424184715492</id><published>2008-04-25T15:14:00.008Z</published><updated>2008-04-25T19:12:03.565Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alterações Climáticas'/><title type='text'>Aumento acentuado de emissões em 2007</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo a agência norte-americana &lt;a href="http://www.noaanews.noaa.gov/stories2008/20080423_methane.html"&gt;NOAA&lt;/a&gt; (National Oceanic and Atmospheric Administration), as emissões dos gases com efeito de estufa (GEE) Dióxido de Carbono (CO&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;2&lt;/span&gt;)  e Metano (CH&lt;span style="font-size:78%;"&gt;4&lt;/span&gt;) aumentaram acentuadamente em 2007.  A rápida industrialização  da  Ásia  é  apontada como uma das causas.  A &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;tão&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; gabada globalização  económica está a ter esta consequência menos óbvia para alguns.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-1965393424184715492?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/1965393424184715492/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=1965393424184715492' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1965393424184715492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/1965393424184715492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/04/aumento-acentuado-de-emisses-em-2007.html' title='Aumento acentuado de emissões em 2007'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-6713183615686680172</id><published>2008-04-22T20:30:00.003Z</published><updated>2008-04-25T10:25:18.029Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Ambiental'/><title type='text'>Abaixo o Dia da Terra!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta ideia de celebrarmos o dia da Terra, em que se apela a que salvemos o Planeta, em que os "media" falam do perigo do degelo no Árctico para os ursos polares, sem que, contudo, reflictamos seriamente sobre as causas e as consequências, como se a espécie humana - embora os cientistas afirmem que entrámos na &lt;a href="http://www.meteopt.com/forum/ciencia-geral/novo-periodo-geologico-antropoceno-1845.html"&gt;Era do Antropoceno&lt;/a&gt; - fosse algo exterior a tudo isto. Este &lt;a href="http://climateprogress.org/2008/04/21/lets-dump-earth-day/#more-2705"&gt;artigo&lt;/a&gt;, meio a brincar, como diz o autor, mas simultaneamente muito a sério, contesta esta ideia de salvar a Terra, quando o que está em causa é salvar-nos a nós próprios enquanto Humanidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-6713183615686680172?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/6713183615686680172/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=6713183615686680172' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6713183615686680172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/6713183615686680172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/04/abaixo-o-dia-da-terra.html' title='Abaixo o Dia da Terra!'/><author><name>José M. Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01252358340388734853</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15634029.post-7398074506111830092</id><published>2008-04-16T19:23:00.004Z</published><updated>2008-04-16T19:30:10.719Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise Energética'/><title type='text'>Petróleo ultrapassa 115 US$/barril</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ascensão do preço do petróleo em 2008 já vai em 20%. Hoje bateu novo recorde, ao atingir &lt;a href="http://money.cnn.com/2008/04/16/markets/eia/index.htm?postversion=2008041615"&gt;115,07&lt;/a&gt; dólares por barril. E não deverá ficar por aqui. No entanto, as medidas de política energética como o&lt;a href="http://www.min-economia.pt/document/PNAEE.pdf"&gt; PNAEE&lt;/a&gt;, são muito incipientes perante a dimensão do problema que iremos enfrentar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.min-economia.pt/document/PNAEE.pdf"&gt;&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="down" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15634029-7398074506111830092?l=futureatrisk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://futureatrisk.blogspot.com/feeds/7398074506111830092/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15634029&amp;postID=7398074506111830092' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7398074506111830092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15634029/posts/default/7398074506111830092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://futureatrisk.blogspot.com/2008/04/petrleo-ultrapassa-115-usbarril.html' title='Petróleo ultrapassa 115 US$/barril'/><author><name>José M. 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